-
Irã acusa EUA de 'violar' acordo e ambos trocam ataques
-
Washington reautoriza IA mais poderosa da Anthropic, mas apenas para alguns parceiros nos EUA
-
Morre o piloto que colidiu seu avião contra arranha-céu em Pequim
-
Trump apresenta o novo passaporte dos EUA... com sua foto
-
Irã empata com o já classificado Egito (1-1) e precisa aguardar; Senegal avança aos 16-avos
-
Bélgica goleia Nova Zelândia (5-1) e avança aos 16-avos da Copa em 1º do Grupo G
-
Espanha vence (1-0), passa em primeiro do grupo e elimina Uruguai da Copa
-
EUA e Irã trocam ataques após ação contra navio em Ormuz
-
Cabo Verde empata (0-0) com Arábia Saudita e vai enfrentar Argentina nos 16-avos da Copa
-
Muslera decidiu não jogar 2º tempo após falha que eliminou Uruguai da Copa, diz Bielsa
-
Inglaterra, Portugal, Gana, Egito e Paraguai se garantem nos 16-avos da Copa
-
Duplo terremoto deixa quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos na Venezuela
-
Já classificada, Argentina poupará Messi contra a Jordânia
-
Hervé Renard diz que está 'livre para escolher' próximo projeto após fracasso da Tunísia na Copa
-
Técnico da Jordânia diz que não teme Argentina de Messi: 'Estamos muito motivados'
-
Gonçalo Ramos, da seleção portuguesa, deve deixar PSG para jogar no Milan
-
Messi começará no banco contra a Jordânia, confirma Scaloni
-
Técnico da Áustria descarta conspiração antes da partida contra a Argélia
-
Crimeia declara 'emergência' em meio a ataques da Ucrânia
-
Técnico de Gana critica VAR por pênalti não marcado contra Inglaterra
-
Técnico da Colômbia quer que sua equipe mantenha essência contra um Portugal 'muito forte'
-
Guy Stéphan dedica vitória da França a Deschamps: 'Estamos ansiosos para vê-lo'
-
Vini Jr. vive 'fase incrível', diz Rayan antes de jogo contra o Japão
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Senegal de Mané entra na lista de espera para os 16-avos da Copa
-
França goleia Noruega (4-1) e avança como líder do Grupo I da Copa
-
Para economista-chefe do FMI, globalização não acabou, apenas se 'transformou'
-
Peru vai anunciar resultado do segundo turno em 3 de julho
-
Técnico de Portugal elogia Colômbia, que jogará 'em casa' em Miami
-
Antonelli e Mercedes dominam treinos livres do GP da Áustria de F1
-
Jogos da Copa têm minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Croácia precisa da vitória contra Gana; Inglaterra busca certezas
-
Quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos após terremoto duplo na Venezuela
-
Com ou sem Messi? A incógnita argentina na última partida contra a Jordânia
-
Avião de pequeno porte parece ter se chocado contra arranha-céu em Pequim
-
Mais de 50 mil desaparecidos sob os escombros do terremoto duplo na Venezuela
-
Ronaldo vs James: os velhos amigos em Madri que se enfrentam na Copa do Mundo
-
EUA chega aos 250 anos como um país mais próspero e diverso, porém mais dividido
-
Ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos
-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
EUA 'não aceitarão' produtos chineses vendidos abaixo do custo
O governo dos Estados Unidos "não aceitará" que o mercado mundial seja inundado por produtos chineses vendidos por preços abaixo do custo, afirmou nesta segunda-feira (8) a secretária americana do Tesouro, Janet Yellen, durante uma visita à China.
Yellen desembarcou na quinta-feira em Guangzhou, no sul da China, e deve deixar o país na manhã de terça-feira, com um voo procedente de Pequim.
A visita se concentrou em abordar o "excesso de capacidade" de produção do país asiático.
Ao citar como exemplo o aço chinês, cuja chegada aos mercados há mais de dez anos - com grande apoio do governo, o que gerou um preço abaixo do custo - "dizimou indústrias de todo o mundo e dos Estados Unidos", Yellen declarou: "Eu deixei claro que o presidente Biden e eu não aceitaremos esta realidade novamente".
"Sei que nossos sócios e aliados compartilham preocupações semelhantes, tanto as economias desenvolvidas como em desenvolvimento", acrescentou.
Washington teme que os subsídios em larga escala do governo chinês ao setor tecnológico, de energias verdes, dos carros elétricos e das baterias provoquem a chegada de produtos baratos no mercado mundial, o que pode prejudicar os concorrentes estrangeiros.
- Segurança nacional -
O tema foi discutido por Yellen e pelo vice-primeiro-ministro He Lifeng, designado pelo Partido Comunista Chinês para comandar as questões econômicas.
A americana também foi recebida pelo primeiro-ministro chinês, Li Qiang, e os dois se declararam dispostos a reforçar o diálogo, apesar das divergências entre as duas potências.
Yellen afirmou que está particularmente preocupada com os "desequilíbrios" da economia chinesa, sobretudo com o baixo consumo das famílias e o excesso de investimentos, "agravados pelo apoio em larga escala do governo a determinados setores industriais".
As preocupações foram minimizadas por Pequim.
"As acusações de 'excesso de capacidade' por parte dos Estados Unidos e da Europa são infundadas", declarou no domingo o ministro chinês do Comércio, Wang Wentao, durante uma visita a Paris, segundo a agência estatal Xinhua.
Os dois países concordaram em continuar conversando sobre o excesso de capacidade de produção.
Porém, segundo a Xinhua, Li Qiang disse a Yellen que Washington deveria abordar a questão da capacidade de produção "objetivamente e pensando no mercado".
Yellen também mencionou "conversas difíceis sobre segurança nacional", nas quais alertou as autoridades chinesas sobre as consequências de um apoio militar à Rússia e de um eventual recurso a medidas econômicas para salvaguardar a segurança nacional.
Apesar da tensão, ela afirmou que Washington não adotará medidas econômicas "surpresa" na área de segurança nacional.
"Embora o governo dos Estados Unidos tenha que avaliar continuamente as suas medidas de segurança nacional, levando em consideração a rapidez dos desenvolvimentos tecnológicos, estamos comprometidos a não adotar medidas surpresa", declarou, antes de pedir à China que demonstre "transparência" nesta área.
Yun Sun, analista do Stimson Center, fez uma avaliação bastante positiva da visita da secretária do Tesouro à China, durante a qual ela expressou as preocupações dos Estados Unidos e "testou" a reação chinesa.
Ela, no entanto, não espera que a China modifique o seu modelo de crescimento a curto prazo, pois a economia do país "não está na sua melhor forma".
Mas o fato de os países concordarem em cooperar em algumas áreas, como a luta contra a lavagem de dinheiro, fortalecerá a confiança bilateral, considerou Yun Sun.
O.Gutierrez--AT