-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
-
Chelsea anuncia contratação do lateral espanhol Pep Chavarría
-
Acidente com balsa em lago no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
-
EUA: inflação registra leve desaceleração em julho
-
Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
-
Acidente de balsa no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Socorristas trabalham sem trégua para encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Arte ou medicina? O debate que divide o Japão sobre a tatuagem cosmética
-
'Motoboys' recebem aumento salarial significativo na Austrália
-
Brasil perde cobertura de vegetação nativa e enfrenta risco de impacto maior do El Niño
-
Ex-primeiro-ministro reformista chinês Zhu Rongji morre aos 97 anos
-
Uma pessoa morta e 172 resgatadas em segunda balsa incendiada em poucos dias na Indonésia
-
Rod Stewart cancela shows na América do Norte após cirurgia cardíaca
-
Putin ameaça interceptar navios ocidentais como medida de retaliação
-
Europeus se preparam para o eclipse solar total
-
Trump confirma troca de avião misteriosa que gerou questionamentos nos EUA
-
Socorristas resgatam mulher sob os escombros mais de 30 horas após o terremoto na Colômbia
-
Rybakina vence Osaka de virada e vai às semifinais do WTA 1000 de Toronto
-
Terremoto deixou mais de 240 mortos na Colômbia; buscas continuam
-
Polícia da Bolívia intercepta ônibus com maconha destinado ao São Paulo
-
Atual campeão, Ben Shelton vence Mensik e vai às semifinais do Masters 1000 do Canadá
-
Fluminense empata em casa com Independiente Rivadavia (0-0) na ida das oitavas da Libertadores
-
Gauff avança às semifinais do WTA 1000 de Toronto após desistência de Bencic
-
Palmeiras se prepara para enfrentar retranca do Cerro Porteño nas oitavas da Libertadores
-
Parentes denunciam julgamento de veteranos de guerra acusados de conspirar contra posse de Bukele
-
Pogba sofre nova lesão que levanta dúvidas sobre seu futuro
-
Parentes denunciam julgamento de veteranos de guerra acusados de conspirar contra Bukele
-
Desemprego juvenil no mundo aumentou em 2025
-
EUA anuncia novas conversas entre Israel e Líbano para setembro
-
Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez se casam em Portugal
-
Jódar vence Fils em Montreal e vai a sua primeira semifinal de Masters 1000
-
Troca de avião misteriosa de Trump gera questionamentos nos EUA
-
Maradona apresentava "sinais de alerta" que foram ignorados, diz legista
-
Alexis Sánchez chega à MLS para liderar o CF Montreal
-
Califórnia acusa Paramount de "chantagem" por supostos planos de sair do estado
-
Sem reforços, Flamengo retoma a Libertadores contra o Cruzeiro
-
Corinthians anuncia saída de Memphis Depay por razões econômicas
-
Empresa de IA Manus retoma operação independente após bloqueio chinês a acordo com Meta
-
Democratas votam em estados-chave dos EUA em meio a disputa ideológica interna
-
Argentina restringirá atendimento médico gratuito de estrangeiros não residentes
-
Por que o Oriente Médio deixa mercado petrolífero com nervos à flor da pele?
Brasil e EUA lançam iniciativa em defesa do trabalho digno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu contraparte americano, Joe Biden, apresentaram, nesta quarta-feira (20), uma iniciativa global de defesa do trabalho digno, em um momento em que os Estados Unidos enfrentam uma greve importante no setor automotivo e de aproximação entre Brasil e China, grande rival de Washington.
Para Lula, este é "um momento histórico" porque ajuda a melhorar a vida dos trabalhadores em um mundo digitalizado, em que a inteligência artificial fala muito mais alto do que qualquer outra coisa.
O presidente lembrou que o mundo tem dois bilhões de trabalhadores na informalidade, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com 240 milhões de pessoas que vivem com menos de US$ 1,9 (R$ 9,2) por dia, apesar de terem emprego.
"Todas as pessoas que acreditam que sindicato fraco vai fazer com que o empresário ganhe mais, que o país fique melhor, está enganado. Não há democracia sem sindicato forte", acrescentou o ex-sindicalista no lançamento da Parceria pelos Direitos dos Trabalhadores e Trabalhadoras, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
Com a iniciativa, Brasil e Estados Unidos se propõem a proteger os direitos dos trabalhadores, promover o trabalho digno e os investimentos públicos e privados, assim como combater a discriminação nos locais de trabalho.
Eles também se comprometem a levar em conta os trabalhadores na transição energética para as energias limpas e a usar a tecnologia e a transformação digital a favor do trabalho digno.
Lula e Biden querem levar esta proposta a diferentes fóruns para incluir outros países.
No próximo ano, o Brasil vai presidir o G20 e em 2025, o Brics, das economias emergentes. Nesse mesmo ano, Belém sediará a conferência climática da ONU, COP30.
A defesa dos direitos dos trabalhadores é uma das principais bandeiras de Biden com vistas às eleições presidenciais de 2024, quando tentará a reeleição.
O presidente americano defende os trabalhadores do setor automotivo americano, que estão em greve, por considerar que os lucros devem ser distribuídos de forma "justa".
Biden quer estreitar os laços com Lula, com quem teve alguns desencontros, sobretudo a respeito da guerra na Ucrânia, consciente de que o Brasil se aproxima cada vez mais da China.
"Este encontro é mais que uma bilateral, é o renascer de um novo tempo na relação Estados Unidos e Brasil, uma relação de iguais, soberana", mas "de interesses comuns em benefício do povo trabalhador do seu país e do meu", afirmou Lula.
Este é o segundo encontro bilateral entre os presidentes desde a posse de Lula, em janeiro.
- Venezuela e Haiti -
Entre outros temas, Lula e Biden abordaram a crise na Venezuela e no Haiti, além da guerra na Ucrânia.
Os dois reforçaram "a importância da restauração da democracia na Venezuela", informou a Casa Branca em um comunicado, reiterando sua disposição em suspender as sanções impostas ao governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, se forem adotadas "medidas concretas" que levem a eleições livres e justas.
Durante o encontro, o presidente americano também pediu ao colega que apoie o envio de uma missão multinacional de apoio à segurança no Haiti.
As consequências da guerra na Ucrânia, sobretudo para a segurança alimentar e energética, também estiveram na agenda, segundo a Casa Branca.
Sobre este tema, há divergências. Washington lidera o envio de ajuda a Kiev contra as tropas russas e Lula defende uma posição neutra e defende uma saída negociada.
Depois de conversar com Biden, Lula se reuniu com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, com quem manteve uma "boa conversa sobre a importância dos caminhos para a construção da paz e mantermos sempre o diálogo aberto entre nossos países", informou o presidente na plataforma X (antigo Twitter).
- "Democracia em perigo" -
Lula e Biden também falaram sobre a democracia, a transição energética e a proteção ao meio ambiente.
Ele se referiu aos ataques de apoiadores de seu antecessor, Jair Bolsonaro, às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro passado, em Brasília, que produziram cenas similares à invasão ao Capitólio por apoiadores do ex-presidente americano Donald Trump em 6 de janeiro de 2021.
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Paulo Pimenta, assinou pelo Brasil a Declaração Global para a Integridade da Informação Online. O documento, promovido pelo Canadá e pelos Países Baixos, combate a desinformação e promove a proteção da informação.
A.Clark--AT