-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Afeganistão acusa Paquistão por bombardeio que matou quase 400 em centro médico de Cabul
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
Arm, filial do Softbank, lança megaentrada na bolsa de NY
O fabricante britânico de microchips Arm, filial do japonês SoftBank, lançou oficialmente seu processo de listagem na Bolsa de Valores de Nova York, uma operação que, por seu valor estimado, pode ser a mais importante no setor de tecnologia desde a abertura de capital do grupo chinês Alibaba.
Embora "o número de ações e a faixa de preços ainda não tenham sido determinados", de acordo com um comunicado divulgado na segunda-feira (21), documentos divulgados pelo grupo informam que o SoftBank Group comprou recentemente US$ 16,1 bilhões (R$ 79,8 bilhões na cotação atual) de 25% da Arm então nas mãos de outra unidade, a Vision Fund.
Esta operação valoriza a empresa fundada em 1990 em mais de US$ 64 bilhões (R$ 317,4 bilhões), cerca do dobro do preço de aquisição em 2016 por parte do grupo japonês.
Essa Oferta Pública Inicial (ou IPO, na sigla em inglês) pode acontecer em setembro, segundo a imprensa americana, e pode estar entre as maiores do setor de tecnologia desde a abertura de capital do Alibaba em Wall Street, em 2014, que reportou US$ 25 bilhões (R$ 124 bilhões) à empresa.
Com sede na Grã-Bretanha, a companhia planeja listar na Nasdaq sob a sigla "Arm".
A Arm foi sinalizada como uma empresa potencialmente importante em Inteligência Artificial (IA).
“Estamos trabalhando com empresas líderes como Alphabet, Cruise LLC, Mercedes-Benz, Meta e Nvidia na implantação da tecnologia Arm para executar trabalhos de IA”, explicou a empresa.
A decisão da Arm se dá após o fracasso de uma proposta de venda para a Nvidia, em fevereiro de 2022, por US$ 40 bilhões (R$ 198,4 bilhões), devido a "problemas regulatórios".
A empresa tem quase 6.000 funcionários e registrou receita de US$ 2,7 bilhões (R$ 13,3 bilhões) em 2023.
- "99% dos smartphones" -
A empresa é referência mundial em design de semicondutores, fabricados sob licença para o mercado global de smartphones.
Seus microchips "trouxeram informática de ponta para mais de 99% dos smartphones do mundo até 2022", diz a empresa.
A Arm manterá sua sede em Cambridge e poderá, posteriormente, abrir o capital também em Londres.
- Euforia com IA -
"O conglomerado japonês esperava as melhores condições de mercado e, embora pareçam melhores em comparação com a (situação de) volatilidade que atingiu o setor de tecnologia no ano passado, a recente fraqueza do verão (no hemisfério norte) claramente leva a empresa a listar a Arm o mais rápido possível", comenta a analista Susannah Streeter, da Hargreaves Lansdown.
De fato, o faturamento da empresa britânica estagnou durante seu último exercício anual encerrado no final de março, para se situar nos US$ 2,7 bilhões.
E "as vendas mais baixas de telefones celulares e de outros eletrônicos tiveram um impacto em sua receita no último trimestre", acrescenta Michael Hewson, da CMC Markets.
A Arm enfrenta alguns riscos ligados à sua dependência do mercado chinês e às tensões internacionais nos últimos anos em torno do setor estratégico de semicondutores, particularmente entre Washington e Pequim.
No momento, o setor de tecnologia mundial se move no rastro da euforia com a Inteligência Artificial generativa (IA), um campo no qual Arm espera ter um papel estratégico.
Segundo a imprensa especializada, muitos gigantes de tecnologia, como Nvidia, Apple, Samsung Electronics e Intel, estariam interessados em investir na Arm quando a empresa abrir o capital.
burs-ode/emb/mr/ll/tt
D.Lopez--AT