-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Afeganistão acusa Paquistão por bombardeio que matou quase 400 em centro médico de Cabul
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
-
Endrick é convocado para amistosos do Brasil contra França e Croácia; Neymar fica fora
-
'O jogo de volta é sempre diferente', alerta Luis Enrique antes de duelo com Chelsea
-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
Mudança climática inflaciona seguro residencial nos EUA
Voltar a Pensacola era um retorno às origens para Jack Hierholzer, mas, três anos depois, ele considera deixar sua cidade no norte da Flórida devido ao custo do seu seguro residencial ter disparado pelos riscos climáticos.
Desde que se instalou na região, o prêmio de risco de seu seguro habitacional triplicou, chegando a 6.500 dólares (aproximadamente R$ 32 mil na cotação atual), em parte porque as seguradoras têm que considerar os efeitos do aquecimento global.
"Meus filhos nasceram em Pensacola e temos muitos amigos e família", explicou Hierholzer em entrevista à AFP por telefone. Mas "estou em teletrabalho integralmente, posso viver em qualquer lugar que tenha conexão de internet banda larga. Se a situação ficar difícil, podemos nos mudar. E vamos fazer isso".
- Prêmios em alta -
Nos Estados Unidos, os ativos destruídos por fenômenos naturais superaram os 140 bilhões de dólares (cerca de R$ 670 bilhões, na cotação atual) em 2022, dos quais 90 bilhões (R$ 430 bilhões) estavam segurados, segundo dados da resseguradora Munich Re.
Segundo essa empresa, que oferece seguros para as seguradoras, 70% do total de perdas está ligado a danos provocados pelo furacão Ian, que passou pela Flórida em setembro.
O último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) recorda que o aquecimento global "já tem consequências sobre os fenômenos naturais em todas as regiões do mundo".
Diante desses fenômenos extremos e mais regulares, o custo para os segurados sobe progressivamente.
Nos Estados Unidos, os prêmios de risco das casas avançaram 9% em um ano, até mais em alguns estados, segundo o Instituto de Informação sobre Seguros (III, na sigla em inglês) que reúne os profissionais do setor.
A principal causa desse fenômeno é o aumento dos custos do resseguro e dos materiais de construção.
O aumento dos resseguros é de 30% a 40% em um ano, segundo o diretor de Comunicações do III, Mark Friedlander.
"Vemos os custos dos resseguros avançarem ano após ano e, obviamente, o risco climático é a principal causa", explicou à AFP.
Os custos de reconstrução, por sua vez, também aumentaram 30% nos últimos cinco anos, principalmente por problemas nas cadeias de suprimento provocados pela pandemia.
- Diferenças regionais -
A nível estadual, aparecem fatores locais que se somam aos desafios criados pela mudança climática.
Na Califórnia, por exemplo, os prêmios de risco são mais baixos que a média nacional, segundo o III, porque os governos locais interferem nos níveis de aumento.
Isso pode ser algo bom para os proprietários, mas complica a vida das seguradoras, que não puderam repassar os custos, por exemplo, dos incêndios florestais, um desastre natural cada vez mais frequente.
Assim, a State Farm, uma das principais companhias de seguros do país, anunciou que não terá novos clientes na Califórnia "devido ao rápido aumento da exposição a catástrofes" naturais.
Na Flórida, os prêmios aumentaram estimulados por uma lei local que permite que os clientes processem seus seguros. Somam-se a isto os custos pelos furacões.
O percentual de proprietários sem seguro residencial se mantém estável em 7%, segundo o III. Os seguros são obrigatórios quando é realizado um empréstimo hipotecário.
Em Pensacola, o seguro de Jack Hierholzer custa cada vez mais caro, a cada mês que passa.
"Se os preços do meu seguro significam comprar uma casa nova a cada 12 anos, seria mais inteligente não ter seguro, pagar o empréstimo [hipotecário] e cruzar os dedos", esperando que nada aconteça, considerou.
M.King--AT