-
Líder palestino Mahmoud Abbas anuncia eleições presidenciais em 2027
-
Espanha empata sem gols com Cabo Verde na estreia de Yamal em Copas
-
Atalanta anuncia Maurizio Sarri como novo técnico
-
Michael Olise, o diamante misterioso da França
-
Os dirigentes iranianos eliminados durante a guerra no Oriente Médio
-
Justiça britânica revisará condenação de jovem sikh que matou estudante
-
Flamengo culpa Bielsa e Uruguai por lesão de Arrascaeta
-
França e seu trio mágico entram em cena na Copa do Mundo
-
Tiago Splitter se aproxima de acordo para comandar o Chicago Bulls
-
Dirigentes da Tunísia discutem futuro do técnico Sabri Lamouchi
-
Cristiano Ronaldo e sua última chance de levantar a Copa do Mundo
-
Acordo entre Irã e EUA representa uma 'catástrofe' para Israel, afirmam analistas
-
Limpeza das arquibancadas, o elogiado costume japonês que marca presença na Copa
-
ONU renova por um ano sua missão no Afeganistão
-
Província argentina sem água, mas repleta de geleiras, mede o custo da mineração
-
Trump ameaça taxar vinhos franceses em 100% devido ao imposto digital
-
Colômbia elege seu rumo econômico no segundo turno das presidenciais
-
Justiça britânica confirma em recurso proibição do grupo Palestine Action
-
Argentina vislumbra bicampeonato na sexta Copa do Mundo de Messi
-
Trump chega ao G7 na França após alcançar acordo com o Irã
-
Jogador espanhol Rafa Mir é condenado a 8 anos e meio de prisão por agressão sexual
-
Espanha e Uruguai estreiam na Copa do Mundo em meio a holofotes para o Irã
-
Espanha e Uruguai estreiam na Copa do Mundo em meio a holofotes para Irã
-
OMS e Lula pedem ao G7 que conclua tratado sobre pandemias
-
Terapia musical: concertos de música clássica em Nova York para pessoas com demência
-
O que se sabe sobre o acordo entre Estados Unidos e Irã?
-
Real Madrid confirma acordo com Chelsea por espanhol Marc Cucurella
-
Reino Unido proibirá acesso às redes sociais para menores de 16 anos
-
Trump se reúne com aliados do G7 após anúncio de acordo com o Irã
-
EUA e Irã anunciam acordo para o fim da guerra no Oriente Médio
-
Filho da princesa herdeira da Noruega condenado a 4 anos de prisão por estupro
-
Ataque russo mata 11 na Ucrânia e provoca incêndio em catedral de Kiev
-
Taty Almeida, símbolo das Mães da Praça de Maio, morre aos 95 anos
-
Trump celebra 80 anos com evento do UFC na Casa Branca
-
Suécia goleia Tunísia na estreia (5-1) e lidera grupo F da Copa de 2026
-
Bellingham pode ser o "fator X" da Inglaterra na Copa do Mundo, avisa Henderson
-
Enfrentar a Espanha na estreia da Copa "é um sonho", diz técnico de Cabo Verde
-
Costa do Marfim vence Equador no fim (1-0) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Bélgica da era pós-Hazard estreia na Copa de 2026 contra o Egito de Salah
-
Japão arranca empate com Países Baixos (2-2) na abertura do Grupo F da Copa do Mundo
-
Panamá nega que será 'saco de pancadas' de seus rivais na Copa, como apontou Ibrahimovic
-
EUA e Irã anunciam acordo e fim "permanente" das operações militares
-
Uruguai estreia na Copa contra Arábia Saudita em meio a incertezas e desfalques importantes
-
Deschamps prepara França sem surpresas para estreia na Copa contra Senegal
-
Nagelsmann destaca paciência e intensidade da Alemanha na goleada sobre Curaçao
-
Messi chega à sua histórica sexta Copa do Mundo 'empolgado como sempre'
-
Fortes distúrbios em Genebra contra cúpula do G7 na França
-
'Não é uma vergonha', diz técnico de Curaçao após derrota por 7 a 1 para Alemanha
-
Cantor americano e youtuber argentino entre mortos em colisão de helicópteros no Rio
-
Fortes distúrbios em protesto em Genebra contra cúpula do G7 na França
'Barbie' divide opiniões em países do Golfo
Autorizado na Arábia Saudita, mas proibido no Kuwait, o sucesso mundial de "Barbie" evidenciou as divergências entre os países do Golfo, divididos entre a abertura e o conservadorismo.
A produção dirigida por Greta Gerwig, que também está sendo exibida dos Emirados Árabes Unidos e Bahrein, ainda não está disponível no Catar nem no Omã.
Em Dubai, cujas autoridades estão entre as menos conservadoras da região, as mulheres decidiram usar abayas rosa para assistir ao longa-metragem em um cinema de um subúrbio rico do emirado.
"Não imaginávamos que um filme assim seria exibido nos países do Golfo", disse à AFP Wadima Al-Amiri, uma jovem de 18 anos que foi ao cinema com suas amigas para tirar suas próprias conclusões em meio às polêmicas.
Já o Kuwait proibiu o filme por "ofender a moral pública". Mas os críticos também o acusam de espalhar uma visão extrema sobre a emancipação feminina.
Na produção cinematográfica, as "barbies" ocupam funções tradicionalmente reservadas a homens nestes países. Apenas uma delas está grávida e os "Kens" ficam em segundo plano na narrativa.
- Desafio à masculinidade? -
As críticas não desanimaram Mounira, uma saudita de 30 anos que foi ver o filme junto a suas três filhas, todas vestindo trajes cor-de-rosa.
"Se inclui valores e princípios opostos aos nossos, não deve ser projetado na Arábia Saudita ou em outros países do Golfo. Mas viemos para dar uma chance ao filme", disse à AFP.
Há alguns anos, a Arábia Saudita deu passos importantes para os direitos das mulheres. Desde 2018 elas podem dirigir e viajar sem serem acompanhadas por um homem. O país também enviou uma astronauta ao espaço.
Entretanto, estas mudanças, que ocorreram sob a política do príncipe-herdeiro, Mohamed bin Salman, também foram acompanhadas pela pressão de ativistas do feminismo, muitas das quais estão presas.
O mal-estar é palpável no país, onde os cinemas só reabriram em 2017, após anos de proibição.
"Queremos mais liberdades e mais abertura, mas com relação à Barbie, ouvi dizer que desafiava a masculinidade", conta Hanan Al Amoudi, uma turista saudita de passagem por Dubai, que se recusou a ver o filme.
A mulher, que utiliza o véu islâmico integral, afirma apoiar a "emancipação da mulher", desde que seja realizada de forma "razoável".
"Um homem se parecer com uma mulher ao se maquiar e se vestir [de maneira feminina]... é algo que eu não gosto", disse, fazendo referência ao papel de Ken, interpretado por Ryan Gosling.
Para a jornalista do Kuwait e defensora dos direitos das mulheres Sheikha Al Bahaweed, que se opõe à censura em seu país, o filme apresenta "uma das piores, senão a pior, versão do feminismo", ressaltando a exaltação de um "feminismo branco, colonial e superficial".
"O feminismo não consiste em substituir um sistema patriarcal por um sistema matriarcal, mas em que a humanidade alcance um sistema baseado na justiça e na igualdade de oportunidades", declarou à AFP.
A.Williams--AT