-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Nova chefe da Igreja da Inglaterra é questionada por gestão em caso de agressão
Sarah Mullally, que se tornará em janeiro a líder espiritual dos anglicanos, viu sua gestão de um caso de agressão ser questionada, com acusações que remontam a vários anos, indicou a Igreja da Inglaterra nesta quinta-feira (11).
Mullally, de 63 anos e mãe de dois filhos, foi nomeada em outubro arcebispa da Cantuária e assumirá o cargo em 28 de janeiro, tornando-se a primeira mulher a dirigir a Igreja anglicana.
A líder religiosa, atualmente bispa de Londres, sucederá Justin Welby, que renunciou em janeiro de 2025, após acusações de que sua instituição encobriu por anos agressões físicas e sexuais contra menores por parte de um advogado ligado a ela.
Mullally é alvo de uma acusação dentro da instituição, apresentada em 2020 por uma pessoa identificada como “N”, informou a Igreja da Inglaterra em um comunicado.
Segundo o site Premier Christian News, que revelou o caso, “N” acusou um sacerdote da diocese de Londres de agressão há dez anos.
Quando “N” apresentou a denúncia à Igreja, Mullally, então bispa de Londres, enviou um e-mail ao clérigo sobre a denúncia, infringindo o código de conduta do clero. Ela escreveu que as alegações eram “infundadas”.
“N” apresentou outra denúncia à Igreja da Inglaterra, desta vez contra Sarah Mullally, em 2020, por sua gestão do caso.
Mas sua denúncia não foi processada “devido a erros administrativos e a uma má interpretação dos desejos da pessoa envolvida”, segundo a Igreja anglicana. Mullally “não foi informada desse assunto”, afirmou a instituição.
Nesta quinta-feira foi enviada uma carta a “N” para “esclarecer” a situação e explicar “os próximos passos” a serem tomados em relação a essa acusação, informou a Igreja.
De acordo com Premier Christian News, diante da falta de resposta da Igreja sobre suas queixas contra Mullally, a saúde mental de “N” se deteriorou.
“O funcionamento da Igreja da Inglaterra precisa mudar”, declarou Mullally em comunicado, prometendo que, quando assumir o cargo, fará “tudo” o que puder para “levar a cabo uma reforma necessária e há muito esperada”.
A Igreja da Inglaterra tornou-se o organismo religioso estatal após a ruptura do rei Henrique VIII com o catolicismo no século XVI.
H.Romero--AT