-
Estádio Azteca revela seu novo visual para receber abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Primeiro acidente da F1 no ano gera debate sobre motores híbridos
-
Petroleiro russo se aproxima de Cuba apesar de bloqueio dos EUA
-
Último dia de conferência da OMC em Camarões é prorrogado por ressalvas do Brasil
-
Presidente da CAF promete "respeitar" decisão sobre título da Copa Africana
-
Polícia israelense impede entrada do Patriarca Latino de Jerusalém na Igreja do Santo Sepulcro
-
Desanimado, Verstappen dá a entender que poderá deixar a Fórmula 1
-
Equador perde Piero Hincapié e Denil Castillo para amistoso contra Países Baixos
-
Ter Stegen tem chances "muito remotas" de ir à Copa do Mundo, diz Nagelsmann
-
Com lesão no joelho, Martín Zubimendi é cortado da seleção espanhola
-
Tottenham anuncia saída do técnico Igor Tudor
-
Polícia de Israel impede Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar missa no Domingo de Ramos
-
Ataque com drones reivindicado pela Ucrânia provoca incêndio em porto russo
-
Papa faz alerta no Domingo de Ramos contra a guerra
-
Irã acusa governo americano de planejar ofensiva terrestre
-
Líder norte-coreano supervisiona teste de motor de foguete de combustível sólido
-
Irã acusa EUA de planejar ofensiva terrestre
-
Gilberto Gil encerra 'última turnê' com show em São Paulo
-
Maduro diz que está 'bem' em primeira mensagem publicada da prisão
-
Estádio Azteca é reinaugurado com empate entre México e Portugal (0-0) e morte de torcedor
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP do Japão de F1; Bortoleto é 13º
-
Flávio Bolsonaro elogia 2º mandato de Trump e se vê como presidente do Brasil
-
Rebeldes huthis do Iêmen voltam a atacar Israel e entram na guerra no Oriente Médio
-
Bélgica atropela EUA (5-2) em amistoso a dois meses e meio da Copa
-
Sabalenka vence Gauff e é bicampeã do WTA 1000 de Miami
-
Israel ataca centro de armamento naval iraniano, e fortes explosões são ouvidas em Teerã
-
Tuchel elogia Maguire mas lista outros zagueiros com mais chances de disputar Copa do Mundo
-
Veleiros com ajuda humanitária chegam a Cuba após serem localizados
-
Deschamps anuncia rotações na França para amistoso contra Colômbia
-
Após vitória sem brilho, Argentina liga sinal de alerta a menos de 80 dias da Copa
-
Tribunal francês decide litígio entre Cardiff e Nantes sobre morte de Emiliano Sala
-
Apesar de sanção, Senegal exibe troféu da Copa Africana em amistoso contra o Peru, em Paris
-
Manifestantes anti-Trump protestam em várias cidades dos Estados Unidos
-
Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos
-
Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA
-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
-
Argentina obtém vitória 'histórica' em caso de petrolífera na Justiça americana
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
Megaoperação contra o crime no Rio deixa cerca de 20 mortos
O Rio de Janeiro registrou, nesta terça-feira (28), cenas de guerra, com pelo menos 18 supostos criminosos e vários policiais mortos na "maior operação da história" da cidade contra o tráfico de drogas, segundo as autoridades.
"Agora temos 18 criminosos neutralizados", declarou o governador do estado Cláudio Castro (PL), em coletiva de imprensa.
"Temos casos de policiais infelizmente mortos e alguns sendo já atendidos, também por causa da força da operação", acrescentou, sem fornecer um número.
Cerca de 2.500 agentes da lei participam da "Operação Contenção" para "combater a expansão territorial do Comando Vermelho", a maior organização criminosa do Rio de Janeiro, informou o governo do estado.
- 200 mil impactados -
A força pública entrou de madrugada nos Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da cidade, a bordo de 32 veículos blindados.
No local, foi apreendida "uma grande quantidade de drogas", afirmou Castro, sem dar mais detalhes.
Foram presas 81 pessoas e a polícia apreendeu 42 fuzis, segundo o governo estadual.
Dois helicópteros e vários drones acompanham a operação, que continua em andamento.
Um fotógrafo da AFP viu dezenas de policiais fortemente armados na favela Vila Cruzeiro, na Penha, levando vários homens detidos, a maioria descalços e sem camisa.
Saraivadas de tiros continuam aterrorizando a população da região, e os comércios permanecem fechados, observou a AFP.
"Mais de 200 mil moradores seguem impactados por escolas fechadas, ônibus desviados e unidades de saúde com atendimentos suspensos", informou a Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).
"Os batalhões estão em prontidão" para possíveis represálias, declarou Castro.
- "Bombas lançadas por drones" -
O governador também publicou um vídeo no X mostrando um drone lançando um projétil do céu.
"É assim que a polícia do Rio de Janeiro é recebida por criminosos: com bombas lançadas por drones. Esse é o tamanho do desafio que enfrentamos. Não é mais crime comum, é narcoterrorismo.", declarou.
Segundo Castro, a operação em curso "é maior do que a de 2010".
Naquele ano, houve uma operação espetacular em que policiais e militares retomaram o controle da mesma região após confrontos que deixaram cerca de 30 mortos.
Em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs algumas restrições a essas operações nas favelas, como a limitação do uso de helicópteros e da atuação em áreas próximas a escolas ou postos de saúde.
Essas medidas foram suspensas este ano por decisão do Supremo.
Especialistas e organizações de defesa dos direitos humanos criticam esse tipo de operação porque tem pouca eficácia contra as organizações criminosas.
Exigiremos "explicações sobre as circunstâncias da ação, que transformou novamente as favelas do Rio em cenário de guerra e barbárie", disse à AFP por escrito a deputada estadual Dani Monteiro (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Em 2024, cerca de 700 pessoas morreram em intervenções policiais no Rio, quase duas por dia.
A.Moore--AT