-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Perseguição política na Venezuela está se intensificando, alerta missão designada pela ONU
A perseguição política na Venezuela está se intensificando, advertiu, nesta segunda-feira (22), uma missão de especialistas designada pela ONU, que sinalizou que a única esperança de encontrar justiça para as vítimas está a cargo de instâncias internacionais.
"O Estado aumentou novamente a repressão em momentos e eventos de maior tensão política, como foi a posse presidencial em janeiro (...) através de detenções em massa", denunciou a presidente da missão, Marta Valiñas, à imprensa.
"Diante da submissão da Justiça ao Executivo, a única esperança de alcançar justiça para as vítimas na Venezuela repousa sobre as instâncias internacionais", acrescentou outra integrante da missão, Patricia Tappatá Valdez.
Em setembro de 2019, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas estabeleceu uma Missão Internacional Independente de Determinação dos Fatos sobre a Venezuela, com o objetivo de avaliar supostas violações dos direitos humanos.
Esta missão, que não fala em nome da organização internacional, documentou pelo menos 200 detenções entre janeiro e o final de agosto de 2015.
"Nesta primeira metade de setembro, após o fechamento do nosso relatório, pelo menos mais 14 pessoas foram detidas", indicou Valiñas, perante o Conselho.
Após a reeleição do presidente Nicolás Maduro, denunciada como fraudulenta pela oposição, manifestações deixaram 28 mortos, cerca de 200 feridos e mais de 2.400 detidos, dos quais aproximadamente 2.000 foram libertados até o momento, segundo números oficiais.
"As evidências obtidas pela missão (...) confirmam que o crime de perseguição fundamentado em motivos políticos continua sendo cometido na Venezuela, sem que nenhuma autoridade nacional demonstre vontade de prevenir, investigar ou punir" estas graves violações dos direitos humanos, afirmou Valiñas.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) já está há vários anos investigando supostos crimes contra a humanidade que teriam sido cometidos pelo governo de Maduro em 2017, durante os protestos da oposição que resultaram em mais de 100 mortes.
"Em nossa opinião, demorou muito. A documentação está lá. Claro, respeitamos seus procedimentos e sua independência, mas acreditamos que as vítimas não podem esperar", declarou Francisco Cox Vial, outro membro da missão.
A oposição reivindica a vitória nas eleições presidenciais de julho de 2024 e acusa o governo de Maduro de fraude.
M.Robinson--AT