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Governo de Trump expulsa cinco imigrantes para Eswatini
Cinco imigrantes irregulares nos Estados Unidos, vindos de países da Ásia e do Caribe, foram expulsos para Eswatini, um pequeno país governado por uma monarquia absolutista no sul da África.
O governo Trump declarou que seus próprios países se recusam a aceitar esses "criminosos".
"Cinco detidos estão atualmente alojados em nossas instalações penitenciárias, em celas isoladas", confirmou um porta-voz do governo de Eswatini em um comunicado nesta quarta-feira, assegurando que está "facilitando o trânsito desses detidos para seus países de origem".
Trata-se de "estrangeiros criminosos em situação irregular" que seus respectivos países se recusam a aceitar, explicou o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, que divulgou as identidades, fotos e acusações contra os cinco homens, cidadãos vietnamitas, laosianos, iemenitas, cubanos e jamaicanos.
Eles foram transferidos em um avião militar e escoltados por "soldados americanos fortemente armados", disse à AFP um oficial de imigração que testemunhou a cena e pediu para permanecer anônimo.
Eswatini, a última monarquia absoluta da África e vizinha da África do Sul, é governada desde 1986 por Mswati III, criticado por seu estilo de vida luxuoso e frequentemente acusado de violações de direitos humanos.
O presidente americano, Donald Trump, priorizou o combate à imigração irregular, citando uma "invasão" dos Estados Unidos por "criminosos estrangeiros" e divulgando amplamente as expulsões de imigrantes.
Mas seu programa de expulsões é dificultado ou adiado por diversas decisões judiciais, especialmente sob a justificativa de que os afetados devem poder exercer seus direitos.
O governo de Eswatini não especificou qual compensação recebeu por essas expulsões.
T.Wright--AT