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'Argentina com Cristina', apoiadores de Kirchner protestam contra sua condenação
Apoiadores da ex-presidente argentina Cristina Kirchner se reúnem em Buenos Aires nesta quarta-feira (18) para protestar contra a condenação de seis anos em prisão domiciliar que a líder de esquerda cumpre desde terça-feira por corrupção.
Sob o slogan "Argentina com Cristina", a manifestação convocada pelo peronismo, movimento político liderado por Kirchner, começará às 14h locais (mesmo horário em Brasília) na emblemática Praça de Maio, em frente à sede do governo.
O ato busca "acompanhar Cristina e exigir sua liberdade", declarou o senador Eduardo de Pedro na rede social X, e reunirá partidos políticos, organizações sociais e os principais sindicatos, com delegações de várias regiões do país.
Kirchner foi condenada por gestão fraudulenta de contratos de obras públicas na província de Santa Cruz, em uma decisão judicial confirmada na última terça-feira pela Suprema Corte.
No dia do veredicto, um tribunal concedeu a prisão domiciliar, que entrou em vigor imediatamente, e isentou a ex-presidente (2007-2015) de comparecer pessoalmente à audiência, o que evitou uma concentração de apoiadores que planejavam acompanhá-la ao longo dos 5 quilômetros de sua casa até o tribunal.
No entanto, isso não desativou o protesto contra sua condenação, que a oposição considera uma proscrição.
"A ação de solidariedade a Cristina e em defesa dos direitos humanos políticos, econômicos, sociais e culturais dos argentinos não será suspensa por nenhum motivo", anunciou na terça-feira o líder de esquerda Juan Grabois, aliado político de Kirchner.
A CGT, principal federação de trabalhadores do país, expressou seu "repúdio a uma decisão injusta, parcial e arbitrária" e convocou uma "concentração popular" em apoio à presidente do Partido Justicialista.
- "Temos que estar aqui" -
Há uma semana, centenas de apoiadores da ex-mandatária têm se concentrado em frente ao seu prédio no bairro Constitución, apesar das baixas temperaturas.
As paredes do edifício estão cobertas de cartas e mensagens de apoio, e há uma atmosfera festiva, com chouriços e cantos peronistas.
"Temos que estar aqui porque a história está em nossas mãos e o que não fizermos também será cobrado pela história", disse à AFP Ana Negrete, professora e comunicadora de 47 anos, em frente à casa de Kirchner.
A manifestação ocorre um dia após a promulgação de um decreto do presidente Javier Milei que amplia os poderes da polícia para prender, fazer buscas e realizar vigilância digital sem mandado.
Para a ONG Coordenadoria contra a Repressão Policial (Correpi, na sigla em espanhol), isto implica a "destruição das liberdades democráticas" no país.
O chefe de gabinete, Guillermo Francos, avaliou ao canal A24 na terça-feira que "a reação inicial (da militância peronista) não será a mesma ao longo do tempo" e que será necessário esperar "para ver se isso se torna um espetáculo permanente".
A Suprema Corte ratificou a condenação dias depois de Kirchner anunciar sua candidatura a deputada pela província de Buenos Aires, o que lhe concederia privilégios legislativos por quatro anos, caso fosse eleita.
A ex-presidente denunciou a parcialidade do Judiciário e acusou os membros da corte de serem "fantoches" a serviço do poder econômico.
N.Mitchell--AT