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Mundo reage à eleição do papa Leão XIV, o primeiro pontífice dos EUA e Peru
Robert Francis Prevost, de 69 anos, tornou-se, nesta quinta-feira (8), o primeiro papa americano - também com nacionalidade peruana - da história, sob o nome de Leão XIV. Estas são as principais reações à sua eleição.
- Estados Unidos -
O presidente americano, Donald Trump, parabenizou Leão XIV em uma mensagem na sua rede, Truth Social.
“Que emoção e que grande honra para o nosso país", disse. "Estou ansioso para conhecer o papa Leão XIV. Será um grande momento!", acrescentou.
- Peru -
A presidente do Peru, Dina Boluarte, destacou o fato de que o papa Leão XIV seja peruano por "escolha e convicção" com mais de 20 anos de serviço no país.
É um "momento histórico para o Peru", destacou no Facebook sobre a eleição de Robert Prevost, que nasceu em Chicago mas tornou-se peruano em 2015.
"Escolheu ser um de nós, viver entre nós e levar em seu coração a fé, a cultura e os sonhos deste país", escreveu.
- Brasil -
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao novo papa que continue o trabalho do falecido Francisco.
"Desejo que ele dê continuidade ao legado do papa Francisco, que teve como principais virtudes a busca incessante pela paz e justiça social, a defesa do meio ambiente, o diálogo com todos os povos e todas as religiões e o respeito à diversidade dos seres humanos", publicou Lula no X.
- Argentina -
"Hoje, mais que nunca, ansiamos que a voz do Papa ressoe com força na defesa dos pilares que sustentaram a civilização: a vida, como dom principal; a liberdade, como dom sagrado do Criador; e a propriedade privada, como fundamento da responsabilidade pessoal e do desenvolvimento dos povos", disse o presidente da Argentina, Javier Milei.
- Colômbia -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, celebrou a eleição de um papa americano com profundos vínculos na América Latina.
"Que seja o grande líder dos povos migrantes no mundo e que encoraje nossos irmãos migrantes latino-americanos, hoje humilhados nos EUA", afirmou o mandatário no X. "É mais que um americano", acrescentou.
- México -
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, ressaltou sua "convergência humanista" com o novo pontífice.
"Parabenizamos sua santidade Leão XIV (...) Ratifico nossa convergência humanista em favor da paz e da prosperidade mundial", declarou a governante.
- Itália -
"A Itália olha com respeito e esperança" para sua "herança espiritual, que faz parte do caminho traçado pelo papa Francisco", escreveu no X.
- Espanha -
O presidente do governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, disse esperar que o novo papa "contribua para fortalecer o diálogo e a defesa dos direitos humanos".
Os reis da Espanha, por sua vez, apontaram que seu chamado pela paz "inspira" e "encoraja", segundo mensagem da Casa Real espanhola no X.
- França -
O presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu que o "novo pontificado seja portador de paz e esperança".
Também enviou uma "mensagem fraternal" ao novo papa e "a todos os católicos da França e do mundo" durante a celebração do 80º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa.
- Ucrânia -
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse esperar que o Vaticano continue apoiando "moralmente e espiritualmente" Kiev para "restabelecer a justiça e alcançar uma paz duradoura" com Moscou.
"A Ucrânia aprecia profundamente a posição constante da Santa Sé em favor do respeito ao direito internacional, condenando a agressão militar da Federação da Rússia contra a Ucrânia e protegendo os direitos dos civis inocentes", acrescentou em publicação no X.
- Rússia -
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esperar que o pontífice americano e peruano continue o "diálogo construtivo" com o Kremlin.
"Confio que o diálogo construtivo e a cooperação estabelecidos entre a Rússia e a Santa Sé continuem se desenvolvendo com base nos valores cristãos que nos unem", disse em nota divulgada pelo Kremlin.
- Alemanha -
"Por sua função, oferece esperança e orientação a milhões de fiéis em todo o mundo nesses tempos difíceis", declarou o chefe do governo alemão, o conservador Friedrich Merz, em um comunicado.
- Polônia -
O presidente polonês, Andrzej Duda, assegurou que seu país, tradicionalmente católico, está disposto a "estreitar os laços únicos" com a Igreja após a eleição do papa Leão XIV.
"Peço-lhe que aceite a garantia da vontade da República [da Polônia] de estreitar ainda mais esses laços únicos, em nome dos valores compartilhados, da responsabilidade pelo bem comum e do fortalecimento da paz mundial", disse Duda, católico declarado.
- União Europeia -
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, enalteceu o compromisso do novo papa com a paz.
"Desejamos que seu pontificado esteja guiado pela sabedoria e pela força, enquanto lidera a comunidade católica e inspira o mundo com seu compromisso em favor da paz e do diálogo", afirmou Von der Leyen.
- Reino Unido -
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, celebrou a eleição "transcendental" de Leão XIV e destacou estar ansioso para trabalhar com ele.
"A eleição do papa Leão XIV é um momento de profunda alegria para os católicos do Reino Unido e de todo o mundo, e abre um novo capítulo para a liderança da Igreja e no mundo", disse.
- Hungria -
"Temos um papa! Temos esperança!", reagiu o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban.
- Líbano -
Aoun expressou sua esperança de que o novo papa fortaleça "o diálogo entre as religiões e as culturas, e faça de seu pontificado uma era rica em realizações a serviço de toda a humanidade".
- Israel -
O presidente israelense, Isaac Herzog, disse esperar um fortalecimento dos laços entre seu país e a Santa Sé.
"Aspiramos fortalecer as relações entre Israel e a Santa Sé, assim como a amizade entre judeus e cristãos na Terra Santa e em todo o mundo", declarou.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também parabenizou Leão XIV e desejou-lhe sucesso para “fomentar a esperança e a reconciliação entre todas as religiões”.
- Portugal -
"Acredito que esta eleição tem um significado político, um significado social, e espero que agora se concretize em um pontificado marcado por uma ação positiva, independentemente das crenças de todos aqueles que professam outras fés", reagiu o primeiro-ministro português, Luís Montenegro.
burs-gge/mba/sag/ic/mvv
J.Gomez--AT