-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
-
Argentina estima que visita do papa mobilizará sete milhões de fiéis
-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
-
Merz promete seguir governando pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
Incêndio que ameaça joia turística da Colômbia está parcialmente sob controle
-
Extrema direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
-
Merz promete manter governo pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
'Lofi Girl', um fenômeno mundial no YouTube com música relaxante
-
Partido de Putin conquista supermaioria nas eleições parlamentares
-
CNN, MS NOW e Politico vão processar governo Trump por impedi-los de entrar na Casa Branca
-
Leão XIV, o americano reservado que começa a afirmar seu estilo
-
Luis de la Fuente renova contrato com a seleção espanhola até 2032
-
Exterma direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
Ex-ministro mexicano é condenado nos EUA por tráfico de drogas
O ex-ministro de Segurança Pública do México, Genaro García Luna, foi condenado nesta quarta-feira (16) a 466 meses de prisão (38,8 anos), a pagar uma multa de US$ 2 milhões e a cinco anos de liberdade vigiada, anunciou a Justiça dos Estados Unidos.
O juiz Brian Cogan, contudo, não condenou o ex-czar antidrogas do governo de Felipe Calderón (2006-2012) à prisão perpétua, como solicitavam os promotores, porque queria "ter alguma luz no fim do túnel".
"Não vou condená-lo a prisão perpétua", pois "quero ter alguma luz no fim do túnel", disse o juiz ao anunciar "460 meses" por quatro acusações das quais foi considerado culpado por júri popular em fevereiro de 2023, e mais seis meses por falsificação de documentos para solicitar a cidadania americana.
Ao final da condenação, o ex-ministro passará cinco anos em liberdade vigiada e terá que pagar US$ 2 milhões (R$ 11,3 milhões) de multa. Sua esposa e sua filha compareceram à audiência, na qual ele se manteve sereno ao conhecer sua sentença.
García Luna, de 56 anos, manteve uma "vida dupla" de funcionário cumpridor da lei, ao mesmo tempo que "facilitou" o cometimento de "coisas horríveis", disse o juiz, tomando alguns argumentos da promotoria.
"Teve a mesma violência de [Joaquín] 'El Chapo' Guzmán", o líder do Cartel de Sinaloa, condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos, mas "a manifestou de forma diferente", disse o juiz.
A promotoria havia pedido prisão perpétua para o funcionário público mexicano de mais alto escalão a se sentar no banco dos réus nos Estados Unidos, enquanto a defesa pedia 20 anos, a pena mínima pelos cinco crimes dos quais foi considerado culpado. Um deles foi proteger o Cartel de Sinaloa, pelo que teria recebido milhões de dólares em troca.
Após destacar seu comportamento na prisão ao longo dos quase cinco anos de detenção, García Luna disse ao juiz: "Nunca fui uma ameaça ou risco para a comunidade". Também implorou a Cogan para que o "permitisse retornar o mais rápido possível" para sua família e para o seio da "amada sociedade" à qual pertence.
O.Gutierrez--AT