-
Policiais e manifestantes entram em confronto na Bolívia
-
Presidente eleito de extrema direita celebra início de 'nova era' na Colômbia
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) com brilho de Salah e fica perto dos 16-avos da Copa
-
Torcedores franceses e iraquianos se reúnem ao redor da estátua de Rocky, na Filadélfia
-
Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni
-
Messi volta a se refugiar com a seleção argentina durante 'dias difíceis'
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) e fica perto dos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Uma nação dividida assiste com desconfiança ao empate do Irã
-
Cabo Verde arranca empate (2-2) contra Uruguai, que se complica na Copa
-
EUA afirma que negociações com Irã vão continuar
-
Colômbia faz guinada à direita e elege milionário pró-Trump presidente
-
'Showman' milionário e pró-Trump vai governar a Colômbia
-
Deschamps garante que Dembélé vai evoluir ao longo da Copa
-
Candidato da extrema direita é eleito presidente na Colômbia
-
Candidato da extrema direita lidera segundo turno na Colômbia
-
Técnico da Áustria diz que Argentina não tem pontos fracos
-
Bélgica fica no 0 a 0 com Irã e segue sem vencer na Copa do Mundo
-
Técnico do Iraque brinca sobre jogar 'com três goleiros' contra a França
-
Francisco Conceição elogia CR7, mas o considera 'mais um na equipe' de Portugal
-
Serena Williams disputará Wimbledon em simples, aos 44 anos
-
Turistas de hotel incendiado na República Dominicana retornam para seus países
-
Delegação do Irã deixa local de negociações após ameaça de Trump
-
Brasil precisa se reestruturar rápido após lesão de Raphinha, diz Paquetá
-
Morreu Ramiro Valdés, um dos líderes da Revolução Cubana
-
Irã pede que EUA 'meça palavras', no começo de negociações
-
Noskova surpreende Pegula e é campeã do WTA 500 de Berlim
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas e brilho de Oyarzabal
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas
-
Irã e EUA retomam negociações na Suíça para pôr fim à guerra no Oriente Médio
-
Argentina treina antes de viajar para duelo contra Áustria
-
Vitória e classificação: a motivação de Mbappé em seu 100º jogo pela seleção francesa
-
Starmer pondera 'realidades políticas' enfrentadas, diz ministro do Comércio
-
Francisco Cerúndolo é campeão do torneio de Queen's, seu primeiro ATP 500
-
Brasil treina sem 7 jogadores antes de duelo contra Escócia
-
Bolívia reduz bloqueios a estradas fechadas por opositores ao presidente
-
Tiafoe vence Fritz e é campeão do ATP 500 de Halle
-
Carrasquilla, o astro panamenho que sonha em enfrentar o ídolo Modric
-
Irã e EUA voltam à Suíça para negociar o fim da guerra no Oriente Médio
-
Espanha e Uruguai voltam a campo neste domingo e querem se juntar aos campeões que já venceram
-
Colômbia escolhe entre candidato pró-Trump e herdeiro político da esquerda no poder
Imprensa e opositores de Ortega denunciam prisão de bispo na Nicarágua
Veículos de comunicação da Nicarágua e ativistas opositores exilados denunciaram nesta quinta-feira (21) a prisão de um bispo que disse que a Conferência Episcopal rezava pelo monsenhor Rolando Álvarez, um crítico do governo de Daniel Ortega condenado a 26 anos de prisão.
Embora a polícia da Nicarágua não tenha mencionado a denúncia, opositores exilados na Costa Rica e nos Estados Unidos reportaram a prisão do bispo Isidoro Mora, responsável pela diocese de Siuna, localidade situada a cerca de 300 km de Manágua.
A advogada Martha Molina, pesquisadora de assuntos da Igreja nicaraguense exilada nos Estados Unidos, disse à AFP que a polícia prendeu o bispo ontem, juntamente com dois seminaristas, no município La Cruz de Río Grande.
Veículos de comunicação que trabalham a partir da Costa Rica indicaram que Mora foi detido depois que manifestou na última terça-feira, durante uma missa em Matagalpa, de cuja diocese Álvarez é bispo, que os membros da Conferência Episcopal "estão sempre unidos rezando pelo monsenhor Rolando".
Álvarez, 57, foi preso em agosto de 2022 e condenado em 10 de fevereiro a 26 anos de prisão, sob acusações de traição à pátria, divulgação de notícias falsas e desacato, um dia após se recusar a ir para os Estados Unidos juntamente com 222 opositores presos expulsos do país.
A Nicarágua endureceu as leis sobre as ONGs e fechou quase 3.500, incluindo órgãos e ordens religiosas, após os protestos de 2018, que deixaram mais de 300 mortos em três meses, segundo a ONU.
Uma investigação de Martha Molina detalhou que houve 740 ataques contra a Igreja desde 2018 e que 176 sacerdotes e religiosas foram expulsos, banidos ou proibidos de entrar no país.
E.Flores--AT