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Governo inglês, entidades e clubes reagem à decisão da UE sobre Superliga
Estas foram as principais reações até o momento após a decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) de considerar contrárias ao direito à concorrência as normas da Uefa que proíbem torneios organizados fora de sua jurisdição, como o projeto da Superliga, promovido há dois anos por 12 clubes.
- GOVERNO BRITÂNICO: "O Governo britânico mantém sua oposição e promete legislar em 2024 para travar qualquer iniciativa a favor de um torneio privado reservado aos clubes de elite".
- PREMIER LEAGUE: "A decisão não endossa a chamada 'Superliga Europeia' e a Premier League continua a rejeitar qualquer conceito deste tipo. Os torcedores são de vital importância para o futebol e têm repetidamente deixado clara sua oposição a uma competição separatista que rompe a ligação entre o futebol nacional e o europeu".
- ASSOCIAÇÃO EUROPEIA DE CLUBES (ECA, que reúne cerca de 500 clubes europeus): "Para ser absolutamente claro, a decisão não apoia nem aprova de forma alguma qualquer projeto da Superliga. Desde que o caso foi levado ao tribunal há dois anos, grandes reformas foram implementadas, incluindo novas regras da Uefa para a autorização de competições. A ECA continuará trabalhando com a Uefa, a Fifa e todas as partes reconhecidas pelo futebol para desenvolver o jogo de uma forma positiva e progressiva, com base nos princípios da meritocracia esportiva, inclusão e equidade".
- MANCHESTER UNITED: "Nossa posição não mudou. Continuamos totalmente empenhados na nossa participação nas competições da Uefa, cooperando positivamente com a Premier League e os demais clubes, por meio da Associação Europeia de Clubes (ECA), para o desenvolvimento contínuo do futebol europeu".
- REAL MADRID (comunicado institucional de seu presidente, Florentino Pérez): "O futebol europeu de clubes não é e nunca mais será um monopólio. A partir de hoje, os clubes serão os donos de seu destino. Os clubes veem plenamente reconhecidos seu direito de propor e promover as competições que modernizam nosso esporte e atraem torcedores de todo o mundo. Em suma, hoje a Europa das liberdades voltou a triunfar, e hoje o futebol e os seus torcedores também triunfaram".
- BARCELONA: "Como uma das entidades impulsionadoras da Superliga, o FC Barcelona considera que a decisão abre caminho para uma nova competição de futebol de nível máximo na Europa, manifestando-se contra a figura do monopólio no mundo do futebol, e quer oferecer uma proposta de diálogo sobre qual deverá ser o modelo europeu de competição do futuro".
- ATLÉTICO DE MADRID: "Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Espanha (com exceção de Real Madrid e Barcelona), etc. não querem a Superliga. Somos a favor de proteger a grande família do futebol europeu, de proteger as ligas nacionais e que, através delas, a classificação para as competições europeias seja alcançada em campo a cada temporada".
- BAYERN DE MUNIQUE: "(A decisão) Não altera a posição do FC Bayern e da ECA de que tal competição seria um ataque ao significado das ligas nacionais e à estrutura do futebol europeu. A Bundesliga é a base do FC Bayern, tal como todas as ligas nacionais são a base dos clubes de futebol europeus. Portanto, é nosso dever e nossa profunda convicção fortalecê-las, e não enfraquecê-las. Também estamos comprometidos com as competições europeias de clubes sob a égide da Uefa (...) A porta para a Superliga no FC Bayern permanece fechada".
- FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL (presidente Fernando Gomes):
"Já em 2020 manifestei minha total discordância e repúdio pela criação de uma Superliga. Três anos depois mantenho minha opinião. Acho que é uma péssima ideia para o futebol, pois viola todos os princípios do mérito esportivo. A se concretizar, prejudicaria muito o futebol como um todo, e os clubes portugueses, em particular. Por isso, a FPF foi, é e será convicta e frontalmente contra competições organizadas fora das federações e ligas e apoia de forma firme o modelo esportivo europeu".
H.Gonzales--AT