-
Enem 2026: portões fecham às 13h30 e provas do primeiro dia começam em todo o país
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
Honduras pede a embaixadora dos EUA que evite 'ingerência' em política interna
O ministro hondurenho das Relações Exteriores, Enrique Reina, pediu, nesta quarta-feira (8), que a embaixadora dos Estados Unidos em Tegucigalpa, Laura Dogu, evite comentários de "ingerência" na política interna do país, depois que ela criticou a polêmica nomeação de novos procuradores.
Após receber a embaixadora em seu gabinete, Reina disse que a chamou para "pedir-lhe que não tenha opiniões que sejam de caráter de ingerência (...) qualquer que seja sobre um tema interno, pois para nós é interferir" na política hondurenha.
"Ali é o chamado de atenção [à embaixadora] porque isso gera, obviamente, chances para que setores que estão buscando desestabilizar [o governo hondurenho], se sintam encorajados", disse o chanceler durante coletiva de imprensa, indicando que a relação com os Estados Unidos agora é de respeito mútuo, não de "súditos" como antes.
O ministro convocou Dogu depois que ela criticou, na semana passada, a nomeação de novos procuradores, um tema que há meses contrapõe o governo de esquerda de Xiomara Castro e a oposição de direita.
Em 1º de novembro, durante o recesso legislativo, uma comissão permanente do Congresso, composta por nove membros, todos governistas, nomeou novos chefes do Ministério Público, um fato condenado pela oposição, para a qual eles deviam ser eleitos no plenário.
"A decisão tomada hoje por uma minoria do Congresso de Honduras de eleger novo Procurador-geral e Promotor-geral adjunto mina ainda mais a confiança das instituições no país", escreveu a embaixadora na rede X (antigo Twitter) no mesmo dia.
"Fazemos um apelo a todos os hondurenhos a evitar a violência e buscar consenso na eleição do Procurador-geral e Adjunto com os 86 votos requeridos", acrescentou a diplomata.
O Congresso estava paralisado havia dois meses pela falta de um acordo entre os dois lados para nomear estes promotores.
O plenário fez várias tentativas frustradas para designá-los, sem conseguir chegar aos dois terços dos votos (86), pois a oposição obteve apenas 74 votos e a situação, 52.
A comissão permanente nomeou por unanimidade os advogados Johel Zelaya como procurador-geral e Mario Morazán como procurador-geral adjunto, e os empossou imediatamente.
Os dois assumiram os cargos, mas a oposição não reconhece sua nomeação. Por isto, o Congresso está paralisando, aumentando a tensão política no país.
A.Moore--AT