-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Erupções tropicais têm maior impacto no arrefecimento do Hemisfério Norte
-
Enem 2026: portões fecham às 13h30 e provas do primeiro dia começam em todo o país
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
Jornalista desaparecido é encontrado morto no México
Luis Martín Iñiguez, correspondente do jornal La Jornada que estava desaparecido, foi encontrado morto neste sábado, no estado mexicano de Nayarit, informou o veículo.
"Um corpo encontrado no povoado de Huachines, município de Tepic, foi identificado como sendo o de Luis Martín Iñiguez, 59 anos", informou o jornal em seu site.
O corpo de Iñiguez foi localizado na manhã deste sábado, em uma área rural próxima de Tepic, capital de Nayarit. Aparentemente, estava embrulhado em sacos plásticos e trazia uma mensagem no peito, supostamente de criminosos, segundo a imprensa de Nayarit.
Primeiro jornalista em atividade assassinado no México em 2023, Iñiguez foi o terceiro correspondente do La Jornada vítima de assassinato nos últimos anos.
Segundo a RSF, o México é considerado um dos países mais perigosos do mundo para o exercício da profissão de jornalista. Mais de 150 jornalistas foram assassinados no país desde o ano 2000, de acordo com a organização.
Segundo o governo, 13 homicídios de repórteres foram registrados apenas em 2022. Autoridades investigam se estes fatos tiveram relação com a profissão das vítimas.
A maioria dos crimes envolvendo comunicadores segue sem punição.
D.Lopez--AT