-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Erupções tropicais têm maior impacto no arrefecimento do Hemisfério Norte
-
Enem 2026: portões fecham às 13h30 e provas do primeiro dia começam em todo o país
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
Centro internacional começa a investigar crimes na invasão russa da Ucrânia
Um centro internacional para investigar possíveis crimes de agressão cometidos pela Rússia durante a invasão da Ucrânia foi inaugurado em Haia nesta segunda-feira (3), um primeiro passo "histórico", segundo Kiev.
O centro investigará e reunirá evidências para futuros julgamentos de autoridades do Kremlin e militares russos pela invasão da Ucrânia.
O objetivo é preencher um vácuo legal, já que o Tribunal Penal Internacional (TPI) não tem competência para processar a agressão de um país contra outro.
O Centro Internacional para a Acusação do Crime de Agressão contra a Ucrânia (ICPA, na sigla em inglês) conta com promotores da Ucrânia, da União Europeia, dos Estados Unidos e do TPI.
"Estamos reunidos aqui por ocasião de um momento verdadeiramente histórico, eu diria que um momento que define uma época", disse o procurador-geral da Ucrânia, Andriy Kostin, em entrevista coletiva na Eurojust, o escritório judicial da UE em Haia, onde está a sede do centro.
De acordo com Kostin, a abertura do ICPA é um "sinal claro de que o mundo está unido, de forma inabalável, no caminho para responsabilizar o regime russo por todos os seus crimes".
A Ucrânia insistiu na criação de um tribunal especial desde a descoberta de centenas de corpos na cidade de Bucha, perto da capital ucraniana, em abril de 2022, logo após a retirada das tropas russas.
O TPI, que não tem poderes para julgar a agressão russa, investiga crimes de guerra e crimes contra a humanidade específicos cometidos na Ucrânia, e emitiu um mandado de prisão para o presidente russo, Vladimir Putin, em março por supostas deportações de crianças.
No entanto, há dúvidas sobre como um tribunal especial funcionaria, quando poderia ser criado e quem o apoiaria, embora a opção mais provável pareça ser um tribunal híbrido regido pela lei ucraniana com juízes ucranianos e estrangeiros.
T.Wright--AT