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Luta contra a mudança climática é do interesse dos países, diz ONU
O chefe do organismo da ONU para as Mudanças Climáticas pediu, nesta quinta-feira (6), que os países ajam em prol de seus próprios interesses para combater as mudanças climáticas, em meio ao anúncio de recuo ambiental dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump.
Em um discurso em Brasília, Simon Stiell reconheceu que muitos países entregarão suas estratégias climáticas com atraso.
No entanto, ele destacou avanços concretos desde a assinatura do Acordo de Paris, há uma década.
"Já estamos indo na direção certa. Só precisamos implementar, e implementar mais e mais rápido", afirmou Stiell, secretário-executivo da Convenção-quadro da ONU para as Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), durante um fórum na capital.
Para Stiell, com dois trilhões de dólares (R$ 11,57 trilhões) em investimentos climáticos globais, será a realidade econômica, e não apenas aspirações nobres, que impulsionará as ações.
O interesse próprio, "acima de todos os outros fatores", é a razão pela qual "a mudança para a energia limpa agora é imparável: por causa da escala colossal de oportunidade econômica que ela apresenta", disse ele.
"Um país pode recuar, mas outros já estão se posicionando para tomar o seu lugar e colher as enormes recompensas: crescimento econômico mais forte, mais empregos, menos poluição e custos de saúde muito mais baixos, energia mais segura e acessível", acrescentou Stiell.
Trump anunciou pela segunda vez – a primeira foi durante seu primeiro mandato – a retirada dos Estados Unidos, o segundo maior poluente mundial depois da China, do Acordo de Paris.
No âmbito desse pacto, assinado em 2015, os países devem apresentar suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês). O prazo para a entrega desses planos climáticos, com metas até 2035, é 10 de fevereiro, mas poucos fizeram o dever de casa.
"Já vimos várias economias importantes – incluindo Brasil e Reino Unido, entre outras – enviarem sinais claros de que estão intensificando a ação climática ao apresentarem novos e ousados planos climáticos nacionais", destacou Stiell.
O representante da ONU acredita que "faz sentido dedicar um pouco mais de tempo para garantir que esses planos sejam de primeira linha" e estabeleceu setembro como prazo final.
Segundo um funcionário da ONU, mais de 170 países indicaram à UNFCCC que estão trabalhando em suas novas metas, com a intenção de apresentá-las ainda este ano, a maioria antes da COP30, em novembro, em Belém do Pará.
A conferência seguirá a realizada no ano passado em Baku, que obteve um compromisso mínimo para que as nações ricas forneçam 300 bilhões de dólares anuais (R$ 1,73 trilhão) para enfrentar as mudanças climáticas até 2035.
É "uma linha de base, não uma linha final", enfatizou Stiell, que elogiou a pressão do Brasil por uma reforma do sistema financeiro global.
"Dez anos depois de Paris, não teremos cumprido todos os nossos compromissos", reconheceu ele, mas "os próximos dez anos serão o cronograma crucial no qual coalizões se formarão para dar resultados".
S.Jackson--AT