-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Real Madrid vai se reencontrar com Benfica na repescagem da Champions
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
-
Goretzka anuncia saída do Bayern de Munique ao final da temporada
-
Grealish vai 'provavelmente' desfalcar o Everton no restante da temporada
-
Juiz dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Vice-presidente da Comissão Europeia lamenta imagens 'aterrorizantes' de Minneapolis
-
Itália julga seis pessoas por naufrágio de embarcação de migrantes que deixou 94 mortos
-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Panamá negocia com Maersk para operar no canal após anular contrato com empresa de Hong Kong
-
Forças curdas anunciam acordo 'global' com o governo da Síria
-
Reino Unido insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Chanceler iraniano se diz disposto a negociação nuclear 'em pé de igualdade'
-
Trump indica Kevin Warsh para ser o próximo presidente do Fed
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
-
IA ajuda médicos a detectar câncer de mama em exames, aponta estudo
-
Repescagem da Champions terá Monaco-PSG e reencontro de Benfica com Real Madrid
-
Panamá anula concessão a uma empresa de Hong Kong em seu canal; China promete proteger suas companhias
-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
EUA a caminho de novo 'shutdown' em meio a críticas democratas por mortes de manifestantes
-
Alcaraz supera Zverev em batalha de mais 5 horas e avança à final do Aberto da Austrália
-
Premiê britânico insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
-
Irã ameaça bombardear bases e porta-aviões dos EUA se for atacado
-
Argentina decreta emergência por incêndios na Patagônia
-
Trump suspende parcialmente o embargo petrolífero à Venezuela após abertura em nova lei
-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Lágrimas de LeBron acendem especulações sobre despedida das quadras
-
Bayern visita Hamburgo com missão de evitar que título da Bundesliga fique em aberto
-
EUA deve manter distância de aposta separatista de Alberta, diz premiê do Canadá
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Mano Menezes assume como novo técnico da seleção peruana
-
Eliminado da Champions e prejudicado por lesões, Napoli foca na Serie A
-
Porto, Betis e Roma avançam às oitavas da Liga Europa; Feyenoord é eliminado
-
'Czar da fronteira' de Trump promete continuar ofensiva anti-imigração em Minneapolis
-
Justiça do Rio proíbe SAF do Botafogo de vender jogadores
-
Irã adverte que 'muitas' bases dos EUA estão ao alcance de seus mísseis
Dino desafia Sanções dos EUA
A crise diplomática entre Brasília e Washington entrou numa nova fase após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, de afirmar que leis, ordens executivas e decisões judiciais estrangeiras não produzem efeitos automáticos no Brasil sem homologação judicial. O movimento ocorre semanas depois de os Estados Unidos sancionarem o ministro Alexandre de Moraes sob a Lei Global Magnitsky e de a Casa Branca elevar a tarifa efetiva sobre produtos brasileiros a 50%.
O impasse abre um campo minado que vai muito além da retórica: bancos, exportadores e investidores passaram a operar sob risco jurídico e de compliance, enquanto as duas capitais testam limites de poder e soberania.
O que mudou com a decisão do STF
Na prática, a medida de Dino coloca um anteparo institucional à extraterritorialidade de sanções e atos administrativos estrangeiros. Para empresas e instituições financeiras, isso significa que bloqueios ou vedações ditados por outra jurisdição não podem ser simplesmente “espelhados” no território nacional; dependeriam de validação formal no Judiciário brasileiro. A leitura política é de “defesa da jurisdição” — e, simultaneamente, de confrontação direta com os instrumentos sancionatórios de Washington.
Por que os bancos estão no fogo cruzado
O sistema financeiro brasileiro depende do acesso ao dólar e de contas de compensação em Nova York para pagamentos externos, financiamento de comércio e gestão de risco cambial. Ainda que a decisão do STF valha internamente, bancos e grandes corporações precisam observar listas e restrições de autoridades americanas para não perderem correspondentes, acesso a sistemas de mensagens e liquidação em moeda forte. O resultado é um dilema: cumprir estritamente a ordem doméstica e arriscar o relacionamento internacional, ou adotar medidas de prudência para preservar a capacidade operacional no exterior.
Tarifas e efeitos na economia real
A elevação tarifária a 50% sobre uma cesta de bens brasileiros já reprecifica contratos de exportação e cadeias de suprimento. Setores como agronegócio (com destaque ao café), siderurgia, químicos e manufaturas veem custos e prazos subirem, com potenciais desvios de comércio e renegociação de volumes. No mercado doméstico, o choque tarifário tende a pressionar o câmbio, encarecer importados e, por tabela, reacender a discussão sobre metas de inflação e política monetária.
Os cenários para “o que pode acontecer agora”
1) Descompressão negociada — Canais diplomáticos podem buscar “licenças gerais” e exceções setoriais para mitigar efeitos tarifários e reduzir incerteza regulatória sobre bancos e empresas. Um roteiro paralelo é a contestação jurídica das tarifas em cortes americanas, sem descartar foros multilaterais, como forma de ganhar previsibilidade.
2) Escalada sancionatória — Se prevalecer a lógica de “dobrar a aposta”, Washington pode ampliar designações individuais e apertar a vigilância sobre “apoio material” a alvos sancionados. Para o Brasil, isso implicaria mais de-risking por bancos globais, prêmios de risco maiores e fragmentação de canais de financiamento. Exportadores teriam de redesenhar rotas e moedas de faturamento.
3) Dualidade regulatória e custos permanentes — Mesmo sem novas medidas, a coexistência de ordens conflitantes (doméstica vs. estrangeira) já adiciona custo de compliance, due diligence reforçada e cláusulas contratuais de “sanctions snapback”. Em linguagem simples: negócios ficam mais lentos e caros.
4) Recalibragem interna — Autoridades econômicas podem priorizar buffers de liquidez em dólar, ampliar linhas com bancos multilaterais e aprofundar acordos de compensação em moedas locais em rotas alternativas. No comércio, empresas tendem a diversificar mercados para diluir dependências.
Marcos a acompanhar nas próximas semanas
— Eventuais novas designações ou guias interpretativos de autoridades americanas sobre o alcance das sanções.
— Sinais de acomodação regulatória do lado brasileiro (coordenação entre Banco Central, CVM e Judiciário).
— Movimentos de bancos e grandes exportadores em relação a correspondentes e moedas de liquidação.
— Andamento de contestações jurídicas às tarifas e eventuais janelas de isenção setorial.
Linha do tempo (resumo)
— 30/07/2025: sanções dos EUA a Alexandre de Moraes sob a Lei Global Magnitsky; anúncio de tarifa efetiva de 50% a produtos brasileiros.
— 06/08/2025: início de vigência do novo patamar tarifário.
— 18–19/08/2025: decisões no STF, relatadas por Flávio Dino, limitando efeitos automáticos de leis e ordens estrangeiras no Brasil.
— 27/08/2025: governo brasileiro sinaliza contestação jurídica das tarifas no próprio sistema judicial dos EUA.
O fio condutor
O Brasil afirma soberania judicial; os EUA, alcance extraterritorial de sanções e de política comercial. Entre esses polos, o setor privado já precifica riscos, redesenha fluxos e revisa contratos. A trajetória final dependerá menos de discursos e mais da engenharia institucional capaz de dar segurança jurídica aos agentes econômicos dos dois lados.
Россия: Пропагандисты ликуют: отрезали голову!
Пригожин оправдывается | Лавров умоляет о везите в США
Россия: Здоровье Навального в опасности
Россия: Вагнеровцев не хотят хоронить!
Вам пришла повестка на Госуслугах. Что делать?
Россия: Людмила Путин зарабатывала на долгах
Vídeo: Aqui pode ver o terror da Rússia na Ucrânia!
700.000 pessoas no maior festival de música do Médio Oriente