-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
-
Alcaraz vence Medvedev e vai à final do ATP 500 de Viena
-
Deslocados da cidade ocupada de Oleshki chegam à Ucrânia
-
França em alerta diante do risco de violência em novas manifestações
-
Alemanha mobiliza a polícia antes de um grande dia de protestos juvenis
-
Presidente da Polônia convoca consultas de emergência devido a crise institucional
-
França mobiliza amplo esquema de segurança diante de novo dia de protestos
-
Flávio Bolsonaro diz que saiu do Brasil por ser vítima de 'perseguição'
-
Gigantes da IA prometem solução para evitar uso de conteúdo de mídia para treinar modelos
-
Flávio Bolsonaro diz que saiu do Brasil porque é vítima de "perseguição"
-
Rússia se mostra inflexível em G20 dividido pelos conflitos geopolíticos
-
COP17 chega a acordo sobre textos-chave para proteger a natureza
-
Juíza dos EUA questiona principal argumento para construir arco de Trump
-
Cruzeiro desafia hegemonia do Corinthians na final da Libertadores feminina
-
Bolsa e real encerram sua pior semana em anos após reeleição de Lula
-
Trump e Milei enfrentam pressão por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
-
Wall Street fecha com forte queda após setor tecnológico despencar
-
COP17 chega a acordos sobre textos fundamentais para proteger a natureza
-
Mbappé ficou a apenas 28 pontos de Kane na votação da Bola de Ouro
-
Líder PSG goleira lanterna Le Havre (5-1) com hat-trick de Hakimi
-
Byanca Brasil: da depressão à final da Libertadores feminina
-
Estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob forte esquema de segurança
-
Fils abandona e Fritz vai à semifinal do ATP 500 da Basileia
-
Democratas pedem explicações a governo Trump por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
Brasil se torna membro associado do Cern
O Brasil se tornou o primeiro país das Américas a ser membro associado do Cern, a Organização Europeia para a Investigação Nuclear, anunciou, nesta sexta-feira (22), a entidade com sede na Suíça.
Lar do maior laboratório de física de partículas do mundo, o Cern busca descobrir do que é feito o universo e como ele funciona, com o objetivo de avançar os limites do conhecimento humano.
Ao se tornar um membro associado, o Brasil agora poderá ter um papel mais profundo nos trabalhos dentro da organização.
O acordo admitindo o Brasil como membro associado do Cern foi assinado em março passado e agora entra em vigor, depois que o país concluiu todo o processo de adesão e ratificação.
"Este acordo permite que Brasil e Cern aprofundem e fortaleçam sua colaboração, abrindo uma ampla gama de oportunidades novas e mutuamente benéficas em pesquisa fundamental, desenvolvimento tecnológico e inovação, e atividades de educação e treinamento", disse a diretora-geral do Cern, Fabiola Gianotti, à época da assinatura.
O laboratório do Cern fica nos limites de Genebra, próximo à fronteira entre França e Suíça. Cerca de 2.500 pessoas de todo o mundo trabalham no local.
O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) do Cern - um túnel de 27 km de circunferência a cerca de 100 metros sob a superfície - foi utilizado para provar a existência do Bóson de Higgs, apelidada de "A Partícula de Deus", que ampliou o entendimento de como as partículas adquirem massa.
A cooperação formal entre Brasil e Cern remonta a 1990. Somente nos quatro principais experimentos do LHC, cerca de 200 cientistas, engenheiros e estudantes brasileiros colaboram em áreas que vão desde hardware e processamento de dados até análise física.
Fundado em 1954, o Cern tem 23 Estados-membros: 22 da Europa, mais Israel. Chipre, Estônia e Eslovênia são membros associados em fase de pré-adesão.
Com a formalização do acordo, o Brasil se junta a Croácia, Índia, Letônia, Lituânia, Paquistão, Turquia e Ucrânia como Estados-membros associados, e pode agora indicar representantes para participar das reuniões do conselho do Cern e do comitê financeiro, segundo a organização.
Os cidadãos do Brasil são agora "elegíveis para se candidatarem a cargos de duração limitada e aos programas de pós-graduação do Cern, e sua indústria poderá concorrer a contratos do Cern, aumentando as oportunidades de colaboração industrial em tecnologias avançadas", acrescentou.
M.O.Allen--AT