-
Trump acusa petroleiras de ganhar 'dinheiro demais' graças à guerra com Irã
-
Eala vence Pegula na final em Washington e conquista seu 1º título WTA
-
Taxa de homicídios recuou no México em 2025
-
Cuba restaura eletricidade após apagão nacional, mas cortes persistem
-
Irmãs Williams recebem convites para disputar duplas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Incêndio perto de Bordeaux revela projéteis da Segunda Guerra Mundial
-
Eala vence Pegule na final em Washington e conquista seu 1º título WTA
-
Casa Branca terá reunião sobre regulação da IA na terça-feira
-
Trump diz que Irã deve escolher entre 'acordo' ou 'rendição total'
-
Flick admite que Barça precisa de reforços no ataque
-
Chelsea contrata meia Jordan Henderson, do Brentford e da seleção inglesa
-
Atividade industrial cresce em ritmo acelerado em julho nos EUA
-
Seleção dos EUA renova com técnico Mauricio Pochettino até a Copa de 2030
-
Edin Dzeko renova com Schalke 04 por mais um ano
-
Cuba começa a restabelecer eletricidade após novo apagão nacional
-
Inglaterra e Gales tiveram julho mais seco desde que começaram os registros
-
Espanha defende sua soberania sobre Ceuta após crise migratória
-
Amazon ultrapassa pela primeira vez os US$ 3 trilhões em valor de mercado
-
Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro será candidata ao Senado
-
Condições de trabalho na América Latina melhoraram pouco em três décadas, diz BID
-
Chefe da UE pede resposta comum para 'reforçar fronteiras' após crise em Ceuta
-
'Ted Lasso' retorna aos gramados com equipe feminina
-
Ataque russo queima oito milhões de livros na Ucrânia, denuncia editora
-
Aung San Suu Kyi, Nobel da Paz presa em Mianmar, reúne-se com delegado da Cruz Vermelha
-
Como formar 'cirurgiões do futuro' no uso de robôs
-
Irã nega negociações com EUA após anúncio de Trump sobre novas conversações
-
BitMart、説明を迫られる:SNC SCANDIC COINの出金は8日経っても依然としてTXIDなし
-
설명 압박에 직면한 BitMart: 8일이 지나도 여전히 TXID가 없는 SNC SCANDIC COIN 출금
-
BitMart تحت ضغط لتقديم توضيحات: عمليات سحب عملة SNC SCANDIC COIN لا تزال بدون معرّف المعاملة (TXID) بعد مرور ثمانية أيام
-
BitMart змушений надати пояснення: виплати в SNC SCANDIC COIN через вісім днів досі без TXID
-
BitMart sob pressão para dar explicações: os levantamentos de SNC SCANDIC COIN continuam sem TXID após oito dias
-
Israel transmite aos Estados Unidos suas 'preocupações' sobre o plano para Gaza
-
BitMart 面臨解釋壓力:SNC SCANDIC COIN 提現八天後仍無 TXID
-
Candidato de Trump a procurador-geral anuncia acordo com senadores após impasse
-
Cuba sofre novo apagão
-
Milei reitera acusações contra Lula: "é um ladrão, é um corrupto"
-
As principais mudanças de postura de Trump após suas ameaças contra o Irã
-
Sabalenka defende posto de número 1 do mundo no WTA 1000 de Toronto
-
Zverev mantém cautela em relação aos torneios Masters 1000 de 12 dias
-
Chelsea anuncia contratação do argentino Valentín Barco
-
Tenista russa Kristina Liutova, de 16 anos, é campeã do WTA 250 de Memphis
-
Famílias marroquinas continuam sem notícias de entes queridos que foram para Ceuta
-
Irã diz estar perto de acordo com Omã sobre Ormuz
-
Lula oficializa candidatura à reeleição e buscará um último mandato
-
Infantino vai do céu ao inferno em apenas duas semanas
Cortes de Trump são 'devastadores' para mulheres mais vulneráveis, diz ONU
O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) já sofreu cortes no orçamento dos Estados Unidos anteriormente, mas desta vez o impacto das políticas de Donald Trump é mais "devastador" para a saúde reprodutiva em todo o mundo, disse a chefe do UNFPA, Natalia Kanem, em uma entrevista à AFP.
Desde que o Congresso americano aprovou a emenda Kemp-Kasten em 1985, todos os governos republicanos cortaram o financiamento do UNFPA, acusando a organização de promover abortos e esterilizações na China, uma acusação refutada pela agência da ONU especializada em saúde sexual e reprodutiva.
O segundo governo Trump não é exceção. "Da noite para o dia, congelaram mais de US$ 330 milhões (R$ 1,8 bilhão, na cotação atual) para projetos", especialmente em algumas das áreas mais difíceis do mundo, como o Afeganistão, explica a médica panamenha na entrevista por ocasião da publicação do relatório anual do UNFPA nesta terça-feira (10).
Kanem conta que no campo de refugiados sírios de Zaatari, na Jordânia, durante anos, parteiras "heroicas" atenderam cerca de 18.000 mulheres grávidas "sem que uma única mãe morresse no parto, o que é excepcional em uma situação de crise", diz.
Mas "estas maternidades fecharam" e, devido aos cortes financeiros, as parteiras "não podem mais fazer seu trabalho".
Embora o UNFPA ainda não possa calcular o impacto exato dos cortes americanos, eles, sem dúvida, provocarão um aumento da mortalidade materna e de gestações indesejadas.
"O que muda agora em nosso ecossistema é que isso afeta outros atores da saúde reprodutiva que poderiam ter nos substituído", mas que também estão "se recuperando do imenso impacto dos cortes de financiamento".
O governo Trump reduziu drasticamente os programas de ajuda externa. "A retirada dos Estados Unidos do financiamento do setor de saúde reprodutiva é devastadora", afirma.
- Desejo e direitos -
A política americana afeta o financiamento, mas também coloca em questão aspectos de igualdade de gênero.
"É claro que sempre haverá debates sobre a linguagem e os conceitos usados, mas não deve haver debate sobre o fato de que os direitos e as escolhas de mulheres e meninas adolescentes não são negociáveis", insiste Kanem.
"Nunca devemos comprometer nossos valores compartilhados, que fazem a diferença entre a vida e a morte para mulheres e meninas em todo o mundo.
Para a chefe da UNFPA, as mulheres "merecem ser apoiadas, as adolescentes merecem terminar a escola e não acabar grávidas, vendidas ou casadas" por suas famílias.
O relatório anual da organização divulgado nesta terça-feira, com base nos resultados de uma pesquisa da YouGov com 14.000 pessoas em 14 países cujas populações representam mais de um terço da população mundial, também expressa preocupação de que milhões de pessoas em todo o mundo não consigam criar a família que desejam.
Mais de 40% das pessoas com mais de 50 anos dizem que não tiveram o número de filhos que queriam (31% menos do que queriam, 12% mais).
Mais da metade dos entrevistados afirma que barreiras econômicas são determinantes em não ter mais filhos; por outro lado, um em cada cinco afirma ter sido pressionado a ter um filho. Uma em cada três adultas relata ter tido uma gravidez indesejada.
Com uma população de mais de oito bilhões de pessoas, embora cada vez mais países tenham taxas de natalidade historicamente baixas, as questões demográficas às vezes levam a posições "radicais", adverte Kanem.
Para ela, o mais importante são "os desejos reais, direitos e escolhas das mulheres". Escolhas que devem ser apoiadas por políticas públicas.
S.Jackson--AT