-
Messi tem atuação histórica na Copa, que aguarda estreia de Ronaldo
-
Jeff Bezos sonha em devolver o planeta ao seu estado pré-industrial
-
Parlamento Europeu aprova criação de centros de deportação de migrantes fora da UE
-
Casemiro, o homem de confiança de Ancelotti que está sob pressão
-
Líderes do G7 celebram avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Zapatero defende sua honestidade após depor por mais de três horas à Justiça espanhola
-
'Toy Story 5': os brinquedos declaram guerra às telas
-
Empresa dinamarquesa elimina chefias para melhorar desempenho
-
Messi será o melhor 'até quando quiser', diz Scaloni
-
Princesa das Astúrias homenageia a pioneira do espaço Christina Koch
-
Real Madrid anuncia contratação do português Bernardo Silva até 2028
-
Princesa da Noruega recebe transplante de pulmão 'bem-sucedido'
-
'Eu sou o chefe', afirma Trump aos líderes reunidos no G7
-
Líderes do G7 celebran avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Museu do Louvre está 'no limite', alerta novo presidente
-
AIE reduz previsão de demanda mundial de petróleo para 2026
-
Presidente sul-coreano pede ajuda de Trump em conflito com a Coreia do Norte
-
Áustria derrota Jordânia por 3-1 em partida do Grupo J da Copa
-
'São estatísticas e nada mais', diz Messi ao igualar Klose como artilheiro das Copas
-
Com hat-trick histórico de Messi, Argentina vence Argélia (3-0) em sua estreia na Copa
-
'Quero aproveitar cada jogo', diz Modric antes de estrear em sua quinta Copa do Mundo
-
'É como a primeira Copa' para Cristiano Ronaldo, diz técnico de Portugal
-
'Venho da minha melhor temporada', adverte Kane antes da estreia da Inglaterra
-
Lionel Messi é o primeiro jogador da história a jogar em seis Copas do Mundo
-
Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA
-
Com 2 de Haaland, Noruega goleia Iraque (4-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Investigações contra governador da Califórnia não foram ordenadas por Washington
-
'Mbappé é um jogador fora do comum', comemora Deschamps
-
SpaceX supera brevemente Microsoft e Amazon em valor de mercado
-
'Não há medo', afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal
-
Justiça do Canadá confirma negativa de visto ao jogador ganês Thomas Partey
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
-
Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal (3-1) em sua estreia na Copa
-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
Irã considera trégua 'praticamente sem sentido' e fecha o Estreito de Ormuz
O Irã advertiu, nesta quinta-feira (11), que a frágil trégua no Oriente Médio se tornou "praticamente sem sentido" e decretou o fechamento total do estreito de Ormuz após a mais recente série de ataques dos Estados Unidos.
Em vigor desde 8 de abril, após mais de um mês de bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã e de represálias de Teerã na região, o cessar-fogo era respeitado em grande medida até a semana passada, apesar das declarações ameaçadoras das partes.
Mas desde domingo a situação ficou mais tensa, primeiro com uma crise entre Irã e Israel e depois com ataques entre a República Islâmica e os Estados Unidos, que foram retomados durante a noite de terça-feira e prosseguiam nesta quinta.
"É difícil permanecer otimista", resumiu nesta quinta-feira Tahir Andrab, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Paquistão, país que atua como mediador entre Washington e Teerã. Ele voltou a fazer um apelo por diplomacia e diálogo.
Uma delegação do Catar deixou Teerã nesta quinta-feira, após uma visita que pretendia avançar com a via diplomática, que atualmente parece estagnada. Países como China, Rússia e Arábia Saudita pediram nas últimas horas um retorno urgente à mesa de diálogo.
- Bloqueio "até nova ordem" -
"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas (...), mas também tornam a trégua algo praticamente sem sentido", afirmou o Ministério das Relações Exteriores do Irã em um comunicado divulgado após a segunda noite de bombardeios contra seu território.
Pouco depois, a nova agência iraniana responsável por supervisionar o Estreito de Ormuz confirmou que o tráfego por esta via está completamente bloqueado até nova ordem, como a Guarda Revolucionária havia ameaçado na véspera.
"Devido às tensões provocadas pela agressão das forças americanas na região e ao anúncio feito na noite de ontem pelas Forças Armadas iranianas, o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até nova ordem", anunciou em uma mensagem no X a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico.
Desde 28 de fevereiro, quando os ataques israelense-americanos desencadearam a guerra, o Irã restringe em grande medida a navegação por esta via crucial para o comércio de combustíveis - mas até hoje permitia a passagem de quase 20 navios por dia.
Durante a última noite, o Exército dos Estados Unidos anunciou ataques contra "centros de vigilância militar iranianos, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea em todo o país".
Três pessoas ficaram feridas, informou a imprensa iraniana, que relatou explosões na ilha de Qeshm, em Minab, Sirik e no porto de Bandar Abbas, no sul.
O Irã respondeu com o lançamento de quase 20 mísseis contra uma base americana na Jordânia, todos interceptados, e com novos ataques contra seus vizinhos do Golfo, aliados de Washington.
No Bahrein, uma menina ficou ferida ao ser atingida pelos destroços de um drone. O Kuwait precisou fechar seu espaço aéreo por alguns minutos devido ao lançamento de projéteis iranianos.
- 38ª promessa de acordo -
A tensão aumentou consideravelmente na terça-feira, após um novo anúncio de acordo iminente por parte do presidente Donald Trump, que fez promessas similares 38 vezes desde o início da guerra, segundo uma contagem da CNN.
"Estávamos realmente perto de um acordo, mas eles continuam protelando, continuam nos fazendo de bobos", reclamou o presidente americano na quarta-feira diante da imprensa.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, criticou o Irã por "brincar de gato e rato" nas negociações.
"Se tivermos que negociar à base de bombas, vamos negociar com bombas, e somos muito bons nisso", ameaçou.
Sem aceitar a intimidação, a Guarda Revolucionária, o poderoso exército ideológico do Irã, advertiu que suas forças atacariam qualquer navio que tentasse cruzar o estratégico Estreito de Ormuz.
Pouco depois, a Marinha iraniana anunciou ataques contra "dois navios" que tentavam atravessar Ormuz "ilegalmente".
A agência britânica de transporte marítimo UKTMO informou que um navio estava em chamas perto de Omã, sem revelar mais detalhes.
Na quarta-feira, um petroleiro foi atacado, desta vez por forças americanas que impõem um bloqueio naval ao Irã.
Segundo o Exército dos Estados Unidos, o navio tentava romper o bloqueio para exportar petróleo procedente do Irã. Três marinheiros indianos morreram, segundo Nova Délhi.
Washington e Teerã já haviam anunciado ataques entre a noite de terça e a madrugada de quarta-feira. No domingo e na segunda-feira também foram registrados ataques diretos entre Israel e Irã pela primeira vez desde o início da trégua.
O estopim foi um bombardeio israelense contra os subúrbios de Beirute, um reduto do movimento pró-Irã Hezbollah, que em março abriu uma segunda frente na guerra ao atacar Israel em apoio a Teerã.
A República Islâmica exige que qualquer acordo de paz na guerra regional inclua um cessar-fogo no Líbano, onde as operações israelenses deixaram mais de 3.600 mortos nos últimos meses.
Th.Gonzalez--AT