-
Macron busca apoio internacional para mobilizar Exército libanês e desarmar Hezbollah
-
França propõe grande ajuste fiscal para melhorar finanças públicas
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Pescadores franceses bloqueiam portos devido aos preços da gasolina
-
Trump receberá Xi com grande pompa, mas poucas expectativas
-
Foto da AFP mostra Trump examinando imagem de aparente demolição do Kennedy Center
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Onda de feminicídios acende alerta na África do Sul
-
Novos ataques no Iêmen e na Arábia Saudita deixam ao menos cinco mortos
-
Esquerda conquista vitória apertada em eleições na Suécia
-
O que mudaria na UE com a nova lei sobre crianças e redes sociais?
-
Documento asteca histórico retorna ao México emprestado pela França
-
Presidente da Turquia concorrerá a novo mandato apesar de limite constitucional
-
Carney ignora ameaças de Trump e celebra 'nova aliança' do Canadá com a UE
-
Novo teste para o governo alemão após vitória da extrema direita nas eleições regionais
-
Esquerda conquista vitória apertada nas eleições da Suécia
-
Reforma da 'lei transgênero' na Índia deixa muitos em um limbo
-
Dois quadros de Monet, nunca antes exibidos ao público, serão leiloados em Paris
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Fiji declara crise nacional por HIV
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
Peter Max, grande nome da arte psicodélica, morre aos 88 anos
-
Congresso dos EUA aprova novas sanções contra Rússia e seus aliados
-
Com 100º gol de Messi, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista sua primeira Campeones Cup
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes (1-0)
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Palmeiras bate LDU nos pênaltis e vai à semifinal da Libertadores contra o Fluminense
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Líder da UE quer Canadá como primeiro 'membro associado' do bloco
-
Congresso dos EUA aprova novo pacote de sanções contra Rússia
-
Benfica derruba Milan em duelo de gigantes na estreia da Liga Europa
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Com hat-trick de Raphinha, Barcelona atropela Racing no Espanhol; Atlético goleia Osasuna
-
United desperdiça vantagem de dois gols e é eliminado da Copa da Liga pelo Brighton
-
Botafogo anuncia Tite como novo técnico
-
Líder da UE quer ver o Canadá como primeiro "membro associado" do bloco
-
Houthis do Iêmen relatam ataques de Riade, que os acusa de atacar Meca
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Mbappé mostra solidariedade a Ceuta e diz que não queria priorizar sofrimentos
-
Nadal voltará às quadras para comemorar aniversário de sua academia de tênis
-
ONU denuncia concentração de poderes na Nicarágua
-
Ex-presidente José Sarney deixa hospital após ser internado com pneumonia
-
Empresas de petróleo e mineração dos EUA vão operar na Venezuela com apoio de Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
FIA divulga calendário da temporada 2027 da F1; São Paulo terá corrida sprint
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
João Pedro é cortado da Seleção por lesão; Martinelli, do Fluminense, é convocado
-
Desabamento de prédio em Gaza deixa 21 mortos, incluindo 12 crianças
Rússia e Ucrânia prosseguem com ataques e denunciam violação da trégua decretada por Moscou
Rússia e Ucrânia denunciaram ataques do lado inimigo nesta sexta-feira (8), o que parece ter provocado a ruptura do cessar-fogo unilateral de dois dias que Moscou havia declarado por ocasião de suas comemorações do fim da Segunda Guerra Mundial.
"Por parte da Rússia, não houve sequer uma tentativa simbólica de cessar os ataques no front", escreveu o presidente ucraniano Volodimir Zelensky na rede social X.
Ele informou que a Força Aérea da Ucrânia derrubou 56 drones russos perto da linha de batalha nas últimas horas.
"Assim como fizemos nas últimas 24 horas, a Ucrânia responderá da mesma maneira também hoje", advertiu Zelensky.
O presidente ucraniano disse que a Rússia lançou "mais de 850 ataques com drones de diversos tipos", além de mais de 140 ataques contra as posições de primeira linha de Kiev.
A Rússia, por sua vez, afirmou que respondeu "de maneira simétrica às violações" de sua trégua por parte da Ucrânia.
O Ministério da Defesa russo anunciou que derrubou 264 drones ucranianos durante a noite, nas primeiras horas do cessar-fogo unilateral de dois dias decretado pelo Kremlin.
A Ucrânia havia denunciado a trégua temporária da Rússia como uma medida de propaganda, com o objetivo de proteger o Desfile da Vitória de 9 de maio.
O desfile é um dos acontecimentos patrióticos mais importantes para o presidente russo, Vladimir Putin, e comemora o triunfo da União Soviética sobre a Alemanha nazista em 1945.
Horas antes do início da trégua russa, Zelensky advertiu os aliados de Moscou que não deveriam comparecer ao desfile militar.
Na noite de quinta, Zelensky assegurou que a Ucrânia tinha recebido "mensagens de alguns Estados próximos à Rússia, que afirmam que seus representantes estarão presentes em Moscou".
"Um estranho desejo [...] nestes tempos. Não recomendamos", disse o mandatário ucraniano em discurso.
O prefeito de Moscou anunciou nesta sexta-feira que quase 20 drones foram derrubados desde a entrada em vigor, à meia-noite local, da trégua com a Ucrânia que a Rússia declarou unilateralmente.
A Rússia pediu à população e aos diplomatas que abandonassem Kiev diante de possíveis ataques de "retaliação" caso a Ucrânia perturbasse as cerimônias comemorativas de 9 de maio.
A trégua unilateral russa havia começado às 0h00 locais (18h00 de Brasília, quinta-feira GMT). A Ucrânia havia apresentado uma contraproposta de trégua a partir de 6 de maio.
Os russos "querem que a Ucrânia lhes dê permissão para organizar seu desfile, para poder sair com total segurança à praça [Vermelha] durante uma hora, uma vez por ano, e depois seguir matando", acrescentou Zelensky.
A Rússia comemora anualmente o Dia da Vitória com um grande desfile militar na Praça Vermelha. Putin transformou a lembrança da Segunda Guerra Mundial em um eixo central de seus 25 anos no poder e a invocou para justificar sua invasão da Ucrânia de fevereiro de 2022.
Nesta edição, e pela primeira vez em quase 20 anos, o desfile não incluirá material militar.
- Desfile sob risco -
Durante a trégua, o Ministério da Defesa da Rússia prometeu interromper "completamente" os disparos ao longo da linha de frente e cessar os ataques de longo alcance contra infraestruturas militares. Se a Ucrânia não fizer o mesmo, Moscou responderá, advertiu o ministério.
Nas últimas semanas, Kiev, que ampliou suas capacidades com drones, intensificou os ataques contra Moscou e no interior da Rússia, atingindo alvos a centenas de quilômetros da Ucrânia.
O número de convidados estrangeiros também diminuiu: apenas comparecerão dirigentes de Belarus, Malásia e Laos, além dos líderes de duas repúblicas separatistas da Geórgia respaldadas pela Rússia e não reconhecidas pela ONU, segundo o Kremlin. Abkhazia e Ossétia do Sul, segundo o Kremlin.
As conversas mediadas pelos Estados Unidos para encerrar o pior conflito da Europa desde 1945 avançaram pouco e ficaram relegadas a um segundo plano pela guerra no Oriente Médio.
H.Thompson--AT