-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
-
Cuba diz que quer avançar rumo a reformas de liberalização econômica
-
Boston se rende ao 'Exército de Tartan", a torcida da Escócia que faz festa na Copa do Mundo
-
EUA de Balogun busca nova vitória contra a Austrália na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA autoriza posse de armas por consumidores de maconha
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Colômbia estreia na Copa de 2026 com vitória (3-1) sobre o Uzbequistão
-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
-
Lula brinca sobre 'contratar' Messi para jogar na Seleção
-
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Mãe de Vozinha, goleiro de Cabo Verde, obtém visto para viajar à Copa do Mundo
Pedro Sánchez emerge de confronto com Trump como estrela mundial da esquerda
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, recebe esta semana uma cúpula de progressistas de todo o mundo, entre eles o presidente Lula, desfrutando de uma maior influência global.
Confrontos com o presidente americano, críticas a Israel e a defesa da imigração distinguiram Sánchez em uma Europa que há anos se inclina à direita.
O último episódio foi sua firme oposição à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o que levou Donald Trump a ameaçar a Espanha com represálias comerciais.
Sánchez destoou da Otan no ano passado ao recusar a exigência de Trump de aumentar os gastos com defesa até 5% do PIB. Foi o líder ocidental de maior perfil a qualificar de "genocídio" a guerra de dois anos de Israel contra o Hamas em Gaza.
Para Ignacio Molina, diretor de pesquisas no Real Instituto Elcano de Madri, a postura "coerente" de Sánchez lhe rendeu frutos no Sul Global, especialmente na América Latina e no mundo árabe.
"Os números fecham bem para o governo, porque ele ganhou muito protagonismo, muita projeção, muita presença em muitos países", estimou Molina à AFP.
"A Espanha conquistou um peso entre os grandes países da União Europeia que antes não tinha", concordou Joan Botella, professor de ciências políticas da Universidade Autônoma de Barcelona.
- "Nêmesis de Trump" -
Nas últimas semanas, Sánchez ganhou destaque na imprensa internacional.
"Pedro Sánchez tornou-se o porta-bandeira da oposição política ocidental ao presidente dos Estados Unidos", escreveu o The Wall Street Journal em março, enquanto o Financial Times o qualificou como a "nêmesis de Trump na Europa".
Atual presidente da Internacional Socialista, Sánchez receberá figuras da esquerda mundial na cúpula Mobilização Progressista Global, que começará na sexta-feira em Barcelona. Comparecerão o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o sul-africano Cyril Ramaphosa e a mexicana Claudia Sheinbaum, além de 400 prefeitos e mais de 100 partidos.
Sánchez e Lula farão o discurso principal no sábado nesse encontro, que, segundo os organizadores, tem como objetivo mobilizar os progressistas em tempos turbulentos marcados pela ascensão da extrema direita.
A ascensão internacional de Sánchez contrasta com sua imagem polarizadora em nível nacional. Sánchez nunca contou com uma maioria parlamentar desde que chegou ao poder em 2018 e foi enfraquecido pelos escândalos de corrupção que afetam familiares e antigos aliados políticos.
- "Fortalecer sua posição política" -
Botella considera que Sánchez joga "a carta da política externa, porque é um âmbito em que se sente pessoalmente à vontade e no qual a opinião pública espanhola lhe é majoritariamente favorável".
Mais de 68% dos espanhóis se opõem à guerra contra o Irã, incluindo os eleitores da principal força da oposição, o conservador Partido Popular (PP), segundo uma pesquisa de março publicada no jornal El País.
"Os espanhóis têm um certo complexo de inferioridade quando saem para o exterior. E, nesse sentido, o perfil que a figura de Pedro Sánchez adquiriu é algo satisfatório para muita gente para além de seu apoio eleitoral", disse Botella.
O PP acusa Sánchez de utilizar a política externa para unir as forças de esquerda divididas na Espanha e desviar a atenção das manchetes negativas.
W.Morales--AT