-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
Um opositor próximo da Nobel da Paz venezuelana María Corina Machado foi solto neste domingo (8) na Venezuela, um mês após a Presidência interina do país anunciar um processo de libertações, e às portas de uma anistia geral na era pós-Maduro.
Juan Pablo Guanipa, 61, foi solto dois dias antes de o Parlamento venezuelano votar uma lei de anistia geral proposta pela presidente interina do país, Delcy Rodríguez, que assumiu o poder após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro.
"Anuncio que meu pai foi solto há alguns minutos. Depois de mais de oito meses de uma prisão injusta, e de mais de um ano e meio separados, toda a nossa família poderá voltar a se abraçar em breve", publicou Ramón Guanipa no X.
Juan Pablo Guanipa foi preso em 23 de maio de 2025, vinculado a uma suposta conspiração contra a eleição de governadores e deputados para o Parlamento. O líder opositor passou meses foragido, e sua última aparição pública foi em 9 de janeiro de 2025, quando acompanhou Corina Machado em um ato contra a posse de Maduro após as eleições de 28 de julho de 2024, que a oposição denunciou como fraudulentas.
Guanipa foi acusado de terrorismo, lavagem de dinheiro e incitação à violência e ao ódio. "Ainda há centenas de venezuelanos presos injustamente. Exigimos a libertação imediata, plena e incondicional de TODOS os presos políticos", acrescentou Ramón, após confirmar a libertação de seu pai.
Pouco depois, o próprio Juan Pablo publicou em sua conta no X um vídeo em que mostra o que parece ser um alvará de soltura.
"Aqui estamos, saindo em liberdade depois de um ano e meio", diz o opositor, que foi vice-presidente do Parlamento. "Dez meses escondidos, quase nove meses aqui detido. Hoje estamos livres. Muito o que falar sobre o presente e o futuro da Venezuela, sempre com a verdade em primeiro lugar."
- 'Liberdade para todos' -
Corina Machado comemorou a libertação de Guanipa, uma figura-chave da oposição venezuelana. "Meu querido Juan Pablo, contando os minutos para poder te abraçar! Você é um herói, e a história SEMPRE o reconhecerá. Liberdade para TODOS os presos políticos!!", publicou a opositora em sua conta no X.
Familiares e ONGs denunciaram a lentidão das libertações anunciadas pelo governo interino sob pressão dos Estados Unidos. Ainda há colaboradores de Corina Machado presos, entre eles Freddy Superlano e o assessor jurídico Perkins Rocha.
Superlano foi preso em julho de 2024, durante a contestada reeleição de Maduro. Foi inabilitado após conquistar em 2021 o governo do estado de Barinas, antigo reduto do chavismo. Era deputado da Assembleia Nacional (2016-2021) e foi coordenador regional do partido Vontade Popular.
Nesse sentido, o ex-candidato presidencial Edmundo González Urrutia, que vive exilado em Madri, exigiu neste domingo, após a soltura de Guanipa, "a liberdade plena e imediata de todas as pessoas presas por razões políticas".
"Estas solturas não equivalem à liberdade plena. Enquanto os casos seguirem abertos, e persistirem medidas restritivas, ameaças e vigilância, a perseguição continua. A justiça não se satisfaz com saídas parciais nem condicionadas", declarou González Urrutia no X, que enfrentou Nicolás Maduro nas eleições de 2024 e alega ter vencido o pleito, marcado por denúncias de irregularidades.
B.Torres--AT