-
Lens goleia Paris FC (5-0), assume liderança e segue sonhando com título da Ligue 1
-
Inter vence Juventus no fim (3-2) e fica mais perto do título da Serie A
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com 2 gols de Vini e é líder provisório do Espanhol
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Liverpool elimina Brighton
-
Putin é 'um escravo da guerra', afirma Zelensky
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Newcastle elimina Aston Villa
-
Cerca de 250 mil pessoas protestam em Munique contra regime iraniano
-
Auger-Aliassime e De Minaur vão disputar final do ATP 500 de Roterdã
-
Olympique de Marselha cede empate nos acréscimos contra Strasbourg (2-2) e é 4º no Francês
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro olímpico histórico para o Brasil e a América Latina
-
Tottenham anuncia Igor Tudor como novo treinador até o final da temporada
-
Cinco países acusam Rússia de envenenar opositor Navalny com 'toxina'
-
Carolina Muchová conquista em Doha seu primeiro título de WTA 1000
-
Sem brilho, City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra
-
Líder Bayern vence na visita ao Werder Bremen (3-0) e resiste à pressão do Dortmund
-
Lucas Pinheiro Braathen, um campeão que brilha no esqui e na moda
-
Irã transfere Nobel da Paz Narges Mohammadi de prisão
-
Familiares de presos políticos iniciam greve de fome na Venezuela
-
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
-
Sabalenka e Swiatek desistem de disputar WTA 1000 de Dubai
-
Rubio defende Europa forte que apoie visão de mundo de Trump
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro, a 1ª medalha olímpica de inverno da história para o Brasil
-
Departamento de Segurança Interna dos EUA entra em paralisação orçamentária
-
Europa discute segurança e pede que EUA seja razoável
-
Impasse no Congresso dos EUA pode resultar em novo bloqueio orçamentário
-
Peru discutirá destituição de presidente interino na 3ª feira
-
EUA suspende agentes federais por mentirem sobre operação em Minneapolis
-
Carney lidera homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Trump diz que mudança de regime no Irã 'seria a melhor coisa que poderia acontecer'
-
EUA acelera fim das sanções petrolíferas contra Venezuela e envia ajuda médica
-
Dortmund goleia Mainz e se aproxima do líder Bayern
-
Carney liderará homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
-
Polícia mata homem que empunhava faca no Arco do Triunfo em Paris
-
Europeus pedem que Trump seja razoável
-
Durante ato com militares, Trump gaba-se de arma 'desorientadora' usada em Caracas
-
Governo Trump processa Harvard para obter informações sobre admissões
-
EUA envia mais de 6 toneladas de suprimentos médicos para a Venezuela
-
PSG perde para Rennes e deixa liderança do Francês em risco
-
Victoria Mboko vai à final do WTA 1000 de Doha e entra no Top 10 aos 19 anos
-
Mercedes domina último dia de testes oficiais da F1 no Bahrein
-
Chris Paul, um dos maiores armadores NBA, anuncia aposentadoria aos 40 anos
-
Sonhando com a glória do Carnaval do Rio, longe dos desfiles para a elite
-
Marcelo Moreno desiste da aposentadoria para levar Bolívia à Copa do Mundo
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde revolta de 2024
-
'Quanto mais abraçarmos outras culturas, melhor será nossa sociedade', diz Guardiola
-
TAS rejeita recurso de atleta ucraniano contra desclassificação dos Jogos de Inverno
-
Alemanha pede nova 'parceria' com EUA
-
Com Lucas Pinheiro Braathen, carnaval brasileiro chega a Milão-Cortina
-
Congresso dos EUA enfrenta nova paralisação orçamentária devido ao controle de imigração
-
Federação inglesa acusa Rodri de 'questionar integridade dos árbitros'
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
Representantes da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos se reuniram novamente nesta quarta-feira (4) em Abu Dhabi para tentar avançar com as negociações e acabar com quase quatro anos de guerra.
Vários ciclos de conversações diplomáticas entre as partes não conseguiram alcançar um acordo para encerrar o conflito mais letal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, iniciado com a invasão russa ao território ucraniano em fevereiro de 2022.
"Outra rodada de negociações começou em Abu Dhabi com o objetivo de conseguir uma paz justa e duradoura", publicou nas redes sociais o chefe do Conselho de Segurança, Rustem Umerov, que lidera a delegação ucraniana.
O principal obstáculo das conversações é o destino do território do leste da Ucrânia a longo prazo.
Moscou exige que Kiev retire suas forças de grande parte da região leste do Donbass, incluindo áreas ricas em recursos naturais, como requisito para qualquer acordo. Também deseja o reconhecimento internacional de que as terras tomadas na invasão pertencem à Rússia.
A Ucrânia insiste que o conflito deveria ser congelado nas atuais linhas da frente de batalha e rejeita a retirada unilateral de suas forças.
Nesta quarta-feira, o Kremlin insistiu que prosseguirá com a ofensiva até que a Ucrânia aceite suas condições. "Enquanto o regime de Kiev não tomar a decisão adequada, a operação militar especial continuará", declarou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
- "Preparar para o pior" -
Para negociar com Umerov, a Rússia enviou seu diretor de inteligência militar, Igor Kostiukov, um oficial da Marinha alvo de sanções dos países ocidentais por seu papel na invasão da Ucrânia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou a Abu Dhabi seu emissário internacional, Steve Witkoff, e seu genro Jared Kushner.
A Rússia, que ocupa quase 20% do país vizinho, ameaçou tomar o restante da região de Donetsk em caso de fracasso do diálogo.
A Ucrânia considera que ceder território estimularia Moscou e que não assinará um acordo que não desestimule a Rússia a voltar a invadir o país. Kiev ainda controla 20% da região de Donetsk.
Se continuar avançando no ritmo atual, o Exército russo levaria mais 18 meses para conquistar toda a região, segundo uma análise da AFP, embora as áreas que permanecem sob controle ucraniano incluam centros urbanos fortemente protegidos.
A Rússia também reivindica como próprias as regiões de Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia. O país controla faixas territoriais em pelo menos outras três regiões do leste ucraniano.
A maioria dos ucranianos rejeita um acordo que conceda território a Moscou em troca de paz, segundo pesquisas de opinião, e muitos consideram inconcebível ceder áreas que seus soldados estão defendendo há vários anos.
No campo de batalha, a Rússia avança com as mortes de muitos soldados, com a intenção de desgastar o Exército ucraniano.
Na terça-feira, os ataques russos mataram três pessoas na região de Zaporizhzhia e outras duas em Dnipropetrovsk, no leste da Ucrânia.
Também foram registrados bombardeios em Odessa, no sul, que não deixaram vítimas fatais — segundo as autoridades regionais —, mas que provocaram danos significativos em prédios residenciais, duas creches e uma escola.
O presidente Volodimir Zelensky pressiona os aliados ocidentais e pede mais armas, assim como o aumento da pressão econômica e política sobre o Kremlin.
Centenas de milhares de ucranianos sofrem com os cortes recorrentes de aquecimento e energia elétrica em Kiev devido aos bombardeios russos em larga escala, que provocaram danos significativos à rede energética da capital.
Após a primeira rodada de negociações de janeiro em Abu Dhabi, cidadãos ucranianos expressaram ceticismo sobre a possibilidade de assinatura de um acordo com a Rússia.
"Acho que é tudo um espetáculo para o público", disse Petro, um morador de Kiev, à AFP. "Devemos nos preparar para o pior e esperar o melhor", concluiu.
T.Sanchez--AT