-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Reino Unido defende devolução de Chagos às ilhas Maurício após crítica de Trump
O Reino Unido defendeu, nesta terça-feira (20), sua decisão de devolver o arquipélago de Chagos às ilhas Maurício, após Donald Trump ter classificado o acordo como "uma grande estupidez".
Após anos de negociações, Londres concordou em devolver Chagos às ilhas Maurício, ex-colônia britânica à qual este arquipélago no oceano Índico pertencia, sob a condição de que uma base militar conjunta britânico-americana permanecesse no local.
Tendo inicialmente apoiado o acordo assinado em maio de 2025, Trump mudou de ideia nesta terça-feira e classificou a decisão de Londres como "uma grande estupidez".
"Para o Reino Unido ceder terras de enorme importância é um ato de GRANDE ESTUPIDEZ, e é mais um em uma longa lista de razões de segurança nacional pelas quais a Groenlândia deve ser adquirida", declarou ele em sua rede social Truth Social.
Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, defendeu o acordo, afirmando que ele "garante as operações da base conjunta britânico-americana em (na ilha de) Diego Garcia por gerações".
Apenas alguns dias antes, Trump já havia ameaçado impor tarifas ao Reino Unido e a outros países europeus por resistirem aos seus planos de anexar a Groenlândia, uma ilha autônoma dinamarquesa rica em recursos, alegando preocupações com a segurança nacional.
O acordo "foi saudado publicamente pelos Estados Unidos, Austrália e os demais aliados da aliança Five Eyes — uma aliança de inteligência formada por cinco países anglo-saxões — assim como por parceiros importantes como Índia, Japão e Coreia do Sul", acrescentou o porta-voz do governo britânico.
O Reino Unido manteve o controle das ilhas Chagos após a independência de Maurício em 1968.
Em 2019, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) recomendou que o Reino Unido entregasse o arquipélago a Maurício após décadas de batalhas judiciais.
A oposição britânica tem criticado o acordo, que estipula que o Reino Unido pagará a Maurício 101 milhões de libras (R$ 727 milhões, na cotação atual) anualmente por 99 anos pelo arrendamento de Diego Garcia.
F.Wilson--AT