-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Governo da Bolívia anula pacote econômico, mas mantém algumas medidas
O governo da Bolívia publicou nesta terça-feira (13) um decreto que anula um pacote econômico rejeitado por sindicatos, mas que mantém algumas medidas, após uma semana de bloqueios de estradas.
"O novo decreto mantém o que foi acordado" com a Central Operária Boliviana e outros setores sociais, informou à emissora Unitel o ministro de Obras Públicas, Mauricio Zamora.
O acordo foi fechado no último domingo. Segundo o governo, em breve será elaborada uma nova norma, em consenso com os sindicatos, sobre os temas que ficaram de fora do acordo.
O presidente de centro-direita Rodrigo Paz apresentou no mês passado um plano de "resgate econômico" para enfrentar a pior crise em quatro décadas no país andino. Ele contemplava a eliminação dos subsídios aos combustíveis, agilizava grandes investimentos, cortava impostos e congelava salários do setor público, entre outras medidas.
Do decreto anterior, foram mantidos o aumento de 20% no salário mínimo e aumentos de bônus sociais, assim como a decisão do governo de deixar de subsidiar os combustíveis.
No último domingo, os sindicalistas mantinham 69 pontos de bloqueio em rodovias do país, segundo a estatal Administradora Boliviana de Estradas. Hoje, não houve relatos de bloqueios.
A Bolívia comprava combustíveis a preços internacionais e os vendia com prejuízo no mercado doméstico. A eliminação desse subsídio era uma prioridade da gestão de Paz.
M.King--AT