-
Presidente colombiano é investigado nos EUA por suposta ligação com narcotraficantes
-
Jonathan Wheatley deixa chefia da Audi F1 e pode se transferir para Aston Martin
-
Khamenei afirma que Irã desferiu 'golpe fulminante' no inimigo
-
Lesionado, Mohamed Salah vai desfalcar Liverpool e Egito
-
Joan García está entre as novidades na lista de convocados da Espanha para amistosos de março
-
Ex-ministro da Segurança da Costa Rica acusado de narcotráfico é extraditado para os EUA
-
Argentina vai enfrentar Mauritânia em amistoso em Buenos Aires no dia 27 de março
-
Líder supremo Mojtaba Khamenei afirma que Irã desferiu 'golpe fulminante' no inimigo
-
Ernesto Valverde deixará cargo de técnico do Athletic Bilbao no final da temporada
-
Jihadista francês é condenado à prisão perpétua pelo genocídio de yazidis
-
Governo dos EUA processa Harvard por permitir o 'antissemitismo'
-
Fracassam novas investigações no caso contra chileno Zepeda por homicídio na França
-
Nadador australiano McEvoy bate recorde mundial nos 50m livre, que pertencia a César Cielo
-
Tuchel surpreende com lista de 35 convocados para amistosos da Inglaterra contra Uruguai e Japão
-
Lesionado, Alisson vai desfalcar seleção brasileira em amistosos contra França e Croácia
-
Julgamento de ex-líder do Sinn Féin, Gerry Adams, termina após acordo com vítimas do IRA
-
Bolsonaro segue na UTI após uma semana internado
-
Ator Chuck Norris morre aos 86 anos
-
Retorno do grupo sul-coreano BTS relembra o lado obscuro do K-Pop
-
Presidente da Conmebol diz que Argentina é bicampeã da Finalíssima
-
Cristiano Ronaldo vai desfalcar Portugal nos amistosos contra México e EUA
-
BTS lança novo álbum antes de seu tão aguardado retorno aos palcos
-
Índia pode revolucionar combate à obesidade com medicamentos genéricos de baixo custo
-
Princesa Mette-Marit da Noruega diz que foi 'manipulada e enganada' por Epstein
-
Fifa multa Federação Israelense de Futebol por 'discriminação'
-
Israel anuncia mais ataques contra o Irã, país que considera prestes a ser 'dizimado'
-
Presidente da Venezuela anuncia mudança no comando militar
-
Comissão aprova moeda comemorativa com imagem de Trump
-
Seis países se declaram 'dispostos a contribuir' para segurança no Estreito de Ormuz
-
Flamengo vai enfrentar Estudiantes na Libertadores; Palmeiras cai em grupo acessível
-
Organizações humanitárias condenam ameaças de guerrilheiros a delegações na Colômbia
-
LeBron James iguala recorde de jogos disputados na NBA
-
Swiatek é eliminada em sua estreia no WTA 1000 de Miami
-
Neymar vai enfrentar San Lorenzo em sua volta à Copa Sul-Americana
-
México convoca Fidalgo e veterano Ochoa para amistosos contra Portugal e Bélgica
-
Luis Díaz é destaque da lista de convocados da Colômbia para amistosos contra Croácia e França
-
'É necessário dinheiro para matar os caras maus', diz Hegseth sobre custo da guerra
-
Espanha e Inglaterra se impõem nas oitavas da Liga Europa e da Conference League
-
Morre, aos 84 anos, Umberto Bossi, fundador do partido Liga Norte
-
Seleção iraniana de futebol feminino é homenageada em Teerã
-
Irã está prestes a ser 'dizimado', garante premiê israelense
-
Fifa aprova regra para aumentar número de treinadoras no futebol feminino
-
Cunningham sofre pneumotórax e vai desfalcar Pistons na NBA
-
Em pré-campanha, Flávio Bolsonaro elogia modelo de segurança de Bukele
-
Celta elimina Lyon de Endrick nas oitavas da Liga Europa
-
Netanyahu nega que Israel tenha 'arrastado' EUA para a guerra
-
Irã alerta que não haverá 'moderação' em meio a ataques contra infraestruturas energéticas
-
Novo técnico da seleção marroquina apoia decisão da Confederação Africana
-
MLS revela detalhes de sua temporada 'sprint' de 2027
-
Fifa se diz confiante em realizar Copa do Mundo com "todas as seleções" previstas
Trump anuncia que vai retirar Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (31) que vai retirar as tropas da Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland, após uma série de reveses legais relacionados ao envio de militares a cidades do país.
O republicano enviou soldados a essas três cidades para o que descreveu como uma ofensiva contra a imigração irregular e o crime desde que retornou à Casa Branca em janeiro.
Os dirigentes locais rejeitaram essas medidas e as classificaram de excesso autoritário, por isso apresentaram uma série de ações na Justiça.
Na semana passada, a Suprema Corte decidiu que o governo não havia apresentado uma base legal que justificasse a mobilização da Guarda Nacional em Chicago, o que apenas é permitido pelo direito americano em circunstâncias excepcionais.
"Estamos retirando a Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland, apesar do fato de que o CRIME foi reduzido amplamente graças à presença destes grandes patriotas nessas cidades e SOMENTE por essa razão", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
O mandatário disse que essas três cidades "teriam desaparecido se não fosse pela intervenção do Governo Federal".
"Voltaremos, talvez de uma forma muito diferente e mais forte, quando a criminalidade começar a disparar novamente. É apenas uma questão de tempo!", acrescentou Trump.
O bilionário de 79 anos também enviou a Guarda Nacional à capital, Washington, e a Memphis, no Tennessee. Além disso, ameaçou mandar soldados para San Francisco.
Contudo, o governo já tinha começado a retirar algumas tropas de Chicago, Los Angeles e Portland nas últimas semanas devido a ordens judiciais.
- 'Tática ilegal de intimidação' -
Em junho, Los Angeles foi a primeira cidade a ter militares nas ruas, quando Trump passou por cima dos dirigentes democratas locais e ordenou o envio de 4.000 reservistas da Guarda Nacional para sufocar os protestos contra as batidas das autoridades federais de combate à imigração irregular.
Os dirigentes locais disseram que esses protestos relativamente pequenos, que afetaram apenas umas poucas quadras na segunda maior metrópole do país, poderiam ter sido controlados pelas autoridades do condado, da cidade e do estado.
Em 10 de dezembro um juiz federal determinou que o governo Trump encerrasse a mobilização militar em Los Angeles e devolvesse o controle dos soldados ao governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom.
A maioria dos efetivos já havia sido desmobilizada, e o Exército dos Estados Unidos disse que, naquele momento, permaneciam destacados 100 soldados da Guarda Nacional.
Horas antes do anúncio de Trump, Newsom disse que o governo havia deixado de se opor oficialmente à ordem do tribunal federal.
"Esta admissão por parte de Trump e dos membros de seu gabinete oculto significa que esta tática ilegal de intimidação finalmente chegará a seu fim", disse Newsom na rede social X. O governador democrata é amplamente cotado como possível candidato do partido à presidência em 2028.
No início de outubro, Trump ordenou a mobilização de forças militares desde o Texas e a Califórnia até Chicago e Portland.
Até a semana passada, cerca de 300 membros da Guarda Nacional permaneciam ativos na área de Chicago, mas não participavam de operações.
Em novembro, um juiz bloqueou a mobilização de tropas em Portland ao considerar que não existia nenhuma "rebelião ou perigo de rebelião" que justificasse o envio de militares à cidade.
N.Walker--AT