-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
Israel ameaça suspender acesso de ONGs internacionais a Gaza
Israel anunciou, nesta terça-feira (30), que as ONGs que atuam em Gaza e não entregarem até quarta-feira a lista de seus funcionários palestinos não poderão operar no território em 2026, acusando dois integrantes da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) de terem "vínculos com organizações terroristas".
Segundo um comunicado do Ministério da Diáspora e do combate ao antissemitismo, as organizações que "se recusaram a entregar a lista de seus funcionários palestinos, para excluir qualquer vínculo com o terrorismo (...) terão suas licenças anuladas a partir de 1º de janeiro".
As organizações afetadas "deverão cessar toda atividade antes de 1º de março de 2026".
O ministério afirmou que apenas 15% das ONGs são afetadas e acrescentou que "atos de deslegitimação de Israel, processos judiciais contra soldados do Tsahal (Exército israelense), a negação do Holocausto, assim como a negação dos eventos de 7 de outubro constituem motivos para retirar a licença".
O texto afirma, ainda, que "algumas organizações internacionais estiveram envolvidas em atividades terroristas".
E acusa diretamente a Médicos Sem Fronteiras (MSF) de ter empregado pessoas "com vínculos com organizações terroristas".
Segundo o ministério, "um integrante da Jihad Islâmica Palestina foi identificado" em junho de 2024 como funcionário da ONG. Em setembro de 2024, "outro funcionário do MSF foi identificado como franco-atirador do Hamas".
Procurada pela AFP, a ONG afirmou que "nunca empregaria conscientemente pessoas envolvidas em atividades militares".
R.Chavez--AT