-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
-
Mercado automóvel cresce 2,4% em outubro e elétricos ganham peso
-
Benfica vence Alverca por 1-0 e continua na perseguição ao FC Porto
-
Debate sobre habitação reacende confronto político em torno da liberdade
-
Coesão nacional depende de políticas públicas e compromisso coletivo
-
Palmelense protagoniza gesto de desportivismo em partida no Seixal
-
Presidente do Racing Power é acusada de agredir agente de arbitragem
-
João Nívea pede maior competitividade e atitude ao Vitória FC
Camboja acusa Tailândia de bombardear área de fronteira; China tenta mediar conflito
O conflito na fronteira entre Tailândia e Camboja se intensificou nesta quinta-feira (18), depois que o governo de Phnom Penh acusou o país vizinho de bombardear a cidade de Poipet, um dos principais pontos de passagem bilateral, no momento em que um mediador da China tem uma visita programada à região.
O confronto entre os dois reinos do Sudeste Asiático, que entrou no 12º dia, provocou 38 mortes e deixou 800.000 deslocados nos dois lados.
A crise tem como origem uma antiga disputa sobre a demarcação da fronteira de 800 km estabelecida no período colonial.
O Ministério da Defesa cambojano afirmou que "um caça F-16 do Exército tailandês lançou duas bombas na área do município de Poipet".
As autoridades tailandesas não comentaram a acusação.
A cidade cambojana de Poipet abriga vários cassinos, muito populares entre os jogadores tailandeses. O governo do Camboja, no entanto, suspendeu no sábado passado todas as passagens fronteiriças.
Quatro cassinos foram atingidos pelos ataques tailandeses desde o reinício das hostilidades em 7 de dezembro, informou no início da semana o Ministério do Interior cambojano.
Diante do risco de um conflito prolongado, os esforços diplomáticos foram intensificados após o fracasso da intervenção do presidente americano, Donald Trump.
Um enviado especial do Ministério das Relações Exteriores da China viajará ao local para tentar mediar uma trégua entre os governos da Tailândia e do Camboja.
"Como vizinha próxima e amiga do Camboja e da Tailândia, a China acompanha de perto o conflito fronteiriço em curso entre os países e tem mediado entre as duas partes para promover a paz. À sua maneira, a China trabalha ativamente para conseguir uma distensão", afirmou a diplomacia de Pequim na rede social X.
A China atuou em julho, durante um episódio anterior de confrontos na fronteira, em conjunto com os Estados Unidos.
O presidente americano anunciou na sexta-feira que os líderes tailandês e cambojano haviam aceitado uma trégua após uma ligação telefônica, mas Bangcoc desmentiu e os combates prosseguiram.
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, cujo país ocupa a presidência rotativa da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), pediu na quarta-feira um "cessar-fogo imediato".
Os dois países consideraram que ainda era "cedo demais para uma reunião" de seus líderes, informou Ibrahim, que se mostrou "cautelosamente otimista" sobre as possibilidades de sucesso das negociações.
H.Romero--AT