-
Áustria e Argélia empatam (3-3) com gols nos acréscimos e vão aos 16-avos da Copa
-
Com gol de Messi, Argentina vence Jordânia (3-1) e fecha campanha 100% no Grupo J da Copa
-
Copa do Mundo 'perde valor' com 48 seleções, afirma técnico de Gana
-
RD Congo vence Uzbequistão (3-1) e vai aos 16-avos da Copa como 3º do Grupo K
-
Colômbia empata com Portugal (0-0) e vai aos 16-avos da Copa como líder do Grupo K
-
Alphonso Davies está 'disponível' para estrear na Copa do Mundo, confirma técnico do Canadá
-
'Um dos piores dias da minha vida', lamenta Nico Williams após nova lesão
-
Técnico da Escócia pede demissão após eliminação na Copa do Mundo
-
Croácia vence Gana (2-1) e vai aos 16-avos da Copa como segunda do Grupo L
-
Inglaterra vence Panamá (2-0) e avança aos 16-avos da Copa em 1º do Grupo L
-
'Por que não?': Cabo Verde sonha com feito histórico contra a Argentina
-
Participantes na marcha do orgulho em Budapeste reivindicam igualdade após fim da proibição
-
Parreira passará por cirurgia após piora de seu estado de saúde
-
Holandês Gakpo e sua companheira anunciam perda de bebê durante gestação
-
A vida desaparece após 72 horas sob os escombros de terremotos na Venezuela
-
Curaçao, a 'Onda Azul' que se despediu com orgulho de sua primeira Copa do Mundo
-
Longe de casa, Canadá quer abrir caminho em sua Copa do Mundo
-
Com fase de grupos chegando ao fim, expansão da Copa do Mundo para 48 seleções ainda gera debate
-
Da Alemanha à Dinamarca, recordes históricos de temperaturas na Europa
-
Mistura de sentimentos marca expectativa dos iranianos sobre seu futuro na Copa
-
Djokovic avisa que chega a Wimbledon mais bem preparado, após decepção em Roland Garros
-
Com posto de número 1 ameaçado, Sabalenka diz que encara Wimbledon sem pensar no ranking
-
Sinner aposta em 'pequenas mudanças' para Wimbledon, após tropeço em Roland Garros
-
Número de mortos por duplo terremoto na Venezuela supera 1.400
-
Copa do Mundo define últimas vagas para o mata-mata neste sábado
-
Ajuda dos EUA chega à Venezuela, onde muitos estão desabrigados após terremotos
-
Espanhol Davidovich garante primeiro título no circuito ATP em Mallorca
-
Madison Keys conquista WTA 250 de Eastbourne
-
Muchova conquista torneio de Bad Homburg após desistência de Osaka
-
Milhões de europeus enfrentam temperaturas recordes neste sábado
-
George Russell supera Ferrari e fica com pole no GP da Áustria de F1
-
Na Times Square, a Copa do Mundo vive um eterno Carnaval
-
Milhões de europeus enfrentam recorde de temperaturas neste sábado
-
Didier Deschamps retorna à base da França na Copa do Mundo
-
Seleção Brasileira treina com elenco completo antes de viajar para enfrentar o Japão
-
Centenas de desabrigados iniciam 'uma nova vida' após terremotos na Venezuela
-
Desabamento de hospital obriga famílias a levarem corpos para necrotério na Venezuela
-
Chapare, a terra da coca que desafia o governo da Bolívia
-
Milhões de pessoas enfrentam mais de 35°C na Europa neste sábado
-
Indignação na Venezuela por lentidão do governo no resgate dos sobreviventes
-
Austrália dobrará multas por violação da proibição de redes sociais a menores de 16 anos
-
Irã acusa EUA de 'violar' acordo e ambos trocam ataques
-
Washington reautoriza IA mais poderosa da Anthropic, mas apenas para alguns parceiros nos EUA
-
Morre o piloto que colidiu seu avião contra arranha-céu em Pequim
-
Trump apresenta o novo passaporte dos EUA... com sua foto
Decisão do Canadá de eliminar imposto sobre empresas de tecnologia dos EUA levanta preocupações
A decisão do Canadá de eliminar um imposto sobre as gigantes da tecnologia americanas sob pressão do presidente Donald Trump, vários meses após a Índia ter feito o mesmo, alimenta preocupações sobre o futuro desses impostos em outros países, especialmente na Europa.
"Atualmente, aproximadamente metade de todos os países europeus da OCDE anunciou, propôs ou implementou um imposto sobre serviços digitais, à espera de uma ação a nível global", afirmou a Tax Foundation, um think tank que apoia a implementação desses impostos.
No entanto, o futuro dessa política é incerto depois que o G7, que reúne as economias mais avançadas, concordou no sábado em isentar as multinacionais americanas de um imposto mínimo global.
O economista vencedor do Prêmio Nobel, Joseph Stiglitz, disse que essa medida vai além do comércio.
"A questão é se governos democraticamente eleitos podem regular e tributar corporações poderosas ou se bilionários da tecnologia podem ditar políticas por meio de seus representantes políticos", disse ele.
- Quais países aplicam este imposto? -
Áustria, Brasil, Reino Unido, França, Índia, Itália, Espanha e Turquia estão entre os doze principais países que impuseram ou planejam impor tarifas especiais sobre grandes empresas de tecnologia.
O objetivo é forçá-las a pagar impostos onde conduzem suas atividades comerciais, além de neutralizar as estratégias de otimização tributária que costumam praticar.
No geral, as taxas são aplicadas à receita de vendas e têm como alvo principal empresas americanas como Alphabet (Google), Amazon, Apple, Facebook (Meta) e Microsoft.
No entanto, essa taxa varia de país para país, dependendo do volume de negócios e do tipo de atividade; por exemplo, alguns se concentram na receita de publicidade e outros na venda de dados.
"A maioria das alíquotas propostas ou adotadas está entre 2% e 5%" da receita tributável, afirmam analistas da Canadian Tax Foundation.
A maioria dos países adotou os impostos enquanto aguarda a introdução de um acordo internacional, o que parece improvável.
- Mais receita todo ano -
Este imposto gera mais receita a cada ano, segundo o Observatório Europeu de Impostos, que analisa dados de junho de 2023.
A França arrecadou cerca de 750 milhões de euros (US$ 880 milhões ou R$ 4,8 bilhões na cotação atual) em 2024, segundo estatísticas do governo, e no Reino Unido, o tesouro arrecadou 800 milhões de libras (US$ 1,096 bilhão ou R$ 6 bilhões).
A Itália arrecadou 455 milhões de euros (R$ 2,9 bilhões na cotação atual) em 2024, um aumento de 90% em relação a 2021, segundo a imprensa local, e a Espanha arrecadou 303 milhões de euros (R$ 1,9 bilhão na cotação atual) em 2023, apesar da expectativa de 1 bilhão de euros por ano, informou o jornal La Vanguardia.
- "Vulneráveis" -
A Índia aboliu esse imposto em abril, e a decisão do Canadá, em antecipação a um acordo comercial com os Estados Unidos, levanta questões sobre o futuro do imposto em países como o Reino Unido.
A Espanha nunca propôs reverter a medida, nem a Itália, mas durante a visita da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, a Washington em abril, a Casa Branca declarou que ela e Trump "concordam que um ambiente não discriminatório para a tributação de serviços financeiros é necessário para permitir os investimentos".
O ministro da Economia francês, Eric Lombard, disse à AFP que não considera abolir o imposto até que os Estados Unidos assinem o acordo internacional sob os auspícios da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A ONG Tax Justice Network observou que "os impostos nacionais sobre serviços digitais continuam vulneráveis a ameaças econômicas e políticas, especialmente dos Estados Unidos, que sempre protegeram suas multinacionais digitais de uma tributação justa no exterior".
M.Robinson--AT