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Líder supremo do Irã critica táticas de 'intimidação' após ameaças de Trump
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, denunciou neste sábado (8) uma política de "intimidação" dos Estados Unidos, depois que o presidente americano, Donald Trump, ameaçou atacar o Irã "militarmente" se o país não negociar seu programa nuclear.
"Escrevi uma carta para eles dizendo que espero que negociem, porque se tivermos que atacar militarmente, será algo terrível para eles", disse o presidente dos EUA em um trecho de entrevista no canal Fox Business transmitido na sexta-feira.
"Alguns governos insistem na intimidação para obter negociações", disse Khamenei em um discurso, sem mencionar Trump diretamente.
"Para eles, as negociações não são uma forma de resolver problemas, mas sim de dominá-los, e eles querem impor sua vontade ao outro lado por meio das negociações", acrescentou a máxima autoridade estatal durante um discurso às autoridades por ocasião do Ramadã.
O presidente Masod Pezeshkian, que é a favor de negociações com os países ocidentais para obter o levantamento das sanções e reanimar a economia iraniana, estava presente.
Khamenei, no poder desde 1989, não mencionou a carta supostamente enviada por Trump.
Em 2018, o presidente dos EUA retirou-se unilateralmente de um acordo nuclear internacional que seu país havia assinado com o Irã três anos antes. O texto previa o levantamento de algumas sanções contra Teerã em troca do controle sobre as atividades nucleares do Irã.
França, Alemanha, Reino Unido, China e Rússia estão todos vinculados a este acordo, que agora está moribundo.
Em retaliação à retirada dos EUA, o Irã gradualmente se distanciou de seus compromissos e acelerou suas atividades nucleares.
Teerã defende o direito de usar a energia nuclear para fins civis, especialmente para energia, mas diz que não quer adquirir armas nucleares.
G.P.Martin--AT