-
Sede da Federação Alemã de Futebol é alvo de buscas por suspeita de corrupção na Eurocopa 2024
-
Nova Zelândia rejeita recurso do fundador do Megaupload contra extradição
-
Inglaterra enfrenta RD Congo para confirmar o favoritismo
-
Medo e preocupação crescem na Meta em meio à febre da IA
-
Sobreviventes dos terremotos na Venezuela enfrentam precariedade em abrigos improvisados
-
Robô chinês promete fazer companhia a quem se sente só
-
Guerra em Mianmar já deixou mais de 100 mil mortos
-
Comunidade tradicionalista desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Victor Willis, cantor do Village People, morre aos 74 anos
-
Fraternidade São Pio X desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Vietnã anuncia incentivos para que a população tenha mais filhos
-
México 'merecia uma noite como esta', comemora Aguirre após classificação para 16-avos da Copa
-
México vence Equador (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Olise, o mago onipresente da França
-
Pochettino minimiza 'maldição' dos EUA contra seleções europeias
-
Tuchel reconhece favoritismo da Inglaterra contra RD Congo nos 16-avos da Copa
-
Nasa revela planos para construir base na Lua
-
EUA suspende restrições a modelos avançados de IA da Anthropic
-
Trump ganhou quase US$ 1,2 bilhão com criptomoedas em 2025
-
Chuva adia início do jogo entre México e Equador no Estádio Azteca
-
Copa do Mundo de 2026 ultrapassa marca de 5 milhões de espectadores nos estádios
-
Respirar sem se desesperar: mulher conta como sobreviveu sob os escombros na Venezuela
-
França deve levar Paraguai 'a sério', diz Mbappé
-
RD Congo joga pressão para Inglaterra: 'Nossa Copa já é um sucesso'
-
Com show de Mbappé e Olise, França atropela Suécia (3-0) e vai às oitavas da Copa
-
A hora de Pulisic pelos EUA contra a Bósnia nos 16-avos da Copa
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de imigrantes sem documentos
-
Ronald Koeman pede demissão da seleção holandesa após eliminação na Copa
-
Serena Williams retorna ao circuito de simples com derrota em Wimbledon
-
Alemanha questiona sua identidade após mais uma decepção na Copa do Mundo
-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
-
Enviados dos EUA chegam ao Catar para discussões sobre Irã
-
Mercosul mostra divergências após acordo com a UE e manifesta solidariedade à Venezuela
-
Alemanha não pode 'simplesmente voltar ao normal', diz presidente da federação
-
Seleção do Irã se despede de Tijuana com apoio de torcedores mexicanos
-
Chefe da CIA define modelos mais avançados de IA como 'armas nucleares digitais'
-
Senegal e Bélgica afinam pontaria para duelo valendo vaga nas oitavas da Copa
-
Noruega vence Costa do Marfim (2-1) e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa
-
Inglaterra tenta resolver quebra-cabeças defensivo contra RD Congo
-
Jihadistas sequestram mais de 30 estudantes em escola da Nigéria
-
Zverev perde set, mas avança à segunda rodada de Wimbledon
-
Netanyahu diz que Israel ficará no Líbano enquanto durar ameaça do Hezbollah
-
Supremo dos EUA rejeita tentativa de Trump de restringir cidadania por nascimento
-
'Estou pronto para ajudar a seleção', diz meio-campista português Bernardo Silva
-
Ben Shelton, número 5 do mundo, cai na estreia em Wimbledon
-
Falta de comida e de abrigo sufoca os sobreviventes dos terremotos na Venezuela
-
Paquetá tem lesão muscular confirmada e vira dúvida para as oitavas de final da Copa
-
Rybakina avança com dificuldade para segunda rodada de Wimbledon
-
Cúpula do Mercosul começa com crítica a assimetrias do pacto com a UE
-
Monaco exerce opção de compra de Ansu Fati
China promete resposta firme à ofensiva comercial dos Estados Unidos
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, prometeu nesta sexta-feira (7) uma resposta firme à ofensiva comercial dos Estados Unidos, que impôs tarifas adicionais a todos os produtos importados do país asiático.
Em uma entrevista coletiva durante a sessão plenária anual da Assembleia Popular Nacional, o ministro acusou o governo dos Estados Unidos de impor tarifas "sem motivo" e fez um alesta sobre m mundo governado pela "lei da selva", caso cada país persiga apenas seus próprios interesses.
"Há quase 190 países no mundo (...) Imagine se cada país enfatizasse suas próprias prioridades e acreditasse na força e status, o mundo voltaria à lei da selva", afirmou Wang.
Segundo ele, a atual política comercial americana "não é como um grande país responsável deve se comportar".
"Os vínculos econômicos e comerciais entre a China e os Estados Unidos são mútuos", lembrou. "Se você escolhe a cooperação, pode levar a um benefício recíproco; mas se a pressão continuar, a China responderá de maneira firme", acrescentou o veterano político.
O chefe da diplomacia chinesa também descartou que a aparente aproximação da administração de Donald Trump com a Rússia afete as boas relações entre Pequim e Moscou.
Wang definiu a aliança entre Moscou e Pequim como "uma constante em um mundo turbulento, que não mudará devido a eventos temporários, nem será abalada pela interferência de outras partes".
O ministro, no entanto, pareceu apoiar as ações de Trump para acabar com o conflito na Ucrânia, recebidas com receio por Kiev e seus aliados europeus porque temem uma paz favorável aos interesses russos.
"A China saúda e apoia todos os esforços dedicados à paz", disse Wang, argumentando que "o conflito não tem vencedores e a paz não tem perdedores".
Ele também pediu a todas as partes que busquem "um cessar-fogo total e duradouro em Gaza e o aumento da ajuda humanitária".
R.Chavez--AT