-
Venezuelano sobrevive oito dias sob escombros de terremotos
-
Harry Kane, o salvador da Inglaterra na Copa do Mundo
-
Rybakina vence McNally sem sustos e vai à terceira ronda de Wimbledon
-
Sem Paquetá, Brasil encara desafio de reconstruir meio-campo contra Noruega
-
Pelo menos 25 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Manchester City está perto de assinar com Elliot Anderson
-
Zverev avança em Wimbledon após vitória fácil contra Royer
-
Atentado com bomba deixa 6 mortos em Damasco
-
Por um fio na Alemanha, Nagelsmann pode ser substituído por Klopp
-
Lucas Paquetá está fora de jogo contra Noruega pelas oitavas de final da Copa
-
Hernán Gil, um resgate cinematográfico que emociona uma Venezuela de luto
-
Onda de calor castiga o leste dos EUA antes do feriado de 4 de julho
-
Swiatek se classifica para terceira rodada de Wimbledon
-
Pelo menos 21 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Após Kane e Olise, chega a vez de Luis Díaz na promissora seleção da Colômbia
-
Socorristas resgatam venezuelano com vida oito dias após terremotos
-
OMS declara fim do surto de hantavírus vinculado ao cruzeiro que partiu da Argentina
-
Serviços de saúde enfrentam dificuldades para atender afetados por terremotos na Venezuela
-
EUA criou menos empregos que o previsto em junho
-
Espanhol Santi Cazorla anuncia aposentadoria aos 41 anos
-
Seleção espanhola colocada à prova no dia em que Copa se despede de uma lenda
-
Alemanha anuncia grande pacote de reformas para impulsionar economia e competitividade
-
Mateus Fernandes assina com Tottenham por 85 milhões de libras
-
Dividido e sem investigação oficial, Israel recorda os mil dias do ataque do Hamas
-
Tribunal europeu mantém multa de € 4,1 bilhões contra o Google
-
Procurar uma mãe por chat e chorar seus mortos por streaming, o drama da diáspora venezuelana
-
Maior ataque russo contra Kiev desde o início da guerra deixa pelo menos 17 mortos
-
Vaticano confirma excomunhão de seis bispos tradicionalistas
-
Negociações indiretas entre EUA e Irã registram 'avanços positivos', diz Catar
-
Equipes de resgate lutam para retirar venezuelano dos escombros sete dias após terremotos
-
Pochettino comemora classificação dos EUA para as oitavas: "Por que não nós?"
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
-
Celtics negociam Jaylen Brown com seus rivais Sixers
-
Tottenham está perto de contratar Tonali e Mateus Fernandes
-
Ator Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer
-
"Gus", o tiranossauro mais completo do mundo, é apresentado em NY antes de leilão
-
Bélgica vence Senegal de virada na prorrogação (3-2) e vai às oitavas da Copa
-
Para Portugal, Copa do Mundo começa contra a Croácia, diz Martínez
-
Esperança de encontrar sobreviventes se esvai na Venezuela
-
Nos 16-avos, Argélia encara Suíça, seleção já comandada por seu atual técnico
-
Lautaro ou Julián Álvarez? O dilema da Argentina para acompanhar Messi no ataque
-
Cristiano Ronaldo ou Modric: a Copa se despede de uma lenda
-
Vítor Pereira, ex-Corinthians e Flamengo, é demitido do Nottingham Forest
-
Djokovic bate Tsitsipas e vai à terceira rodada de Wimbledon
-
Casal que escalou Empire State Building para pedido de casamento é detido
-
Cavani rescinde com Boca Juniors, diz imprensa argentina
-
Seleção da RD de Congo mostrou a 'resiliência' de seu país contra a Inglaterra, diz treinador
Soldados americanos e finlandeses treinam no Ártico
Longe da turbulência diplomática, quase mil militares finlandeses, americanos e canadenses aliados da Otan estão treinando no norte da Finlândia, perto da fronteira com a Rússia, em uma área cobiçada pelas potências mundiais.
Esquiando em uma floresta sob a neve, recrutas finlandeses, com roupas de inverno salpicadas de cinza e branco, usam pinheiros para camuflar seus tanques.
Junto com soldados americanos e canadenses, eles se preparam para o combate no âmbito de um exercício militar dirigido pelos Estados Unidos em Sodankylä, Finlândia, uma localidade a 130 quilômetros da Rússia.
O objetivo do "Arctic Forge 25", iniciado em 14 de fevereiro e que terminará na sexta-feira, é aprimorar as táticas de guerra e preparar uma intervenção rápida no caso de um conflito na região do Ártico.
Este tipo de preparação para a guerra nesta região é essencial para a Otan, visto que o Ártico é de interesse crescente para EUA, Rússia e China.
Com temperaturas que podem chegar a cerca de -20°C nesta época do ano, os soldados não perdem de vista a prioridade número um para a sobrevivência neste ambiente gelado: manter-se aquecido e seco.
Julius Kallinen, 19 anos, artilheiro de tanque e recruta da brigada Jaeger finlandesa, enfatiza a importância das habilidades de sobrevivência nestas condições extremas.
"Tudo pode acontecer aqui, você pode cair em um lago congelado ou em um pântano", diz ele enquanto monta o acampamento de seu pelotão. Outros soldados cavam trincheiras na neve até os joelhos.
"É preciso saber se aquecer, porque a -30ºC você pode acabar rapidamente em hipotermia", comenta Kallinen.
- Aperfeiçoando habilidades -
"Reunir combatentes de Finlândia, Canadá e Estados Unidos para treinar e aperfeiçoar nossas habilidade é extremamente importante para fortalecer nossa capacidade e preparação nos arredores do Ártico", ressaltou Daniel Ludwig, comandante das tropas americanas.
O ministro da Defesa da Finlândia, Antti Hakkanen, confirmou em fevereiro que as Forças Terrestres Avançadas (FLF) da Otan, baseadas em vários países em sua frente oriental, ficarão estacionadas em Sodankylä e na cidade vizinha de Rovaniemi.
Além disso, uma base do norte da Europa será instalada em Mikkeli, uma das cidades mais próximas da fronteira com a Rússia.
É "provável que os Estados Unidos retirem mais tropas da Europa ou as redistribua dentro do continente", diz Iro Sarkka, pesquisador do Finnish Institute of International Affairs.
A estratégia militar americana está sendo reorientada para a região da Ásia-Pacífico e para o Ártico, observa, o que "explica o interesse deles na Groenlândia", afirma Sarkka.
China e Rússia também estão interessadas neste território, repleto de vastas reservas inexploradas de petróleo, gás e minerais essenciais.
Para o coronel Ari Mure, vice-comandante da brigada Jaeger que lidera o exercício, a Finlândia poderá contar com o apoio de seus aliados no caso de uma crise.
"Ainda acredito que receberemos ajuda dos membros da Otan, se necessário", diz ele, sobretudo porque o país nórdico assinou um acordo bilateral de defesa com Washington no ano passado.
M.White--AT