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Netanyahu saúda enfoque 'revolucionário' de Trump para Gaza
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou neste domingo (9) de "revolucionária" a proposta do presidente americano Donald Trump, que consiste na tomada do controle de Gaza pelos Estados Unidos, e no deslocamento da população.
Netanyahu explicou a seus ministros que ambos os dirigentes concordaram que é preciso "garantir que Gaza já não represente uma ameaça para Israel".
Trump tem "um enfoque revolucionário e criativo", afirmou Netanyahu, após retornar de sua viagem a Washington, e acrescentou que o presidente americano está "bastante decidido a aplicá-lo".
Mas o presidente turco Recep Tayyip Erdogan afirmou neste domingo que ninguém tem o poder para deslocar os palestinos para fora da Faixa de Gaza.
"Ninguém tem o poder de retirar o povo de Gaza de sua pátria eterna, que esteve ali por milhares de anos", disse Erdogan em entrevista coletiva neste domingo. "Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental pertencem aos palestinos", acrescentou.
Por sua vez, o chefe de governo da Alemanha, Olaf Scholz, classificou hoje de "escândalo" os planos de Trump para Gaza.
O anúncio recente de Trump causou uma onda de condenação no mundo e desferiu um golpe no frágil acordo de cessar-fogo.
Alguns países árabes hostis a qualquer deslocamento dos habitantes de Gaza tentam se coordenar para dar uma resposta conjunta à proposta de Trump.
- Exército israelense se retira do corredor de Netzarim -
O Exército israelense se retirou neste domingo do corredor Netzarim, que divide a Faixa de Gaza em duas e impedia que os deslocados retornassem ao norte, no âmbito da frágil trégua entre Israel e o movimento islamista Hamas.
Assim que a retirada foi anunciada, filas intermináveis de carros, caminhões e carroças sobrecarregados se formaram, movendo-se em ambas as direções em meio a uma paisagem de ruínas.
Osama Abu Kamil, um homem de 57 anos que teve que viver em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, por mais de um ano, deslocado pela guerra, conseguiu retornar para sua casa em Al Maghraqa, um pouco ao norte do corredor.
"Vou montar uma barraca para mim e minha família perto dos escombros da nossa casa. Não temos escolha", disse ele, acrescentando que "a vida em Gaza é pior que o inferno".
O corredor Netzarim era uma faixa de terra estabelecida por Israel que dividia o território palestino em duas partes, norte e sul, e que até agora era militarizado pelo Exército israelense.
De acordo com uma autoridade do Hamas, a retirada de Netzarim neste domingo faz parte do acordo de trégua que entrou em vigor em 19 de janeiro, após mais de 15 meses de guerra entre Israel e o grupo islamista.
A guerra começou com um ataque do Hamas em território israelense em 7 de outubro de 2023, que deixou 1.210 mortos do lado israelense, a maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados oficiais.
O Hamas fez 251 reféns em Gaza, dos quais 73 permanecem no território, incluindo 34 que teriam morrido, segundo o Exército israelense.
A ofensiva de retaliação israelense deixou pelo menos 48.181 mortos em Gaza, a maioria civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas.
- Violência continua na Cisjordânia -
A quinta troca ocorreu no sábado e levou à libertação de três reféns israelenses e 183 detidos palestinos.
Após a entrega, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chamou os membros do Hamas de "monstros" devido à aparência dos reféns.
De acordo com o hospital que os tratou, dois deles, Or Levy e Eli Sharabi, estavam em "mau estado de saúde", enquanto o terceiro, Ohad Ben Ami, sofria de problemas nutricionais "severos".
O Hamas denunciou o "lento assassinato" de prisioneiros palestinos nas prisões israelenses, após a hospitalização de sete dos recém-libertados.
Após essa troca, espera-se que a próxima fase do cessar-fogo comece, o que deve levar o conflito a um fim permanente.
Nesse sentido, Netanyahu também anunciou o envio de negociadores ao Catar, principal mediador do conflito.
O Egito anunciou que sediará uma cúpula árabe extraordinária em 27 de fevereiro para abordar "os últimos acontecimentos sérios" relacionados aos territórios palestinos.
Enquanto isso, a violência continua na Cisjordânia ocupada, onde três pessoas morreram, entre elas uma mulher grávida, em uma operação das forças israelenses, de acordo com autoridades palestinas.
Desde o início da guerra em Gaza, pelo menos 886 palestinos, incluindo milicianos, morreram pelas mãos das forças israelenses ou de colonos no território ocupado por Israel desde 1967, de acordo com o Ministério da Saúde da Autoridade Palestina.
S.Jackson--AT