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Biden afirma que deixa EUA 'mais forte' para Trump
Joe Biden afirmou, nesta segunda-feira (13), que deixa um Estados Unidos "mais forte", durante um discurso focado na Ucrânia, Gaza e China, no qual fez um balanço de sua política externa antes de passar o cargo ao republicano Donald Trump.
"Os Estados Unidos estão mais fortes, nossas alianças estão mais fortes, nossos adversários e concorrentes estão mais fracos, (e) não fomos à guerra para que essas coisas acontecessem", afirmou no Departamento de Estado.
Os membros da aliança militar da Otan agora "pagam sua parte justa", garantiu.
Trump criticou repetidamente os países da aliança atlântica e, em determinado momento, disse que incentivaria a Rússia a fazer "o que quisesse" com os aliados que não pagassem o que cabia a eles.
No passado, o republicano também expressou sua admiração pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, enquanto Biden zombou do chefe de Kremlin sobre a situação na Ucrânia.
"Quando Putin invadiu, ele pensou que conquistaria Kiev em questão de dias. A verdade é que, desde que começou essa guerra, eu sou o único que foi ao centro de Kiev, não ele", disse.
Biden se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos em exercício a visitar uma zona de guerra não controlada pelas forças americanas ao viajar à capital ucraniana em 2023.
O democrata afirmou que os Estados Unidos e seus aliados não podem "abandonar" a Ucrânia, a quem Washington enviou bilhões de dólares em assistência militar desde o início da guerra em 2022.
"Há mais a fazer", afirmou o octogenário, garantindo que Putin "não alcançou nenhum de seus objetivos estratégicos".
Trump prometeu alcançar um acordo de paz "em 24 horas", mas há temores em Kiev de que ele possa forçar um cessar-fogo que faça a Ucrânia ceder território à Rússia.
- "Nunca vão nos superar" -
No balanço de seus quatro anos de mandato sobre política externa, Biden não poderia deixar de falar sobre a China, uma de suas prioridades.
O democrata está convencido de que "os Estados Unidos estão ganhando a competição mundial" contra o gigante asiático em uma nova era de economia e tecnologia globais.
"Segundo as últimas previsões, observando a trajetória atual da China, nunca vão nos superar. Ponto", afirmou, se vangloriando também de ter gerido de forma "responsável" as relações com Pequim.
"Criamos linhas de comunicação entre o presidente Xi (Jinping) e eu e entre os líderes de nossos exércitos para evitar mal-entendidos. Encontramos formas de colaborar para enfrentar a mudança climática, para reduzir o fluxo de fentanil nos Estados Unidos", detalhou.
O presidente em fim de mandato se congratulou pela queda das mortes por overdose de drogas nos Estados Unidos e se vangloriou de que mais fentanil foi apreendido na fronteira "em dois anos do que nos cinco anos anteriores juntos".
Trump decidiu declarar guerra ao fentanil e ameaça impor tarifas muito altas ao México, Canadá e China até que, segundo ele, os três países tomem medidas contra este opioide sintético que causa estragos nos Estados Unidos.
O discurso de Biden foi mais comedido sobre a guerra em Gaza, já que parte do Partido Democrata critica seu apoio incondicional a Israel. Mesmo assim, o democrata se mostrou otimista.
- O "certo" no Afeganistão -
"Na guerra entre Israel e Hamas, estamos prestes a que uma proposta que apresentei em detalhes há meses finalmente se torne realidade", afirmou.
Biden defendeu a retirada do Afeganistão, que caiu nas mãos dos talibãs em 2021.
"Acabar com a guerra foi a coisa certa a se fazer", considerou.
Por fim, o presidente de 82 anos instou a administração Trump a continuar com as políticas de energia verde que seu governo impulsionou, pois os negacionistas do clima estão "completamente errados".
Diretamente do Salão Oval, Biden fará seu discurso de despedida à nação na quarta-feira.
F.Wilson--AT