-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Fatores para a proliferação nuclear estão 'se acelerando', diz chefe da ONU
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso das negociações de paz
-
Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira
-
Americana relata sofrimento em investigação francesa contra Al Fayed
-
BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
-
Mali se recupera de onda de ataques jihadistas no fim de semana
-
Ministra colombiana reivindica 'novo poder' com países dispostos a deixar o petróleo
-
Parque bíblico ameaça demolir bairro palestino em Jerusalém Oriental
-
Real Madrid confirma lesão de Mbappé na coxa esquerda
-
Xavi Simons anuncia que está fora da Copa do Mundo
-
Startup japonesa pede aprovação para tratamento de insuficiência renal crônica em gatos
-
OMS inicia semana crucial de negociações sobre vacinas e patógenos
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Chanceler do Irã culpa EUA por fracasso das negociações de paz
-
Suspeito de atirar contra cerimônia de gala com a presença de Trump comparece à Justiça
-
Coreia do Norte inaugura monumento em homenagem a soldados mortos na guerra da Rússia contra Ucrânia
-
Trabalhador morre em acidente durante montagem de palco da Shakira em Copacabana
-
João Fonseca perde para Jódar, que avança às oitavas do Masters 1000 de Madri
-
Porto vence Estrela da Amadora (2-1) e fica a um passo do título em Portugal
-
Rybakina vence Zheng de virada e avança às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
Chanceler do Irã segue para Rússia, sem perspectivas de diálogo com EUA
-
Marselha empata com Nice (1-1) e fica mais longe da Champions; Lille e Rennes não desistem
-
"Não posso me comparar" a Nadal ou Federer, afirma Sinner
-
Ministro das Relações Exteriores do Irã viaja a Moscou após reuniões em Paquistão e Omã
-
Partido do presidente palestino lidera eleições municipais na Cisjordânia
-
Wembanyama é liberado para jogar pelos Spurs após concussão
-
Atentado à bomba deixa 20 mortos na Colômbia a um mês das eleições
-
Inter cede empate na visita ao Torino (2-2) em seu caminho rumo ao Scudetto
-
Borussia Dortmund goleia Freiburg (4-0) e garante vaga na Champions
-
Lesionado, Pablo Barrios vai desfalcar o Atlético contra o Arsenal na semifinal da Champions
-
Stuttgart empata com Werder Bremen (1-1) e pode se complicar na corrida por vaga na Champions
-
Homem armado em jantar de imprensa nos EUA tinha como alvo membros do governo
-
Chelsea vence Leeds (1-0) com gol de Enzo Fernández e vai enfrentar City na final da FA Cup
-
Sinner atropela Moller e vai às oitavas de final do Masters 1000 de Madri
-
Número de mortos em atentado com bomba na Colômbia sobe para 19
-
Chanceler do Irã retorna ao Paquistão apesar de Trump ter cancelado a viagem de seus enviados
-
Gauff supera problemas estomacais, vence Cirstea e vai às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
Powell lidera última reunião como presidente do Fed em meio a preocupações com a inflação
-
Líderes condenam o incidente armado no jantar com Trump em Washington
-
O que se sabe sobre os disparos no jantar de gala com Trump
-
Retomada das negociações entre EUA e Irã permanece incerta
-
Líderes condenam o incidente armado no evento de gala em Washington
-
Zelensky acusa Rússia de 'terrorismo nuclear' no 40º aniversário de Chernobyl
-
Trump foi retirado do jantar com jornalistas após disparos
-
Tiros e evacuação de Trump: jantar de correspondentes da Casa Branca termina em caos
-
Trump é retirado de jantar com jornalistas após disparos
-
Atentado à bomba deixa 14 mortos na Colômbia em meio à onda de violência
-
Trump cancela viagem de enviados ao Paquistão para negociações sobre guerra no Oriente Médio
Empresas de tecnologia estendem tapete vermelho para Trump e Musk
Os líderes tecnológicos continuam apoiando Donald Trump, e o anúncio do Facebook de que encerrará seu programa de checagem de fatos nos EUA é a mais recente vitória do presidente eleito e de seu assessor bilionário Elon Musk.
"Voltamos às nossas origens", afirmou na terça-feira (8) o chefe da Meta, Mark Zuckerberg, quem sempre se negou a considerar sua empresa como uma empresa de imprensa sujeita a limitações de conteúdo. Ele prefere descrevê-la como uma rede de distribuição.
Até o momento, nenhum CEO de uma empresa de tecnologia dos EUA expressou apoio tão direto ao conceito radical de liberdade de expressão defendido por Trump e Musk.
Donald Trump ataca os meios de comunicação que o criticam, mas defende o livre fluxo de conteúdo de seus seguidores nas mídias sociais, que muitas vezes amplificam sua retórica anti-imigração, a hostilidade contra pessoas transgênero e as ameaças a seus oponentes.
“Para aqueles de nós que lutaram durante anos na guerra da liberdade de expressão”, essa é "uma grande vitória e um ponto de inflexão", disse David Sacks, empresário e futuro conselheiro de Trump sobre inteligência artificial (IA) e criptomoedas.
Este amigo de Elon Musk comemorou que a Meta "corrigiu sua trajetória".
"Obrigado, presidente Trump, por criar este realinhamento político e cultural", escreveu.
“Faz sentido abordar essa decisão (da Meta) de um ângulo político”, disse à AFP Ethan Zuckerman, professor de políticas públicas, comunicação e informação da Universidade de Massachusetts.
- “Difícil, caro e controverso” -
O acadêmico lembra que Dana White, apoiador de Trump, entrou para a equipe de gerenciamento do Facebook.
A decisão anunciada na terça-feira também “favorece os objetivos financeiros de Zuckerberg: a verificação de dados é uma atividade difícil, cara e controversa”, diz o pesquisador, que recentemente processou a Meta por causa do desempenho de seu algoritmo.
“Os partidos políticos, assim como as mídias sociais, prosperam com a divisão, portanto, não é muito surpreendente (que uma empresa) como a Meta pare de verificar os fatos”, diz Wendy Schiller, professora de ciências políticas da Brown University.
Outros líderes do setor sinalizaram de forma mais discreta sua disposição de cooperar com o novo governo Trump após o fim do mandato de Biden, que foi marcado por um tom severo em relação às empresas de tecnologia acusadas de permitir a proliferação de desinformação e discurso de ódio.
Donald Trump planeja atacar essas empresas e a mídia em geral. No passado, ele atacou a rede social, especialmente depois que foi temporariamente banido do Facebook e do Twitter, que foi adquirido por Elon Musk e renomeado para X.
Na terça-feira, o presidente eleito avaliou que o chefe de Meta “provavelmente” reagiu às ameaças feitas por ele.
- “Cartel da censura" -
O republicano escolheu Brendan Carr, um defensor da desregulamentação do setor de tecnologia, para chefiar a poderosa agência federal de comunicações, a FCC.
Em 15 de novembro, Brendan Carr conclamou o X a “desmantelar o cartel da censura”, composto, segundo ele, por “Facebook, Google, Apple, Microsoft e outros”.
Há poucos dias, a cartunista Ann Telnaes anunciou sua demissão do The Washington Post depois que a administração rejeitou um de seus desenhos, no qual ela criticava o proprietário do jornal, Jeff Bezos, fundador da Amazon, por ter tentado “cair nas graças de Donald Trump”.
Assim como Mark Zuckerberg, os chefes do Google, da Amazon e da Apple se reuniram com o republicano em Mar-a-Lago, sua residência na Flórida.
O setor de tecnologia está fornecendo dinheiro para financiar recepções para a posse de Donald Trump em 20 de janeiro.
Entre os líderes contribuintes está Sam Altman, diretor da OpenAI, que disse no início de dezembro que tinha “uma profunda convicção de que Elon (Musk) tomaria as decisões certas”.
O chefe do X, SpaceX e Tesla surgiu nos últimos meses como um peso pesado dentro do campo trumpista, e até mesmo fora dele, depois de ter se envolvido muito ativamente na campanha do antigo e agora futuro presidente republicano.
“É genial”, disse, após o anúncio feito por Mark Zuckerberg, com quem tem uma relação conturbada.
G.P.Martin--AT