-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
Disputa segue acirrada entre Harris e Trump a um mês das eleições
Tudo mudou e tudo continua igual. As eleições presidenciais dos Estados Unidos, disputadas por Kamala Harris e Donald Trump em um mês, permanecem incertas e tensas como sempre, apesar dos vários reveses enfrentados até agora.
O ex-presidente republicano viu sua já sólida base eleitoral acalorada após sofrer duas tentativas de assassinato, na Pensilvânia, em julho, e na Flórida, em setembro.
A repentina entrada da vice-presidente na disputa, após a histórica desistência de Joe Biden em julho, devolveu a esperança ao Partido Democrata, abalado pelas pesquisas sobre o presidente octogenário.
- "Nova geração" -
Kamala Harris está empatada com Donald Trump nas pesquisas, ou ligeiramente à frente a nível nacional, mas não obteve o impulso necessário nos únicos estados que contam.
Assim como em 2016 e 2020, os famosos estados-pêndulo (Arizona, Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin) poderão decidir se a ex-procuradora de 59 anos ou o milionário de 78 obterão os 270 votos eleitorais necessários para vencer.
A vice-presidente, de pai jamaicano e mãe indiana, espera que os Estados Unidos estejam prontos para uma "nova geração" de líderes elegendo-a.
Kamala Harris não entrou em detalhes sobre seu programa centrista, que combina firmeza contra a imigração ilegal, melhorias para a classe média e defesa do direito ao aborto, tema especialmente desconfortável para os republicanos.
Perante os ataques e até insultos de Donald Trump, a candidata democrata prefere ferir sua suscetibilidade, como fez durante o debate de setembro com sucesso inegável.
Ela o chamou de fraco e disse que os americanos o "expulsaram" em 2020
- "Camarada Kamala" -
Candidato pela terceira vez à Casa Branca, Donald Trump repete o discurso de 2016 e 2020, apresentando-se como antissistema, próximo do povo e muito crítico das elites de Washington.
A promessa de campanha se mantém: o combate à imigração ilegal, que segundo ele está "destruindo" as cidades americanas.
Em cada um dos seus comícios, o septuagenário apresenta o panorama sombrio de um país devastado por migrantes "terroristas" e "estupradores", libertados de "prisões e hospícios".
Também critica sua rival pela inflação. Ele acusa a "camarada Kamala", como a apelidou, de querer introduzir medidas "inspiradas na Venezuela e União Soviética" para combater o aumento dos preços.
Seus comícios são assistidos por uma multidão de apoiadores de bonés vermelhos, convencidos de que o seu herói, condenado por um crime no final de maio, é vítima de perseguição política e de que os democratas incentivam as ameaças contra ele.
O próprio Donald Trump atribuiu sua segunda tentativa de assassinato à "retórica" dos seus adversários, enquanto os democratas o acusam de ser o instigador de um clima político sufocante.
Na véspera das eleições de 5 de novembro, a tensão política aumenta.
Os centros eleitorais nos condados mais disputados tornaram-se fortalezas, protegidos por cercas de ferro e detectores de metal.
A certificação dos resultados das eleições presidenciais no Capitólio, invadido por apoiadores de Trump em 6 de janeiro de 2021, será feita desta vez com o mais alto nível de segurança possível para um evento oficial.
Mas há receios de que, mais uma vez, a votação seja tão apertada que levará dias, e não horas, para declarar um vencedor.
Donald Trump, que nunca admitiu a derrota em 2020, já acusou os democratas de "trapaça".
A.Williams--AT