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Israel mata o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em bombardeio no Líbano
Israel matou líder do movimento islamista libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, em um bombardeio em Beirute, o que representa um duro golpe para o grupo pró-Irã e empurra o Líbano e todo Oriente Médio para um terreno desconhecido.
A morte na sexta-feira (27) de Nasrallah, considerado o homem mais poderoso do Líbano, aumenta o risco de desestabilização do país e é uma grande vitória para Israel contra seu grande inimigo Irã e seis aliados na região.
"Sayed Hassan Nasrallah se uniu a seus companheiros mártires (...) cuja marcha liderou durante quase 30 anos", anunciou o Hezbollah, aliado mais próximo do Irã, quase 20 horas após o bombardeio israelense.
Nasrallah morreu ao lado de outros integrantes do grupo armado "em um traiçoeiro bombardeio sionista" na periferia sul da capital libanesa, reduto do movimento xiita, acrescentou o Hezbollah, sem revelar as identidades dos outros comandantes.
"Hassan Nasrallah está morto", afirmou uma fonte do Exército, Nadav Shoshani, na rede social X.
Segundo um comunicado militar israelense, Ali Karaki, apresentado como o comandante da frente sul do Hezbollah, e outros dirigentes do movimento morreram ao lado de Nasrallah na operação que recebeu o nome "Nova Ordem".
Uma fonte próxima ao Hezbollah confirmou a morte de Karaki.
O general Abbas Nilforoushan, da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, também morreu no ataque, informou a agência oficial iraniana IRNA.
- "Um dos maiores inimigos" -
"Nasrallah era um dos maiores inimigos de todos os tempos do Estado de Israel [...]. Sua eliminação torna o mundo um lugar mais seguro", afirmou o porta-voz do Exército israelense, Daniel Hagari.
Hassan Nasrallah, de 64 anos, era um homem muito influente e venerado entre a comunidade xiita no Líbano. Líder do Hezbollah desde 1992, ele vivia escondido e fez raras aparições públicas nos últimos anos.
Após o anúncio da morte, gritos foram ouvidos em vários bairros de Beirute que abrigam os deslocados das áreas xiitas.
O Exército afirmou que a "maioria" dos líderes do Hezbollah foi "eliminada" nas operações israelenses dos últimos meses.
- "Ultrapassou todas as linhas vermelhas" -
O Exército israelense iniciou na segunda-feira uma campanha de bombardeios em larga escala contra o Hezbollah no Líbano, após um ano de confrontos na fronteira com o movimento pró-Irã.
O Hezbollah abriu uma frente contra Israel no início da guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque contra o território israelense de seu aliado Hamas em 7 de outubro de 2023. Desde então, prometeu continuar "até o fim da agressão israelense em Gaza".
Israel afirma que, com os bombardeios no Líbano, pretende restabelecer a segurança no norte do país, alvo dos ataques do Hezbollah, e permitir o retorno de dezenas de milhares de habitantes que foram obrigados a fugir de suas casas.
O bombardeio israelense de sexta-feira na periferia sul de Beirute destruiu dezenas de edifícios, obrigou centenas de pessoas a abandonar suas casas e deixou pelo menos seis mortos, segundo um balanço provisório divulgado pela autoridades libanesas.
Para o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, Israel segue "uma política de genocídio desde 7 de outubro", cujo novo objetivo é "o Líbano e o povo libanês".
Ao matar Hassan Nasrallah, Israel "ultrapassou todas as linhas vermelhas", afirmou o primeiro-ministro do Iraque, Mohamed Shia al Sudani.
O grupo islamista palestino Hamas, em guerra contra Israel na Faixa de Gaza, chamou o assassinato de Nasrallah de "ato terrorista covarde".
O guia supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, decretou cinco dias de luto nacional pela morte de Nasrallah.
A morte provocará "a destruição" de Israel, declarou o primeiro vice-presidente do Irã, Mohamad Reza Aref.
O Hezbollah, financiado e armado pelo Irã, foi criado em 1982 por iniciativa da Guarda Revolucionária iraniana.
"O caminho glorioso do líder da resistência, Hassan Nasrallah, continuará e seu objetivo sagrado será realizado com a libertação de Quds (Jerusalém)", afirmou a diplomacia iraniana.
Apesar dos bombardeios israelenses contra os redutos do Hezbollah, o movimento xiita anunciou que disparou foguetes contra o norte de Israel. Mas a maioria dos projéteis foram interceptados.
- Pedido de suspensão de voos -
O Exército israelense anunciou neste sábado que bombardeou 140 posições do Hezbollah desde sexta-feira à noite. Horas depois, anunciou um novo novo ataque de "precisão" contra um reduto do Hezbollah em Beirute.
Diante da situação, as autoridades europeias recomendaram que as companhias aéreas evitem o espaço aéreo do Líbano e de Israel pelo menos "até 31 de outubro".
Várias companhias anunciaram a suspensão dos seus voos para Beirute e Tel Aviv. A companhia aérea Iran Air anunciou o cancelamento das conexões com Beirute.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que está "profundamente preocupado" com a "dramática escalada" em Beirute nas últimas 24 horas, segundo seu porta-voz.
Desde segunda-feira, os bombardeios israelenses deixaram mais de 700 mortos, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Mais de 50 mil pessoas fugiram do Líbano para a Síria devido aos bombardeios israelenses e "mais de 200 mil estão deslocados" dentro do país, segundo a ONU.
Um ano de confrontos entre Israel e o Hezbollah deixou mais de 1.500 mortes, um número de vítimas superior ao provocado pela última guerra entre os dois lados em 2006.
E.Flores--AT