-
Apesar da dificuldade, 'lulistas' confiam em virada contra Flávio Bolsonaro
-
Brasil elegeu Congresso que pode conceder anistia a Jair Bolsonaro
-
Família Bolsonaro se impõe no 1º turno e conquista quatro cadeiras no Congresso
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da extrema direita que desafia Lula
-
Flávio Bolsonaro e Lula disputarão 2º turno presidencial
-
Jogadores israelenses usam braçadeira preta em empate contra a Irlanda
-
Líder sérvio da Bósnia Dodik reivindica vitória eleitoral de seu partido e agradece a Trump e Putin
-
Sem CR7, Portugal vence Noruega (2-1) e garante vaga nas quartas da Liga das Nações
-
Flávio Bolsonaro à frente de Lula na apuração do 1º turno presidencial
-
Alemanha fica no 0 a 0 na visita à Grécia e se complica na Liga das Nações
-
Países Baixos vencem Sérvia (2-1) e se aproximam das quartas de final da Liga das Nações
-
Na Amazônia, indígenas votam em Lula e se preocupam com o El Niño
-
Iêmen anuncia operação para recuperar territórios controlados pelos houthis
-
Etiópia controla capital do Tigré e rivais regionais pedem solução pacífica
-
Castigada pela insegurança, Rocinha vota sem esperança
-
Chanel se rende à "Blazymania"
-
Exército etíope controla capital do Tigré, e rivais regionais se reúnem no Egito
-
Rybakina, número um do tênis mundial, desiste do WTA 1000 de Wuhan por lesão
-
Rússia bombardeia Kiev durante visita do chefe de governo alemão
-
Bósnios votam em meio a divisões herdadas da guerra
-
Trump confirma diretor de inteligência nacional como novo czar da IA
-
Iêmen anuncia operação para recuperar território controlado pelos houthis
-
Djokovic elimina Zverev e vai às semifinais do ATP 500 de Pequim
-
Universidade Cornell revisará sua gestão de denúncia de estupro coletivo em 2024
-
Zelensky diz que EUA quer negociações trilaterais com a Rússia em outubro
-
Zona rural da Finlândia se prepara para chegada de 'datar centers' da Google
-
Chuvas torrenciais deixam dois mortos na província de Barcelona
-
Entre 400 e 500 escolas de ensino médio vão suspender aulas na França por segurança
-
Migrantes são desalojados de assentamento em Ceuta antes da visita dos reis espanhóis
-
Sem advogado, crianças migrantes correm risco de deportação nos EUA
-
Max Verstappen (Red Bull) vence GP do Bahrein de F1 na Malásia; Bortoleto é 18º
-
EUA pede contenção e diálogo em conflito na Etiópia
-
Chefe do governo alemão visita a Ucrânia em meio a aumento de ataques russos
-
Chuvas torrenciais deixam dois mortos em Barcelona e arredores
-
Maioria pró-europeia lidera as legislativas na Letônia
-
أليكس بودي وسفير جمهورية جنوب السودان غوم دومينيك ماتيوك يبحثان في برلين إمكانية إنشاء قنصلية فخرية في بوخارست
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ Ο ΠΡΕΣΒΗΣ ΤΗΣ ΔΗΜΟΚΡΑΤΙΑΣ ΤΟΥ ΝΟΤΙΟΥ ΣΟΥΔΑΝ ΓΚΟΥΜ ΝΤΟΜΙΝΙΚ ΜΑΤΙΟΚ ΣΥΖΗΤΟΥΝ ΣΤΟ ΒΕΡΟΛΙΝΟ ΤΟ ΕΝΔΕΧΟΜΕΝΟ ΙΔΡΥΣΗΣ ΕΠΙΤΙΜΟΥ ΠΡΟΞΕΝΕΙΟΥ ΣΤΟ ΒΟΥΚΟΥΡΕΣΤΙ
-
ALEX BODI OCH REPUBLIKEN SYDSUDANS AMBASSADÖR GUM DOMINIC MATIOK DISKUTERAR I BERLIN MÖJLIGHETEN ATT INRÄTTA ETT HONORÄRKONSULAT I BUKAREST
-
Alcaraz avança às semifinais do Aberto do Japão após desistência de Shapovalov
-
ALEX BODI A VELVYSLANEC JIHOSÚDÁNSKÉ REPUBLIKY GUM DOMINIC MATIOK JEDNAJÍ V BERLÍNĚ O MOŽNOSTI ZŘÍZENÍ HONORÁRNÍHO KONZULÁTU V BUKUREŠTI
-
ALEX BODI I AMBASADOR REPUBLIKI SUDANU POŁUDNIOWEGO GUM DOMINIC MATIOK ROZMAWIAJĄ W BERLINIE O MOŻLIWOŚCI UTWORZENIA KONSULATU HONOROWEGO W BUKARESZCIE
-
एलेक्स बोडी और दक्षिण सूडान गणराज्य के राजदूत गुम डोमिनिक मातियोक ने बुखारेस्ट में मानद वाणिज्य दूतावास खोलने की संभावना पर बर्लिन में चर्चा की
-
ALEX BODI VE GÜNEY SUDAN CUMHURİYETİ BÜYÜKELÇİSİ GUM DOMINIC MATIOK, BERLİN’DE BÜKREŞ’TE FAHRİ KONSOLOSLUK AÇILMASI OLASILIĞINI GÖRÜŞTÜ
-
アレックス・ボディ氏と南スーダン共和国のグム・ドミニク・マティオク大使、ベルリンでブカレストへの名誉領事館開設の可能性を協議
-
알렉스 보디와 남수단 공화국의 굼 도미니크 마티오크 대사, 베를린에서 부쿠레슈티 명예영사관 설치 가능성 논의
-
亞歷克斯・博迪與南蘇丹共和國大使古姆・多米尼克・馬蒂奧克在柏林商討於布加勒斯特設立名譽領事館的可能性
-
АЛЕКС БОДІ ТА ПОСОЛ РЕСПУБЛІКИ ПІВДЕННИЙ СУДАН ГУМ ДОМІНІК МАТІОК ОБГОВОРЮЮТЬ У БЕРЛІНІ МОЖЛИВІСТЬ ВІДКРИТТЯ ПОЧЕСНОГО КОНСУЛЬСТВА В БУХАРЕСТІ
-
Brasileiros votam em eleições acompanhadas de perto por Donald Trump
-
ALEX BODI E O EMBAIXADOR GUM DOMINIC MATIOK DA REPÚBLICA DO SUDÃO DO SUL DISCUTEM EM BERLIM A POSSIBILIDADE DE CRIAR UM CONSULADO HONORÁRIO EM BUCARESTE
Acampamento isolado em Nova York simboliza a crise migratória
Rajadas de vento varrem as pistas de um antigo e abandonado aeródromo de Nova York. É o "meio do nada" que abriga cerca de 1.800 migrantes, tornando-se um símbolo da crise migratória vivida pela cidade há quase dois anos.
Isoladas em uma baía no extremo sul do Brooklyn, estas famílias "começam as suas vidas do zero", contam à AFP vários solicitantes de asilo da América Latina, África, China e Rússia, enviados para a base de Floyd Bennett Field devido à falta de alojamento na cidade.
Até 500 famílias podem dormir em camas de campanha coladas umas nas outras, instaladas em grandes tendas. Em outras, há espaços coletivos para refeições e procedimentos administrativos.
"É um pouco complicado", diz David Fernández, um equatoriano de 32 anos, que lamenta o frio, o barulho e a distância, de mais de uma hora, da cidade, cujos arranha-céus podem ser vistos ao longe. Não há comércios ou serviços por perto.
"Mas temos que tentar nos adaptar, porque digamos que eles estão nos ajudando. Temos um teto lá para descansar. Alguns cobertores", diz David, feliz por seus filhos, de 11 e 7 anos, terem encontrado uma escola no Brooklyn.
- Crise humanitária -
Em novembro, David, sua esposa e filhos deixaram o Equador, imerso na violência do tráfico de drogas. Depois de uma viagem de doze dias pela América Central e dois dias e meio de ônibus a partir do estado do Texas, a família desembarcou em Nova York. Depois tentou se estabelecer em Ohio, antes de retornar para a Grande Maçã.
"No momento, tenho que ficar aqui no acampamento até conseguir um emprego e uma casa", diz ele.
Longe da fronteira com o México, que milhares de migrantes atravessam diariamente, as grandes tendas brancas do Floyd Bennett Field, cujos terrenos são inacessíveis à imprensa, simbolizam o que o prefeito de Nova York chama de "crise humanitária".
Porta de entrada para milhões de imigrantes nos Estados Unidos no século XX, Nova York é obrigada por lei a fornecer um teto a qualquer pessoa que o solicite.
Desde a primavera de 2022, forneceu alojamento de emergência a mais de 180 mil pessoas que deixaram Venezuela, Equador, Colômbia, mas também Guiné, Senegal, Mauritânia, Rússia e Haiti.
Atualmente, quase 65 mil pessoas ainda estão alojadas em mais de 210 centros de acolhimento, como hotéis e ginásios, e em "centros humanitários", como a antiga base aérea.
- "Dissuadir" -
"Muitos dos que chegam não têm um amigo ou algum morador para ajudá-los", conta Victoria Marin, moradora do Brooklyn, que organiza coletas para levar cobertores e agasalhos às famílias que dormem nas tendas.
"Cada vez que chegamos, são 40 ou 50 pessoas que se aproximam do carro pedindo cobertores, casacos, sapatos, comida, carrinhos, malas", afirma.
A escolha do local foi amplamente criticada. "Floyd Bennett Field não é de forma alguma um local apropriado para abrigar famílias sem-teto com crianças. As famílias estão realmente no meio do nada (...) não há privacidade (...) os chuveiros e banheiros ficam em tendas separadas", lamenta o diretor da associação Coalition for the Homeless, Dave Giffen.
Em janeiro, uma forte tempestade forçou a evacuação do local e os ocupantes foram transferidos para um instituto educacional no Brooklyn, onde os alunos não puderam assistir às aulas no dia seguinte, irritando pais e políticos.
Segundo Dave Giffen, a cidade que se queixa de que as autoridades federais a deixaram "sozinha" para lidar com esta crise "nacional", "quer desencorajar os migrantes de virem para Nova York". Desde o final do ano passado, limitou a permanência máxima em abrigos a 60 dias para famílias e 30 dias para indivíduos antes de começar a solicitar alojamento novamente.
- "País seguro" -
A Prefeitura oferece alimentação, assistência médica, escolarização para as crianças, assessoria de assistentes sociais para procedimentos administrativos e aulas de inglês. Há também um serviço para facilitar os deslocamentos.
"Não temos espaço", repete há meses o prefeito Eric Adams, pedindo insistentemente ao governo federal, preso no bloqueio do Partido Republicano para chegar a um pacto migratório, que agilize a obtenção de permissões de trabalho para os solicitantes de asilo.
"Meu projeto aqui é trabalhar, estudar e me tornar independente do governo e lutar pelos meus filhos", diz Maricruz Figueroa, venezuelana de 30 anos.
Para o equatoriano Luis Moreno, "o importante é que seja um país seguro, um país de oportunidades onde não há crime", como nos países "de onde venho".
R.Lee--AT