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Novo comandante do Exército ucraniano quer 'aperfeiçoá-lo' para vencer a guerra
O novo comandante do Exército ucraniano, Oleksander Sirski, estabeleceu como objetivo "aperfeiçoar" as Forças Armadas para repelir as tropas da Rússia, cujo governo afirmou que as mudanças na hierarquia militar em Kiev não afetarão o desenvolvimento do conflito.
"Só a mudança e a melhoria contínua dos meios e métodos de guerra nos permitirão ter sucesso", destacou o general Sirski no Telegram, em sua primeira declaração pública como comandante-em-chefe do Exército.
Sirski foi nomeado na quinta-feira para substituir o popular general Valeri Zaluzhni. A Presidência ucraniana considerou que era necessária uma mudança após dois anos de guerra e um front aparentemente estagnado.
O presidente Volodimir Zelensky pediu ao novo comandante-em-chefe das Forças Armadas um plano de batalha "realista" para 2024, em um momento de crescente preocupação em Kiev de que as divisões internas nos Estados Unidos e na União Europeia levem a uma redução do apoio ocidental.
"Trata-se de planejar de forma clara e detalhada as ações de todos os órgãos" para alcançar a "vitória", disse Oleksander Sirski, o "general mais experiente da Ucrânia", segundo Zelensky.
Um dos problemas mais urgentes que o Exército ucraniano enfrenta atualmente é a falta de munições, mas Sirski garantiu que "a distribuição e entrega rápida e racional de tudo o que é necessário para as unidades de combate tem sido e é a principal tarefa da logística militar".
O general, que até agora era chefe das forças terrestres, destacou também que sua prioridade será limitar as perdas humanas.
"A vida e a saúde dos soldados sempre foram e são o principal valor do Exército ucraniano", acrescentou.
- Derrota "impossível" -
As mudanças não parecem afetar a determinação do Kremlin em "continuar" com a invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
O Exército russo ocupa atualmente cerca de 20% do território ucraniano.
"Não acreditamos que estes fatores possam mudar o rumo da operação militar especial", disse nesta sexta-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. Já o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que é "impossível" que a Rússia seja derrotada na Ucrânia.
"Isso nunca vai acontecer", disse, em entrevista ao apresentador americano Tucker Carlson, transmitida na quinta-feira.
Desde o início do conflito, a Rússia também realizou vários ajustes em seu Estado-Maior: em setembro de 2022, após a retirada das suas tropas da região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia; e após a frustrada rebelião do grupo Wagner em junho de 2023.
- Refinarias atacadas -
Depois de quase dois anos de combates, a Ucrânia enfrenta diversas dificuldades no front, como a escassez de munições necessárias para resistir aos ataques russos, que estão atualmente concentrados em torno de Avdiivka, cidade industrial no leste do país.
As forças de Kiev concentram seus esforços em atacar, com drones e mísseis, instalações militares e energéticas em território russo, para forçar Moscou a retirar parte das suas tropas e equipamentos do front.
Nesta sexta-feira, os serviços especiais ucranianos afirmaram à AFP que atingiram duas refinarias de petróleo na região de Krasnodar, no sul da Rússia, que "fornecem combustível às tropas" destacadas na Ucrânia.
Segundo esta fonte, "um grande incêndio foi deflagrado" na refinaria de Ilski e uma unidade "foi danificada".
Além disso, uma usina próxima a Afipski também foi "atingida", segundo a fonte.
Os serviços de resgate russos relataram um incêndio na refinaria de Ilski, mas não o associaram aos ataques de drones relatados pelo Ministério da Defesa russo.
Segundo esse ministério, as forças russas neutralizaram 19 drones ucranianos em quatro regiões diferentes, incluindo Krasnodar, e também no Mar Negro.
A Ucrânia afirmou que derrubou 10 dos 16 drones de fabricação iraniana, chamados "Shahed", lançados pela Rússia.
T.Sanchez--AT