-
Ativistas de flotilha para Gaza denunciam suposto abuso 'cruel' e 'sádico'
-
Messi completa 39 anos no topo do mundo
-
Candidato de esquerda da Colômbia reconhece De la Espriella como presidente eleito
-
FIFPro comemora sentença à Lazio por rescindir contrato de jogadora grávida
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
-
Grand Theft Auto, em números
-
COI escolherá sede dos Jogos Olímpicos de 2036 com novo procedimento
-
Onda de calor sufoca Europa e coloca redes elétricas à prova
-
'Grand Theft Auto VI' abre pré-venda na quinta-feira
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos Estados Unidos'
-
Anderson adiciona toques de festa à sua coleção para Dior em uma Paris escaldante
-
Sánchez nega 'corrupção generalizada' no governo espanhol
-
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
-
Última rodada da primeira fase da Copa começa e qualquer tropeço pode ter consequências graves
-
Keiko Fujimori, a herdeira com um sobrenome que divide os peruanos
-
Keiko Fujimori alcança vantagem irreversível na eleição peruana
-
Colômbia vence RD Congo (1-0) e avança aos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Economia argentina mantém ritmo de crescimento no 1T
-
Apesar de já classificado em 1º, México não facilitará contra República Tcheca, garante técnico Aguirre
-
Governo da Bolívia está 'forçando uma guerra civil', diz Evo Morales à AFP
-
Ancelotti confirma que Neymar está pronto para estrear contra a Escócia na Copa
-
Enner Valencia é alvo de críticas no Equador às vésperas de jogo decisivo contra Alemanha
-
AJ Dybantsa é selecionado pelos Wizards como 1ª escolha do Draft da NBA
-
Croácia elimina Panamá (1-0) e segue viva na Copa do Mundo
-
Kim diz que vai equipar Marinha norte-coreana com armas nucleares
-
Técnico da República Tcheca faz autocrítica, mas confia em "milagres" contra o México
-
Ações de tecnologia derrubam bolsas mundiais
-
Já classificada em 1º lugar do Grupo D, seleção dos EUA relaxa em 'oásis' californiano
-
Entre vaias e dúvidas, o já classificado México busca convencer contra a República Tcheca
-
Inglaterra e Gana empatam sem gols, mas ficam perto dos 16-avos da Copa
-
'Todos apoiam Achraf Hakimi', garante goleiro marroquino Munir El Kajoui
-
Sem mísseis, Irã seria 'igual a Gaza', diz presidente
-
'Eu sempre chego', responde CR7 aos que diziam que ele 'estava aposentado'
-
Técnico de Portugal destaca reação após início difícil na Copa
-
Oito pessoas são condenadas à prisão por ataque a centro de detenção de imigrantes nos EUA
-
Congresso dos EUA aprova texto simbólico sobre retirada de tropas mobilizadas contra Irã
-
Trump comparecerá à final da Copa do Mundo e entregará troféu ao campeão
-
Deschamps volta à França após morte de sua mãe e não comandará equipe contra Noruega
-
Rodovias da Bolívia são desobstruídas após sete semanas de bloqueios
-
Técnico da Escócia busca, contra o Brasil, classificação inédita para 2ª fase de uma Copa
-
'Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me recuperar', diz Raphinha
-
Apresentadora americana pede ajuda após relatos da morte de sua mãe sequestrada
-
CR7 faz dois e Portugal goleia Uzbequistão (5-0) na Copa do Mundo
-
Argentina volta aos treinos sem seus titulares na véspera do aniversário de Messi
-
Começa evacuação de 11 mil marinheiros bloqueados em Ormuz
-
Empresária americana Michele Kang chega a acordo para compra do Lyon
-
João Fonseca sente desconforto no ombro a seis dias de Wimbledon
-
Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora
-
Marco Rubio chega ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Brilho de Messi na Copa do Mundo será suficiente para a Argentina?
Chavismo vai às ruas 'em repúdio ao golpismo' enquanto oposição denuncia intimidação
Milhares de militantes chavistas marcharam, nesta terça-feira (23), na Venezuela contra "o golpismo", depois que o presidente Nicolás Maduro acusou seus adversários de fazer planos conspiratórios no início de um ano eleitoral, enquanto a oposição denunciou a intimidação e a prisão de um ativista.
O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), no poder, convocou manifestações em todo o país neste 23 de janeiro, que marca a queda da ditadura militar de Marcos Pérez Jiménez, em 1958.
"O povo estará nas ruas a partir de agora e vamos defender nossa pátria, vamos defender nosso presidente Nicolás Maduro. Estamos aqui pela paz e segurança do nosso povo", disse a prefeita de Caracas, Carmen Meléndez, do palco no início da mobilização.
As autoridades venezuelanas anunciaram ontem que, em 2023, desmantelaram cinco supostas conspirações para assassinar Maduro, resultando na prisão de 32 pessoas, entre civis e militares.
As denúncias de magnicídio são frequentes no chavismo, que completa 25 anos no poder e joga em 2024 sua continuidade em eleições ainda sem data.
- "Candidato repressor" -
A líder opositora María Corina Machado, que deseja ser candidata nas presidenciais apesar de estar politicamente impedida, denunciou que sedes de seu partido, o Vente Venezuela, amanheceram com grafites com o lema "Fúria Bolivariana", em alusão a um plano anunciado por Maduro na semana passada para combater "qualquer tentativa terrorista". Um ativista dessa organização foi detido.
"Acham que com isso vão intimidar a vontade de um povo decidido a alcançar a mudança", criticou Machado em uma manifestação que liderou em Caracas, onde venceu nas primárias da principal aliança opositora venezuelana.
A líder liberal planejava apresentar uma aliança em torno de sua candidatura em uma praça, mas foi deslocada pela marcha chavista que passou por essa área.
"Maduro fala muito de eleições... Falam de eleições, mas têm medo de eleições", disse Machado em um caminhão para centenas de seguidores, reunidos a algumas quadras do local de concentração original.
"Sabem que não têm o voto e se escondem atrás da ameaça, da perseguição, da mentira, da sentença pré-fabricada para tentar nos aniquilar, nos calar ou desviar", acrescentou.
As eleições serão realizadas no segundo semestre do ano, após um acordo entre o governo e a oposição em uma negociação mediada pela Noruega. Os Estados Unidos, protagonistas do processo, pressionaram para criar um mecanismo de impugnação das inabilitações que impedem vários líderes opositores de se candidatarem, ao qual Machado aderiu apesar de não reconhecer a sanção contra ela.
"É preciso uma mudança urgente, o país está um desastre", disse à AFP Miguel Remolina, professor aposentado de 52 anos no evento de Machado. Ele carregava um cartaz que dizia "Falta pouco, MCM", as siglas da líder.
- "Defendendo Nicolás!" -
A mobilização desta terça-feira foi convocada pelo poderoso líder chavista Diosdado Cabello, vice-presidente do PSUV. "É para lembrar 23 de janeiro, mas também em repúdio ao golpismo, ao terrorismo, à violência".
Sob um sol escaldante, protegidos por guarda-chuvas, bonés e chapéus, os militantes percorreram uma importante avenida de Caracas em direção ao centro, onde está previsto um discurso de Maduro.
"Aqui, aqui, o povo defendendo Nicolás!", gritavam os manifestantes ao ritmo de tambores. Também se ouvia samba, salsa e merengue ao longo dessa marcha que avançava a um ritmo lento.
"A revolução me ajudou, me apoiou com uma cozinha, um telefone, os bônus, espero que venham outros benefícios", disse à AFP Miguelina Hernández, de 64 anos, que dançava. "Graças a Deus e a Chávez, e agora ao presidente Nicolás Maduro, nós tivemos representação", afirmou Daniela González, de 29 anos, representante do povo indígena wayú. "Podemos dizer que fomos incluídos. Estamos agradecidos e é por isso que saímos à rua".
K.Hill--AT