-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
ONU nomeia ministra dos Países Baixos como coordenadora humanitária para Gaza
As Nações Unidas nomearam, nesta terça-feira (26), uma ministra holandesa como coordenadora humanitária para Gaza, após a resolução do Conselho de Segurança na semana passada que solicitava o envio "imediato" e "em larga escala" de ajuda ao território palestino.
"O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, anunciou hoje o nome de Sigrid Kaag, dos Países Baixos, como Coordenadora Superior Humanitária e de Reconstrução para Gaza", informou a ONU em comunicado.
A nomeação de Kaag, ministra das Finanças do governo holandês em fim de mandato, ocorre em um momento em que a população de Gaza enfrenta uma grave emergência humanitária, com a ajuda sendo reduzida ao mínimo devido aos contínuos bombardeios de Israel a esta faixa costeira densamente povoada.
Ela começará a trabalhar em 8 de janeiro, conforme anunciado pela ONU.
Kaag "facilitará, coordenará, supervisionará e verificará a entrega de ajuda humanitária a Gaza" e também será responsável por "estabelecer um mecanismo da ONU para agilizar a entrega de ajuda humanitária a Gaza por meio de Estados que não façam parte no conflito", disse o porta-voz de Guterres no comunicado.
Kaag é vice-primeira-ministra e ministra das Finanças dos Países Baixos desde janeiro de 2022. Anteriormente, ocupou vários cargos de alto nível na ONU, incluindo o de coordenadora especial para o Líbano e a Organização Conjunta para a Proibição das Armas Químicas e a Missão das Nações Unidas na Síria.
A resolução do Conselho de Segurança da ONU da semana passada pedia "o fornecimento seguro e sem obstáculos de ajuda humanitária em larga escala", mas não exigia o fim imediato dos combates.
A guerra em Gaza começou quando o grupo islamista palestino Hamas atacou o sul de Israel em 7 de outubro, matando cerca de 1.140 pessoas, na maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP com base em números israelenses.
Os combatentes do Hamas fizeram 250 reféns, dos quais 129 permanecem em Gaza.
Em resposta, Israel lançou extensos bombardeios aéreos, seguidos de uma invasão terrestre. A campanha resultou na morte de 20.915 pessoas, de acordo com o ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
P.A.Mendoza--AT