-
Irã ameaça fechar novamente Ormuz se bloqueio dos EUA continuar
-
EUA prorroga levantamento de sanções contra petróleo russo
-
As maiores estreias da CinemaCon
-
'Já ganhamos de outros favoritos', diz Endrick à AFP antes de desafiar o PSG
-
Inter de Milão vence Cagliari (3-0) e acelera rumo ao título da Serie A
-
Coventry de Lampard volta à Premier League após 25 anos
-
Presidente da Colômbia alerta sobre complô contra seu candidato a sucedê-lo
-
Lens vence Toulouse (3-2) de virada nos acréscimos e ainda sonha com título da Ligue 1
-
Griezmann quer dar título da Copa do Rei ao Atlético de Madrid na final contra Real Sociedad
-
Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morre aos 68 anos
-
Passagens de trem de Nova York para o estádio de Nova Jersey serão 12 vezes mais caras durante a Copa
-
Locatelli renova seu contrato com a Juventus até 2030
-
Bickerstaff, do Detroit Pistons, é eleito treinador do ano da NBA
-
Lesionado, argentino Cuti Romero está fora do restante da temporada e preocupa para Copa
-
Uefa abre processo contra o Bayern por incidente que deixou fotógrafos feridos no jogo contra Real Madrid
-
Trump diz à AFP que não há 'pontos conflituosos' para acordo com Irã
-
Papa denuncia uso da IA para fomentar 'os conflitos, os medos e a violência'
-
Fils, Jodar, Rublev e Medjedovic vão às semifinais do ATP 500 de Barcelona
-
Trump garante à AFP que acordo com Irã está 'muito perto'
-
Alcaraz desiste do Masters 1000 de Madri devido a lesão no punho
-
Show de Kanye West na Polônia é cancelado após críticas do governo
-
Irã declara Estreito de Ormuz 'totalmente aberto' com início da trégua no Líbano
-
Moisés Caicedo renova com Chelsea até 2033
-
Mais de uma dezena de países estão dispostos a lançar missão em Ormuz
-
Oposição espanhola apoia María Corina Machado, que se recusa a encontrar Sánchez
-
Lula alerta que, quando democracia retrocede, 'acontece um Hitler'
-
Trump diz que acordo com Irã está muito próximo
-
Renard é demitido do cargo de técnico da Arábia Saudita a menos de 2 meses da Copa do Mundo
-
Mutilação genital, uma tragédia silenciosa para crianças indígenas na Colômbia
-
Mutilação genital, uma tragédia genital para crianças indígenas na Colômbia
-
Em uma Cuba em crise, igrejas ampliam seu papel social
-
França e Reino Unido discutem com aliados segurança do Estreito de Ormuz
-
Mulher esquece pacote com 20 tarântulas em trem na Alemanha
-
Papa Leão XIV celebra missa para 120.000 fiéis durante visita a Camarões
-
Esperança e burocracia marcam regularização de imigrantes na Espanha
-
Fãs japoneses dão boas-vindas ao BTS no início de nova turnê mundial
-
Premiê britânico sob pressão por caso de ex-embaixador vinculado a Epstein
-
Esposa do primeiro-ministro belga conta sobre seu sofrimento com anorexia
-
Deslocados retornam para casas destruídas no Líbano após anúncio de trégua
-
Ex-presidente de Mianmar libertado após anistia geral
-
Starmer volta a ser pressionado por nomeação de ex-embaixador vinculado a Epstein
-
Rapper é preso nos EUA em conexão com assassinato de uma adolescente
-
Flamengo goleia Independiente Medellín (4-1) e lidera Grupo A da Libertadores
-
Jogadoras iranianas que receberam asilo na Austrália veem com esperança seu futuro no país
-
Marvel revela primeiro trailer de 'Vingadores: Doutor Destino'
-
Astronautas da Artemis II voltam a conviver com a gravidade e elogiam nave
-
LeBron alerta que Durant não é a única ameaça dos Rockets
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-1) em casa e lidera Grupo F da Libertadores
-
Lyon de Endrick encara PSG em grande fase após classificação na Champions
-
Ações da Netflix despencam mesmo com receitas trimestrais superando expectativas
OEA se despede da Nicarágua pedindo ao país respeito aos direitos humanos
A Organização dos Estados Americanos (OEA) se despediu, nesta quarta-feira (8), da Nicarágua, que deixará de ser membro da entidade em 19 de novembro, pedindo ao país para "respeitar todos os direitos humanos" porque é uma de suas "obrigações legais".
A data marcará os dois anos que devem transcorrer até que seja efetivado o pedido de saída apresentada por um país-membro à OEA.
Em 2021, o presidente Daniel Ortega decidiu dar as costas à OEA, em protesto contra a negativa do organismo de reconhecer as eleições celebradas naquele ano, nas quais ele foi reeleito, com seus adversários na prisão ou no exílio.
O pleito agravou a crise que já sacudia o país desde os protestos contra o governo de 2018, que deixaram cerca de 300 mortos.
A OEA "lamenta profundamente" a saída da Nicarágua, mas insiste em que sua partida "não torna sem efeito as demais obrigações legais pelas quais é responsável em virtude de sua ratificação de outras convenções interamericanas", destaca uma resolução aprovada por unanimidade pelo Conselho Permanente, órgão executivo da entidade.
A Nicarágua "continua obrigada a respeitar todos os direitos humanos refletidos nas normas consuetudinárias (...) nas convenções multilaterais" das quais faz parte e "os derivados de princípios gerais do direito internacional", aponta, advertindo Ortega de que "continuará dando especial atenção" à situação no país.
- "Violência nua e crua" -
"Decepção", "tristeza" e "profundo desapontamento" foram algumas frases usadas pelos países para descrever o clima na OEA, que está disposta a voltar a acolher a Nicarágua.
O Uruguai lançou um apelo contra "a violência nua e crua da ditadura do senhor Ortega", nas palavras do embaixador uruguaio na OEA, Washington Abdala.
"Não lhe resta nada por fazer, ultrapassou todas as linhas vermelhas, rompeu absolutamente todas", disse Abdala, lembrando que Ortega foi "quem deixou morrer Hugo Torres", seu ex-companheiro de armas e depois crítico do presidente, falecido em um hospital após passar meses na prisão. É "quem persegue a Igreja" e "declara apátridas", acrescentou.
"Não, senhor Ortega, não vai se livrar tão fácil da defesa dos direitos humanos no continente, não será tão simples, não deve ser tão simples e, se fosse tão simples, falaria muito mal de nós porque para que estamos aqui? Para defender os princípios, os valores, a democracia, os direitos humanos", lembrou, dirigindo-se a seus colegas, levantando a voz.
Outros foram mais ponderados, sobretudo o Brasil, que juntamente com El Salvador inseriu um pé de página na resolução.
"Aproveitamos para reiterar nossa percepção de que é preciso calibrar estratégias" políticas "com abordagens construtivas e colaborativas" porque embora a possibilidade de aplicar medidas de caráter punitivo "possa ser útil em alguns contextos", não deve ser considerada como "mecanismos automáticos", afirmou o embaixador brasileiro na OEA, Benoni Belli.
- Porta aberta -
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a "esperança de que a Nicarágua possa voltar à organização no futuro", disse.
"Sempre, sempre devemos manter aberta a possibilidade de promover um diálogo construtivo com as autoridades deste país irmão", concordou seu colega chileno, Sebastián Kraljevich.
O Canadá também defendeu manter a porta aberta para o diálogo e para um compromisso genuíno com o governo nicaraguense e a esperança de algum dia vê-lo "voltar a esta família", da qual faz parte desde 1950, afirmou seu embaixador na OEA, Stuart Savage.
Para os Estados Unidos "a decisão equivocada" de Ortega e sua esposa e vice-presidente, Rosario Murillo, "é um esforço por fugir e se esconder de seus abusos contínuos dos direitos humanos, inclusive as condenações e os maus tratos de presos políticos detidos injustamente, como o bispo (Rolando) Álvarez, ataques ao jornalismo independente, a jornalistas e o cancelamento de centenas de organizações da sociedade civil", enumerou o representante americano, Giovanni A. Snidle.
Um distanciamento que, segundo o embaixador equatoriano, Mauricio Montalvo Samaniego, "é produto não do interesse do nobre povo nicaraguense, mas do sórdido interesse de um governo com uma legitimidade democrática questionada".
E.Flores--AT