-
Locatelli renova seu contrato com a Juventus até 2030
-
Bickerstaff, do Detroit Pistons, é eleito treinador do ano da NBA
-
Lesionado, argentino Cuti Romero está fora do restante da temporada e preocupa para Copa
-
Uefa abre processo contra o Bayern por incidente que deixou fotógrafos feridos no jogo contra Real Madrid
-
Trump diz à AFP que não há 'pontos conflituosos' para acordo com Irã
-
Papa denuncia uso da IA para fomentar 'os conflitos, os medos e a violência'
-
Fils, Jodar, Rublev e Medjedovic vão às semifinais do ATP 500 de Barcelona
-
Trump garante à AFP que acordo com Irã está 'muito perto'
-
Alcaraz desiste do Masters 1000 de Madri devido a lesão no punho
-
Show de Kanye West na Polônia é cancelado após críticas do governo
-
Irã declara Estreito de Ormuz 'totalmente aberto' com início da trégua no Líbano
-
Moisés Caicedo renova com Chelsea até 2033
-
Mais de uma dezena de países estão dispostos a lançar missão em Ormuz
-
Oposição espanhola apoia María Corina Machado, que se recusa a encontrar Sánchez
-
Lula alerta que, quando democracia retrocede, 'acontece um Hitler'
-
Trump diz que acordo com Irã está muito próximo
-
Renard é demitido do cargo de técnico da Arábia Saudita a menos de 2 meses da Copa do Mundo
-
Mutilação genital, uma tragédia silenciosa para crianças indígenas na Colômbia
-
Mutilação genital, uma tragédia genital para crianças indígenas na Colômbia
-
Em uma Cuba em crise, igrejas ampliam seu papel social
-
França e Reino Unido discutem com aliados segurança do Estreito de Ormuz
-
Mulher esquece pacote com 20 tarântulas em trem na Alemanha
-
Papa Leão XIV celebra missa para 120.000 fiéis durante visita a Camarões
-
Esperança e burocracia marcam regularização de imigrantes na Espanha
-
Fãs japoneses dão boas-vindas ao BTS no início de nova turnê mundial
-
Premiê britânico sob pressão por caso de ex-embaixador vinculado a Epstein
-
Esposa do primeiro-ministro belga conta sobre seu sofrimento com anorexia
-
Deslocados retornam para casas destruídas no Líbano após anúncio de trégua
-
Ex-presidente de Mianmar libertado após anistia geral
-
Starmer volta a ser pressionado por nomeação de ex-embaixador vinculado a Epstein
-
Rapper é preso nos EUA em conexão com assassinato de uma adolescente
-
Flamengo goleia Independiente Medellín (4-1) e lidera Grupo A da Libertadores
-
Jogadoras iranianas que receberam asilo na Austrália veem com esperança seu futuro no país
-
Marvel revela primeiro trailer de 'Vingadores: Doutor Destino'
-
Astronautas da Artemis II voltam a conviver com a gravidade e elogiam nave
-
LeBron alerta que Durant não é a única ameaça dos Rockets
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-1) em casa e lidera Grupo F da Libertadores
-
Lyon de Endrick encara PSG em grande fase após classificação na Champions
-
Ações da Netflix despencam mesmo com receitas trimestrais superando expectativas
-
Crystal Palace, Shakhtar, Rayo Vallecano e Strasbourg vão às semis da Conference League
-
Nottingham Forest, Aston Villa, Braga e Freiburg avançam às semifinais da Liga Europa
-
Chile vai aumentar frequência de ônibus e aviões para deportar imigrantes
-
Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano que inclui Hezbollah
-
Damon Jones, ex-jogador da NBA, vai se declarar culpado em caso de apostas nos EUA
-
Paramount garante 45 dias de exibição nos cinemas antes do streaming
-
Juiz amplia proibição de salão de baile na Casa Branca
-
Trump diz que Irã concordou em entregar suas reservas de urânio enriquecido
-
Tiger Woods invoca direito à privacidade após solicitação judicial de suas prescrições médicas
-
Freiburg vence Celta (3-1) mais uma vez e avança às semifinais da Liga Europa
-
Manifestantes pedem eleições e ajustes salariais ante embaixada dos EUA na Venezuela
Rússia dispara mísseis balísticos para treinar ataque nuclear defensivo
A Rússia realizou, nesta quarta-feira (25), um teste com mísseis balísticos, supervisionado pelo presidente Vladimir Putin, para preparar a resposta de suas tropas a um eventual "bombardeio nuclear inimigo".
O exercício foi anunciado pouco depois de o Parlamento russo ter aprovado a revogação de um importante tratado de proibição de testes nucleares.
Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, altos funcionários russos ameaçaram em várias oportunidades usar armamento nuclear, embora em outras ocasiões Putin tenha sido cauteloso a respeito.
O presidente russo supervisionou à distância as manobras durante as quais foi disparado um míssil balístico intercontinental Iars a partir do cosmódromo de Plesetsk (norte) e outro do tipo Sineva de um submarino no Mar de Barents.
Aeronaves Tu-95MS, de longa autonomia, também dispararam mísseis de cruzeiro.
"Sob a liderança do Comandante Supremo das Forças Armadas, Vladimir Putin, foi realizado o treinamento das forças de terra, mar e ar, integradas nas forças de dissuasão nuclear", informou o Kremlin em um comunicado.
Segundo o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, esses testes têm como objetivo simular "o lançamento de um ataque nuclear maciço pelas forças estratégicas ofensivas em resposta a um ataque nuclear inimigo".
Seu ministério divulgou imagens no Telegram mostrando um míssil subindo com um céu noturno ao fundo, envolto em um halo de luz, além de um bombardeiro decolando de uma pista.
A televisão pública russa transmitiu trechos curtos de um vídeo mostrando Putin ouvindo o comunicado de Shoigu e do chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, após as manobras.
A doutrina nuclear russa prevê uso "estritamente defensivo" de armas atômicas, em caso de ataque à Rússia com armas de destruição em massa ou de agressão com armas convencionais, "que ameacem a própria existência do Estado".
- Rompimento com tratados -
Os testes vieram a público no mesmo dia em que a Câmara Alta do Parlamento da Rússia aprovou a revogação da ratificação do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares (CTBT, na sigla em inglês), um passo em direção ao abandono deste pacto de não proliferação.
Os senadores aprovaram por unanimidade de 156 votos a lei, que agora deve ir à sanção presidencial.
Não há dúvida de que o texto será promulgado, pois Putin está na origem da medida.
Para Moscou, o abandono deste tratado pretende "restaurar a paridade estratégica" com os Estados Unidos, que nunca ratificaram o pacto.
A revogação gera temores de uma intensificação da corrida armamentista.
Desde a desintegração da União Soviética, em 1991, a Rússia não fazia testes como estes. O último foi realizado em 1990. Os Estados Unidos fizeram seu último em 1992.
No início de outubro, Putin declarou que não poderia dizer se seu país retomaria ou não os testes nucleares.
A Rússia já abandonou vários tratados de desarmamento nuclear nos últimos anos, inclusive o importante acordo New Start, com os Estados Unidos.
No verão de 2023 deslocou armas nucleares táticas, menos potentes que as ogivas estratégicas, em Belarus, seu aliado mais próximo e vizinho da Ucrânia e da União Europeia.
O vice-ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Riabkov, assegurou, nesta quarta, que Moscou só falará de controle de armas nucleares quando Washington, principal patrocinador militar e financeiro da Ucrânia, deixar de ser "hostil" com a Rússia.
A Rússia, herdeira do poder nuclear soviético, e os Estados Unidos detêm, juntos, quase 90% de todas as armas nucleares do planeta.
Putin, que nos últimos anos elogiou as novas armas russas, capazes - segundo ele - de perfurar os escudos antimísseis existentes, assegurou que Moscou estava em vias de concluir os testes com duas delas: Burevestnik e Sarmat.
F.Wilson--AT