-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
-
Alcaraz vence Medvedev e vai à final do ATP 500 de Viena
-
Deslocados da cidade ocupada de Oleshki chegam à Ucrânia
-
França em alerta diante do risco de violência em novas manifestações
-
Alemanha mobiliza a polícia antes de um grande dia de protestos juvenis
-
Presidente da Polônia convoca consultas de emergência devido a crise institucional
-
França mobiliza amplo esquema de segurança diante de novo dia de protestos
-
Flávio Bolsonaro diz que saiu do Brasil por ser vítima de 'perseguição'
-
Gigantes da IA prometem solução para evitar uso de conteúdo de mídia para treinar modelos
Exportações de petróleo da Rússia atingem maior nível desde a invasão
As exportações de petróleo da Rússia atingiram em abril o nível mais alto desde o início da invasão da Ucrânia, 8,3 milhões de barris diários, apesar das severas sanções ocidentais, anunciou a Agência Internacional de Energia (AIE).
A organização internacional, com sede em Paris, afirma em seu relatório mensal que as exportações russas atingiram o pico no mês passado, porque o país não cumpriu a ameaça de reduzir a produção em 500.000 barris diários.
"É possível que a Rússia aumente os volumes para compensar a perda de receita", observa a AIE.
Apesar das sanções internacionais contra o petróleo do país, a Rússia redirecionou as exportações do setor para outros países (China, Índia e Turquia), mas "parece ter algumas dificuldades para encontrar compradores para seu petróleo bruto e derivados", afirma o relatório.
"Em abril, as exportações de petróleo da Rússia atingiram o máximo após a invasão, a 8,3 milhões de barris diários (incluindo produtos refinados)", afirmou a AIE, o que representa um aumento de receita de "1,7 bilhão de dólares" (8,3 bilhões de reais na cotação atual), a US$ 15 bilhões (73,3 bilhões de reais na cotação atual).
Após as sanções impostas em 5 de dezembro ao petróleo bruto russo transportado por via marítima, a União Europeia (UE) adotou em 5 de fevereiro um segundo embargo sobre as compras de derivados de petróleo russos. Também foi adotado um teto de preço para estes produtos por parte dos países do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).
A questão das brechas que permitem a Moscou mitigar o impacto das sanções do G7 em sua economia será discutida em uma reunião de cúpula dos líderes do grupo a partir de sexta-feira no Japão.
H.Romero--AT