-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
-
Alcaraz vence Medvedev e vai à final do ATP 500 de Viena
-
Deslocados da cidade ocupada de Oleshki chegam à Ucrânia
-
França em alerta diante do risco de violência em novas manifestações
-
Alemanha mobiliza a polícia antes de um grande dia de protestos juvenis
-
Presidente da Polônia convoca consultas de emergência devido a crise institucional
-
França mobiliza amplo esquema de segurança diante de novo dia de protestos
-
Flávio Bolsonaro diz que saiu do Brasil por ser vítima de 'perseguição'
-
Gigantes da IA prometem solução para evitar uso de conteúdo de mídia para treinar modelos
-
Flávio Bolsonaro diz que saiu do Brasil porque é vítima de "perseguição"
-
Rússia se mostra inflexível em G20 dividido pelos conflitos geopolíticos
-
COP17 chega a acordo sobre textos-chave para proteger a natureza
-
Juíza dos EUA questiona principal argumento para construir arco de Trump
-
Cruzeiro desafia hegemonia do Corinthians na final da Libertadores feminina
-
Bolsa e real encerram sua pior semana em anos após reeleição de Lula
-
Trump e Milei enfrentam pressão por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
-
Wall Street fecha com forte queda após setor tecnológico despencar
-
COP17 chega a acordos sobre textos fundamentais para proteger a natureza
Paquistão vive dia de protestos após prisão de ex-primeiro-ministro
Vários protestos foram registrados no Paquistão nesta terça-feira (9), depois que o ex-primeiro-ministro Imran Khan foi preso durante uma audiência no tribunal por uma das dezenas de acusações apresentadas contra ele desde que foi deposto no ano passado.
Sua detenção ocorre após meses de crise política e depois que os militares - que detêm grande poder no país - alertaram o ex-governante sobre suas acusações de que altos funcionários estavam envolvidos em uma conspiração para assassiná-lo.
A polícia disparou gás lacrimogêneo e usou um canhão d'água para dispersar os apoiadores de Khan que protestavam em Karachi e Lahore.
Na capital Islamabad, na vizinha Rawalpindi e em Peshawar, os manifestantes bloquearam as estradas.
"Esta prisão aconteceu de acordo com a lei", declarou o ministro do Interior, Rana Sanaullah.
A detenção esteve a cargo do principal órgão da luta contra a corrupção, o National Accountability Bureau (NAB), "um órgão independente que não é controlado pelo governo", afirmou o ministro.
O partido de Khan, o Pakistan Tehreek-e-Insaf (PTI, Movimento Paquistanês pela Justiça), pediu que seus apoiadores fossem às ruas, mas a polícia alertou que existe uma portaria que proíbe reuniões de mais de quatro pessoas e seria aplicada rigorosamente.
O PTI se comprometeu no Twitter a impugnar a prisão, ao informar que os líderes do partido vão se reunir na quarta-feira na Suprema Corte do Paquistão.
"Os principais líderes do PTI vão se reunir com Imran Khan no tribunal do NAB", antecipou Shah Mehmood Qureshi, vice-presidente do partido em um vídeo publicado na internet.
Ele pediu que os protestos continuem "de forma legal e pacífica" e condenou o tratamento dispensado pela polícia aos manifestantes.
- Caso de corrupção -
"Imran Khan foi preso pelo caso Qadir Trust", informou a polícia de Islamabad em sua conta no Twitter, referindo-se a um caso de corrupção.
O ex-primeiro-ministro enfrenta dezenas de processos judiciais, uma tática que tem sido usada no Paquistão por governos para silenciar seus opositores, afirmam analistas.
Sua prisão ocorreu depois que Khan reiterou em um comício no fim de semana que o general Faisal Naseer, um oficial sênior da inteligência, está envolvido na tentativa de assassinato que ele sofreu em novembro de 2022.
Na segunda-feira, o Exército emitiu um alerta sobre o que chamou de "acusações infundadas" feitas por Khan.
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif - a quem Khan também acusou de estar envolvido no ataque a tiros que o deixou ferido na perna - disse que acusações sem provas "não serão toleradas".
"Essas acusações não comprovadas contra o general Faisal Naseer e nossos funcionários da agência de inteligência não podem ser permitidas e não serão toleradas", tuitou.
Em Washington, os chefes da diplomacia dos Estados Unidos, Anthony Blinken, e do Reino Unido, James Cleverly, pediram respeito ao "Estado de direito" no país.
B.Torres--AT