-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Mãe de Vozinha, goleiro de Cabo Verde, obtém visto para viajar à Copa do Mundo
-
RD Congo arranca empate com Portugal (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
G7 comemora a 'mudança' de Trump sobre a Ucrânia
-
Uefa multa Olympique de Marselha e Roma por descumprirem fair-play financeiro
-
Morre Eric Roy, técnico do Brest, aos 58 anos
-
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
-
Sabalenka estreia com vitória no WTA 500 de Berlim; Gauff é eliminada
-
Bernardo Silva se junta ao novo Real Madrid de Mourinho
-
Neymar é festejado pelos companheiros após primeiro treino com a Seleção na Copa
-
Dirigentes comunistas cubanos discutem reformas econômicas sob pressão dos EUA
-
Mangione vai alegar problema psiquiátrico em julgamento por homicídio de executivo
-
Yamal e o controle de expectativas: copo meio cheio ou meio vazio?
-
Lorenzo Musetti está fora de Wimbledon devido a lesão
-
Mbappé busca quebrar recordes e fazer história na Copa do Mundo
-
Feyenoord anuncia Van Bronckhorst como novo técnico
-
Trump freia confirmação no Congresso de seu chefe de inteligência
-
Los Angeles sediará décima edição da Laver Cup em 2027
-
Real Madrid envia ofício à Uefa para que 'Caso Negreira' seja retomado
-
G7 pede que empresas de tecnologia criem ferramentas para proteger menores online
-
Últimos desdobramentos do acordo entre Irã e EUA
-
Príncipe Harry e família viajarão ao Reino Unido pela 1ª vez em quatro anos, segundo imprensa
-
Tigre, continência, K-pop, camisa da seleção: os símbolos do 2º turno na Colômbia
-
Messi tem atuação histórica na Copa, que aguarda estreia de Ronaldo
-
Jeff Bezos sonha em devolver o planeta ao seu estado pré-industrial
-
Parlamento Europeu aprova criação de centros de deportação de migrantes fora da UE
-
Casemiro, o homem de confiança de Ancelotti que está sob pressão
-
Líderes do G7 celebram avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Zapatero defende sua honestidade após depor por mais de três horas à Justiça espanhola
-
'Toy Story 5': os brinquedos declaram guerra às telas
-
Empresa dinamarquesa elimina chefias para melhorar desempenho
-
Messi será o melhor 'até quando quiser', diz Scaloni
-
Princesa das Astúrias homenageia a pioneira do espaço Christina Koch
-
Real Madrid anuncia contratação do português Bernardo Silva até 2028
-
Princesa da Noruega recebe transplante de pulmão 'bem-sucedido'
-
'Eu sou o chefe', afirma Trump aos líderes reunidos no G7
-
Líderes do G7 celebran avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Museu do Louvre está 'no limite', alerta novo presidente
-
AIE reduz previsão de demanda mundial de petróleo para 2026
-
Presidente sul-coreano pede ajuda de Trump em conflito com a Coreia do Norte
-
Áustria derrota Jordânia por 3-1 em partida do Grupo J da Copa
-
'São estatísticas e nada mais', diz Messi ao igualar Klose como artilheiro das Copas
-
Com hat-trick histórico de Messi, Argentina vence Argélia (3-0) em sua estreia na Copa
-
'Quero aproveitar cada jogo', diz Modric antes de estrear em sua quinta Copa do Mundo
-
'É como a primeira Copa' para Cristiano Ronaldo, diz técnico de Portugal
-
'Venho da minha melhor temporada', adverte Kane antes da estreia da Inglaterra
-
Lionel Messi é o primeiro jogador da história a jogar em seis Copas do Mundo
-
Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA
Casa Branca estuda novas regulamentações para gigantes da IA
As empresas líderes em Inteligência Artificial (IA) têm o dever "moral" de proteger a sociedade dos perigos potenciais desta tecnologia, disse, nesta quinta-feira (4), a vice-presidente Kamala Harris a diretores do Google, Microsoft, OpenAi e Anthropic.
"O setor privado tem o dever ético, moral e legal de garantir a segurança de seus produtos", indicou Harris em nota após se reunir com Satya Nadella (Microsoft), Sundar Pichai (Google), Sam Altman (OpenAI), Dario Amodei (Anthropic) e vários membros do governo.
Harris indicou que a IA tem o "poder de melhorar a vida cotidiana e abordar alguns dos maiores desafios da sociedade", mas também pode "aumentar drasticamente as ameaças à segurança, reduzir os direitos humanos e a privacidade e minar a confiança pública na democracia".
Ela disse que apoia, junto com o presidente Joe Biden, que passou rapidamente pela reunião, "novas potenciais regulamentações" e "nova legislação".
A Inteligência Artificial está presente há anos na vida cotidiana, das redes sociais aos eletrodomésticos de última geração até programas de recrutamento de pessoal.
Porém, o grande sucesso desde o fim do ano passado do ChatGPT, a interface de IA generativa da OpenAI, uma empresa emergente amplamente financiada pela Microsoft, foi o ponto de partida para uma corrida por sistemas cada vez mais intuitivos e eficientes, que são capazes de gerar textos, imagens e códigos de programação cada vez mais complexos.
"É bom tentarmos nos antecipar (sobre o tema da regulamentação). Não vai ser fácil, mas acho que podemos conseguir", disse Harris a jornalistas antes de entrar na Casa Branca.
O lançamento do ChatGPT provocou grade entusiasmo e preocupações em uma nova escala, em particular depois que Sam Altman, CEO da OpenAI, antecipou a próxima geração da chamada IA "geral", na qual os programas serão "mais inteligentes que os humanos em geral".
- Sem obrigações -
Os riscos da IA vão desde a discriminação até a automação de tarefas realizadas por humanos, roubo de propriedade intelectual ou desinformação sofisticada em grande escala, entre outros.
No final de 2022, a Casa Branca lançou um "Plano para uma Declaração de Direitos da IA", um pequeno documento que lista princípios gerais como proteção contra sistemas perigosos ou falíveis.
No início deste ano, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), um centro afiliado ao governo, projetou uma "estrutura de gerenciamento de risco" relacionada à IA.
O presidente Biden disse no mês passado que estas empresas "claramente (...) devem garantir que seus produtos sejam seguros antes de colocá-los à disposição do público em geral".
Porém, "estas diretrizes e declarações não obrigam as empresas envolvidas a fazerem nada", destacou David Harris, que foi diretor de pesquisas em IA da Meta.
"Os próprios patrões estão exigindo mais regulamentação", observou, embora o Facebook, apesar de ter "pedido publicamente" melhorar as leis que regem a confidencialidade dos dados pessoais, "ao mesmo tempo paga lobbies que lutam contra esses projetos de lei".
A Casa Branca anunciou, nesta quinta, novos investimentos em pesquisas sobre IA e novos métodos de avaliação dos sistemas atuais.
- "Dano real" -
As gigantes da IA não negam que existam riscos, mas temem que a inovação seja sufocada por leis restritivas demais.
"A IA será utilizada por atores maliciosos, e sim, vai causar danos", disse na quarta-feira o economista-chefe da Microsoft, Michael Schwarz, durante um painel no Fórum Econômico Mundial, segundo a Bloomberg.
Porém, pediu aos legisladores que não se apressem e que quando houver um "dano real", se certifiquem de que "os benefícios da regulamentação sejam maiores do que o preço para a sociedade".
"A última vez que enfrentamos semelhante agitação social devido às tecnologias foi no início da web 2.0, em 2002", disse na quarta-feira Lina Khan, presidente da Comissão Federal do Comércio, a agência de proteção ao consumidor dos EUA.
Do outro lado do Atlântico, a Europa espera liderar novamente o caminho para a regulamentação 'ad hoc' em torno da IA, como já fez com a lei de dados pessoais.
"Não é uma corrida. Estamos trabalhando junto com nossos colegas europeus", disse um alto funcionário da Casa Branca.
R.Chavez--AT