-
Trump diz que EUA e Irã mantêm conversas 'positivas' e apresenta plano para conduzir navios em Ormuz
-
Leclerc perde duas posições na classificação final do GP de Miami após sanção
-
Com gol de Endrick, Lyon vence Rennes (4-2) e se consolida em 3º na Ligue 1
-
Trump diz que EUA conduzirá navios para fora do Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira
-
Ampla operação é lançada para buscar dois soldados americanos desaparecidos no Marrocos
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid vence Espanyol (2-0) e adia título do Barça
-
Inter de Milão conquista o campeonato italiano pela 21ª vez na história
-
Antonelli dedica sua vitória no GP de Miami ao falecido Alex Zanardi
-
Tottenham vence na visita ao Aston Villa (2-1) e sai da zona de rebaixamento
-
Três mortos em possível surto de hantavírus em cruzeiro entre Argentina e Cabo Verde
-
Alex Ferguson foi hospitalizado antes da partida do Manchester United
-
Filha de Maradona diz que 'havia um plano' para controlar seu pai, que 'fugiu das mãos'
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP de Miami de F1, seu 3º triunfo seguido; Bortoleto é 12º
-
Gladbach vence Dortmund (1-0); St. Pauli fica mais perto do rebaixamento
-
Manchester United vence Liverpool (3-2) e volta à Liga dos Campeões após dois anos
-
Encontradas novas provas contra atirador em jantar com presença de Trump
-
Marco Rubio se reunirá com o papa Leão XIV após críticas de Trump
-
Duas mulheres morrem asfixiadas em barco de migrantes a caminho do Reino Unido
-
Síndrome respiratória aguda mata 2 em cruzeiro entre Argentina e Cabo Verde
-
Barça vence Bayern e chega à sua 6ª final consecutiva da Liga dos Campeões feminina
-
Sinner atropela Zverev e conquista seu primeiro Masters 1000 de Madri
-
Hadjar é penalizado e larga em último no GP de Miami; Bortoleto ganha posição e sai em 21º
-
Achávamos que 'ia morrer' em 3 de janeiro, diz filho de Maduro sobre o pai à imprensa
-
Choque de ordem ameaça as icônicas barracas de comida de rua de Bangcoc
-
Adnoc, petroleira estatal dos Emirados, promete investir US$ 55 bi em 2 anos
-
Marco Rubio visitará o Vaticano após confronto entre papa e Trump
-
Ataques cruzados deixam três mortos na Ucrânia e dois na Rússia
-
Sem Emirados, Opep+ aumenta suas cotas de produção
-
Sob a lua cheia, a 'loba' Shakira encanta uma multidão em Copacabana
-
Irã desafia EUA a escolher entre um 'acordo ruim' e uma operação militar impossível
-
Opep+ aumenta suas cotas de produção e não comenta saída dos Emirados
-
Corte israelense prorroga detenção de Thiago Ávila e ativista espanhol-palestino
-
F1 antecipa horário do GP de Miami devido à previsão de tempestade
-
Lyon elimina Arsenal e vai à final da Champions League feminina
-
Porto conquista o campeonato português pela 31ª vez
-
Antonelli (Mercedes) conquista pole do GP de Miami de F1; Bortoleto larga em último
-
Barça vence e fica mais perto do título; Villarreal goleia Levante e garante vaga na Champions
-
Schalke 04 volta à Bundesliga após três temporadas na 2ª divisão alemã
-
Alex Zanardi: as múltiplas vidas de um esportista idolatrado na Itália
-
Rio entra em 'modo Shakira' antes de megashow da colombiana em Copacabana
-
Napoli empata com Como (0-0) e Inter fica a um ponto de conquistar Scudetto
-
Time curdo Amedspor garante seu acesso à primeira divisão turca
-
Arsenal vence Fulham (3-0) e abre seis pontos de vantagem sobre o City
-
Com vários reservas, PSG empata com Lorient (2-2) e dá esperanças ao Lens
-
Bombardeio perto da capital do Sudão deixa cinco mortos
-
Homem é detido na Áustria, acusado de envenenar comida para bebês
-
Bayern arranca empate nos acréscimos contra o lanterna Heidenheim (3-3)
-
Spirit Airlines anuncia 'encerramento gradual' de operações e cancela todos os voos
-
Lando Norris vence corrida sprint do GP de Miami de F1; Bortoleto termina em 11º
-
Ucraniana Marta Kostyuk vence russa Mirra Andreeva e conquista WTA 1000 de Madri
Em preparação para Jogos de 2028, Turquia faz grande campanha de naturalização de atletas
Frustrada com seu desempenho nos Jogos de Paris 2024 (101 atletas, nenhuma medalha de ouro e 64º lugar no quadro de medalhas), a Turquia empreendeu uma campanha massiva de recrutamento, naturalizando 11 atletas, incluindo cinco medalhistas quenianos e jamaicanos.
Önder Özbilen, coordenador dos atletas turcos que almejam participar dos Jogos de Los Angeles 2028, confirmou essa estratégia em entrevista à AFP: trata-se da "campanha de naturalização mais humanitária já realizada".
Mas "eu não sou um turco que viaja o mundo com uma mala cheia de dinheiro", esclarece o eloquente assessor do ministro dos esportes da Turquia.
Entre as "contratações" estão a queniana Brigid Kosgei, ex-recordista mundial da maratona e medalhista de prata nos Jogos de Tóquio em 2021, seu compatriota Ronald Kwemoi, medalhista de prata nos 5.000 metros em Paris 2024 e outros três quenianos menos conhecidos (Catherine Amanang'ole, Nelvin Jepkemboi e Brian Kibor).
A eles se juntam quatro jamaicanos que conquistaram três das seis medalhas de seu país em Paris: Rojé Stona, que surpreendeu ao conquistar o ouro no lançamento de disco; Wayne Pinnock, prata no salto em distância; Rajindra Campbell, bronze no arremesso de peso; e o jovem Jaydon Hibbert (21 anos), quarto colocado no salto triplo.
A velocista nigeriana Favour Ofili e a heptatleta russa Sofia Yakushina, que também assinaram contratos até outubro de 2032, completam a lista.
- "Não são mercenários" -
Esses atletas recrutados "não são mercenários", garante Özbilen, que se orgulha de ter resgatado vários atletas "abandonados" por suas respectivas federações.
A Turquia, que tem uma longa tradição de naturalização de atletas, fará deles "modelos a serem seguidos, que atrairão talentos locais" para as pistas de atletismo, afirma ele.
Acenando com o celular, o recrutador alega ter rejeitado 30 ofertas de atletas, incluindo americanos, motivados unicamente por dinheiro.
Veículos de imprensa africanos e caribenhos denunciaram as motivações financeiras por trás dessas recentes mudanças de nacionalidade, citando valores que chegam a US$ 500 mil (R$ 2,6 milhões na cotação atual) por atleta. Esses números foram desmentidos à AFP por diversas fontes, incluindo o agente do atleta jamaicano Rojé Stona.
"Não há bônus de assinatura, apenas indenizações", afirma Özbilen, que especifica que metade dos atletas recebeu quantias "de até US$ 300 mil [R$ 1,56 milhão], pagas em parcelas ao longo de 30 meses" para compensar a perda de renda (bônus por vitórias, contratos publicitários, etc.) causada pelo período de três anos durante o qual um atleta naturalizado não pode representar nenhum país em uma competição com representação nacional.
A isso se soma um salário mensal entre US$ 3 mil e US$ 7 mil (entre R$ 15,7 mil e R$ 36,6 mil) e generosos bônus planejados para todos os medalhistas turcos: até 1.000 moedas de ouro da República da Turquia (Cumhuriyet Altini) em caso de título olímpico, o que equivale a mais de US$ 1 milhão (R$ 5,2 milhões) na taxa de câmbio atual.
- "Pagar as contas" -
"Amo o meu país, mas lealdade não basta para pagar as contas", disse o jamaicano Wayne Pinnock à publicação esportiva The Inside Lane no ano passado.
Paul Doyle, agente do campeão olímpico Rojé Stona, disse à AFP que "teria sido muito difícil para ele continuar neste esporte" se tivesse permanecido na Jamaica.
Suas mudanças de nacionalidade, assim como as dos outros nove atletas que se naturalizaram cidadãos turcos entre maio e julho de 2025, ainda precisam ser validadas por um painel da Associação Internacional de Federações de Atletismo (World Athletics), que exige que cada competidor "tenha uma ligação genuína com o país representado".
Em contato com a AFP, a World Athletics enfatizou que "cada caso será analisado minuciosamente", sem especificar um prazo.
- "Sem garantia de medalhas" -
Na Turquia, essa estratégia de recrutamento, até então mantida em segredo, vem causando atritos entre atletas e treinadores, afirma Devrim Demirel, repórter do jornal Nefes que cobre o atletismo turco desde a década de 1990.
Na opinião dele, "essa campanha agressiva é uma aposta" feita com dinheiro do contribuinte, sem consultar a federação de atletismo e "sem nenhuma garantia de medalhas".
A Turquia, que não figura entre os 25 primeiros colocados no quadro de medalhas olímpicas desde 2004, espera, no entanto, que sua estratégia renda frutos.
Özbilen sonhava em naturalizar o lançador de martelo canadense Ethan Katzberg, medalhista de ouro em Paris em 2024 e campeão mundial em 2023 e 2025.
"Ofereceram dinheiro a ele, mas para ele nem era uma questão de dinheiro", disse à AFP seu agente, Robert Wagner, que critica a política turca e pede uma fiscalização mais rigorosa por parte da World Athletics.
"Não se pode ter pessoas que nunca estão lá, com um apartamento onde alguém só vai para regar as plantas", reclama.
D.Lopez--AT